A Semana de Arte Moderna, ocorrida em fevereiro de 1922 no Teatro Municipal de São Paulo, foi desencadeada, principalmente, pelo artigo escrito por Monteiro Lobato intitulado "Paranóia ou mistificação?". Nesse texto ele repudia a exposição da artista plástica Anita Malfatti, dizendo haver "...duas espécies de artistas. Uma composta dos que vêem normalmente as coisas e em conseqüência disso fazem arte pura, guardando os eternos ritmos da vida, e adotados para a concretização das emoções estéticas, os processos clássicos dos grandes mestres. [...] A outra espécie é formada pelos que vêem anormalmente a natureza, e interpretam-na à luz de teorias efêmeras, sob a sugestão estrábica de escolas rebeldes, surgidas cá e lá como furúnculos da cultura excessiva". Em resposta a esse texto, de que forma revidaram os artistas, chocados pela agressão?

Um artista primitivo é alguém que seleciona elementos da tradição popular de uma sociedade e os combina plasticamente, guiando-se por uma clara intenção poética. Geralmente são autodidatas e criadores dos recursos técnicos com que trabalham. Os principais representantes deste estilo no Brasil são:

A pintura de Candido Portinari caracteriza-se por:

O projeto arquitetônico e o risco da portada da Igreja de São Francisco de Assis, retratada nas figuras acima, são obra de um dos maiores artistas brasileiros, conhecido como:

A obra mais conhecida de Pedro Américo é "O Grito do Ipiranga", atualmente no Museu Paulista. Graça Proença, em seu livro "História da Arte"(1994), faz a seguinte leitura: "Trata-se de uma enorme tela retangular que mostra D. Pedro I proclamando a Independência do Brasil. Atrás dele estão seus acompanhantes: à direita e à frente do grupo principal, num grande semicírculo, estão os cavaleiros da comitiva; à esquerda, e em contraponto aos cavaleiros, está um longo carro de boi guiado por um homem do campo que olha a cena curioso. Movimento e imponência fazem do gesto de D. Pedro I, na concepção do pintor, um momento privilegiado da História do Brasil." Conforme a autora, a que estilo pertence esta obra?

A Semana de Arte Moderna de 1922 ocorreu em uma época cheia de turbulências políticas, sociais, econômicas e culturais no Brasil. As vanguardas estéticas surgiam e o mundo se espantava com as novas linguagens desprovidas de regras. Alvo de críticas, e em parte ignorada, a Semana não foi bem entendida em sua época, pois se encaixava no contexto da República Velha controlada pelas oligarquias cafeeiras e pela política do café com leite.

Dentre alguns nomes desse novo conceito estético e suas respectivas formas de atuação, destacam-se

Heitor Villa-Lobos participou, apresentando composições musicais de sua autoria, de um movimento que se tornou um dos marcos da história da arte brasileira, a Semana de Arte Moderna, em 1922. Entre os artistas citados a seguir, o que NÃO participou da referida Semana foi:

Com relação à arte e ao folclore brasileiro, julgue os itens a seguir.

Para ser considerado folclore, um costume deve ter origem anônima, ser aceito e praticado por um grande número de indivíduos e também precisa resistir ao tempo e ser passado de geração para geração.

Com relação à arte e ao folclore brasileiro, julgue os itens a seguir.

A Folia de Reis é uma das várias comemorações de caráter religioso que se repetem há séculos no Brasil. Grupos de cantadores e músicos percorrem as ruas de pequenas cidades no mês de agosto.

O movimento antropofágico, que propunha a deglutição da cultura européia, transformando-a em algo bem brasileiro, foi liderado por Tarsila do Amaral e Oswald de Andrade, em 1928. A obra de Tarsila do Amaral, que deu início a essa fase, junto com o Manifesto Antropófago de Oswald de Andrade, foi:

Dois projetistas de valores conversavam sobre a importância da Semana de Arte Moderna de 1922 para o desenvolvimento das artes no Brasil. Um dos profissionais afirmou que aquela semana foi um marco para a modernidade da pintura no país, pois rompeu com a tradição acadêmica e estimulou artistas tímidos e hesitantes. Foi um verdadeiro festival dadaísta que chocou o conservadorismo burguês. O outro projetista aquiesceu, complementando enfaticamente que, naquele acontecimento cultural, os seus idealizadores, na verdade, pretendiam

São nomes de obras de Anita Malfatti:

Quando analisamos obras de arte devemos sempre lembrar que elas participam ativamente das ambiências e manifestações estéticas de nossa vida quotidiana, tanto direta, quanto indiretamente. Nesse sentido, ao longo dos estudos escolares, não devemos esquecer dos componentes que se inter-relacionam no processo artístico, para que possamos entender e refletir convenientemente sobre o fazer artístico: os autores/artistas, os produtos artísticos/obras de arte. Nesse processo, o papel do público/audiência/espectadores:

Com relação à arte e ao folclore brasileiro, julgue os itens a seguir.

O folclore é um meio que o povo tem para compreender o mundo. Fazem parte do folclore os utensílios que o povo fabrica para o uso de ornamentação, como as cestas de vime, os objetos de cerâmica, madeira e couro, e ainda os tecidos, as rendas, os adornos e as miçangas.

No que se refere à história da arte, julgue os próximos itens.

A Semana de Arte Moderna, realizada em fevereiro de 1922, foi uma homenagem a diversos artistas que apresentavam em suas obras uma estética conservadora.

Sérgio Milliet refere-se a José Ferraz de Almeida Júnior, pintor de origem paulista, como um artista:

Sob coordenação da arquiteta Lina Bo Bardi surgiu o Instituto de Arte Contemporânea (IAC) nas dependências do Museu de Arte de São Paulo (MASP), semente do ensino superior de design no Brasil, inaugurado em

A história da arte no Brasil é fundamental para a formação de nossa identidade cultural. Nessa história, um elemento social foi importante para a solidificação dos saberes artísticos e para o ensino das artes visuais pintura, desenho, escultura, instalação, performance, fotografia e cinema), tendo colocado o Brasil no roteiro das grandes ações mundiais em artes visuais. Trata-se do (da)

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