Para Faleiros (2015), a relativa autonomia do Assistente Social se constitui na medida em que a profissão
torna-se dependente do aparelho institucional, mas cujo profissional é dono de um saber e executor de um
saber institucional. O assistente social assume uma posição de intelectual orgânico, colocando-se entre
as demandas de clientela e as determinações da instituição. Iamamoto (2015) cita um respaldo que se
constitui em uma importante estratégia para o alargamento da relativa autonomia do assistente social contra
a alienação do trabalho assalariado.
Qual é este respaldo?