Ana tomou conhecimento de que o seu enquadramento em
determinado programa assistencial do Estado-membro Alfa foi
indeferido sob o argumento de que, conforme informações
cadastrais do Município Beta, onde residia, ela figurava como
proprietária de diversos imóveis no território municipal. De posse
de uma certidão negativa do registro geral de imóveis situado no
Município Beta, Ana solicitou a retificação desses dados, não
preferindo fazê-lo por processo sigiloso, judicial ou
administrativo.
Apesar da certidão, o requerimento de Ana foi indeferido, por
escrito, de forma arbitrária e ilegal, sob o argumento de que o
cadastro municipal possui “presunção de veracidade”.
A ação constitucional passível de ser ajuizada por Ana, de modo a
obter a retificação almejada, é o(a):
✂️ A) reclamação constitucional;
✂️ B) mandado de retificação;
✂️ C) mandado de segurança;
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O correntista Y pretende obter dados sobre a conta- corrente de sua genitora na instituição financeira W. Para isso, realiza o devido requerimento que vem a ser indeferido pelo gerente da agência onde a conta deveria ser cadastrada. Diante disso, Y impetra Habeas Data contra a instituição financeira. Sobre o Habeas Data , tem-se que
✂️ A) é instituto restrito à prestação de informações pessoais, não podendo ser utilizado por terceiros
✂️ B) é instituto substitutivo de ação com preceito condenatório para obtenção de perdas e danos
✂️ C) pode ser utilizado por pessoa física para acesso de informações de pessoa jurídica.
✂️ D) deve ser acessado por ente de núcleo familiar desde que autorizado por procuração.
✂️ E) guarda informações públicas, devendo o Banco de Dados, vinculado a qualquer instituição, fornecer as informações a quem as requeira.
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Ana, servidora aposentada do município Alfa, solicitou à
autoridade competente que fossem fornecidas as informações
relativas à sua pessoa constantes dos respectivos assentamentos
funcionais. Ao preencher o respectivo formulário, informou, no
campo da justificativa, que o motivo era “pessoal”, sem
especificá-lo. Sua solicitação, no entanto, foi negada em decisão
escrita, situação que permaneceu inalterada mesmo após a
interposição dos recursos administrativos cabíveis.
À luz da sistemática constitucional, é correto afirmar que:
✂️ A) o acesso às informações somente deveria ser assegurado se
Ana tivesse declinado a razão pela qual almejava conhecê-las;
✂️ B) como o vínculo funcional foi dissolvido com a aposentadoria,
as informações são sigilosas, sendo correta a negativa de
acesso;
✂️ C) as informações deveriam ter sido fornecidas a Ana, sendo
possível a impetração de habeas data, ação na qual há
gratuidade;
✂️ D) o acesso às informações pressupunha prévia autorização
judicial, considerando estarem integradas a um banco de
dados público; logo, a negativa de acesso foi correta;
✂️ E) como a negativa de acesso à informação está demonstrada
em decisão escrita, sendo violado o direito líquido e certo de
Ana, é cabível a impetração de mandado de segurança.
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