Carlos, guarda municipal, durante seu horário de trabalho, verifica que Joana...

Carlos, guarda municipal, durante seu horário de trabalho, verifica que Joana, declarando-se vendedora de roupas, aproxima-se de Marta e passa a lhe mostrar as saias que teria para venda. 


Carlos, guarda municipal, durante seu horário de trabalho, verifica que Joana, declarando-se vendedora de roupas, aproxima-se de Marta e passa a lhe mostrar as saias que teria para venda. 
Enquanto Marta analisava as roupas apresentadas, Joana, aproveitando-se da situação criada, pega o telefone celular de Marta, que estava em cima do banco. Em seguida, Joana tenta deixar o local dos fatos, levando o telefone e as saias, pois, na verdade, não era vendedora, mas vem a ser presa em flagrante por Carlos. 
Encaminhada à Delegacia e confirmados os fatos, Joana deverá ser responsabilizada pelo crime de

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  • Camila Duarte
    Camila Duarte
    31/12/1969 • 21:00
    Gabarito: b)

    Nesse caso, Joana deverá ser responsabilizada pelo crime de furto mediante fraude.

    O furto é caracterizado pela subtração de coisa alheia móvel, para si ou para outrem, sem o consentimento do proprietário. No entanto, quando o agente se utiliza de fraude para cometer o furto, temos o chamado furto mediante fraude.

    No caso apresentado, Joana se passou por vendedora de roupas para se aproximar de Marta, distraí-la e subtrair o telefone celular. Ou seja, ela se utilizou de um artifício fraudulento para cometer o furto, configurando assim o crime de furto mediante fraude.

    Essa conduta está prevista no Código Penal Brasileiro, no artigo 155, § 4º, inciso II.
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