P.M.S., de 5 anos de idade, chegou para atendimento fisioterapêutico ambulatorial, acompanhado de sua mãe, com diagnóstico de paralisia cerebral diparética. Apresentou espasticidade em membros inferiores e pequeno deficit em controle de tronco, andava com dispositivo manual de mobilidade em superfícies planas e subia escadas com a assistência de um adulto.
Considerando o caso clínico apresentado e os conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A realidade virtual é indicada para o tratamento de paralisia cerebral. Durante esse tratamento, os canais multissensoriais – visão, audição e tato – podem ser ampliados em intensidade, no tempo e no espaço. Para isso, são utilizados, por exemplo, capacetes de visualização, luvas eletrônicas e joysticks que permitem ao usuário navegar dentro de um mundo virtual e interagir com objetos virtuais.