Questões de Concursos

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Madalena Silva, Joel Bonin e Ramón Garrote, em seu texto Elementos da cultura digital para o ensino de filosofia no ensino médio: o que dizem as pesquisas?, ressaltam que: “todos os recursos digitais adotados nas práticas pedagógicas contribuem para o ensino de Filosofia. A depender do recurso utilizado […], eles permitem: (i) ilustrar conceitos e teoria filosóficas de modo mais concretos; (ii) estimular a reflexão filosófica e crítica; (iii) desenvolver habilidades críticas; (iv) estimular o debate e diálogo; (v) compartilhar ideias e opiniões sobre temas filosóficos”.

Segundo os autores, os recursos mencionados no ensino de Filosofia refletem suas potencialidades ao
Em seu texto Elementos da cultura digital para o ensino de filosofia no ensino médio: o que dizem as pesquisas?, Madalena Silva, Joel Bonin e Ramón Garrote argumentam que: “O ensino de filosofia é fundamental para o desenvolvimento do pensamento crítico, da reflexão ética e da compreensão da complexidade do mundo. A filosofia pode ajudar os estudantes a pensar de forma autônoma, a questionar seus preconceitos e a compreender as diferentes perspectivas sobre os problemas da vida. E, para dinamizar essas possibilidades, há pesquisas que recorrem aos recursos digitais provenientes da cultura digital”.

Com base no texto, recorrer aos recursos indicados é relevante para o ensino de filosofia, pois
O fazer (ou melhor, o saber fazer) difere de outras capacidades humanas como a de contemplar a realidade (literal ou mentalmente), agir (no sentido de adotar decisões responsáveis), experimentar sentimentos (que chegam a ser muito sofisticados, como o fascínio por uma obra de arte) e expressar-se (sobretudo, manifestar a própria identidade, as próprias ideias, os próprios anseios) mediante uma linguagem articulada, particularmente a enunciativa.

(Cupani, 2004. Adaptado)

Segundo Alberto Cupani, a compreensão da dimensão técnica da vida humana
Numa perspectiva analítica, Mario Bunge entende por técnica o controle ou a transformação da natureza pelo ser humano, o qual faz uso de conhecimentos pré-científicos. A tecnologia, por sua vez, consiste na técnica de base científica (Cupani, 2004. Adaptado).
Segundo Alberto Cupani, para Mario Bunge, a técnica e a tecnologia
A revolução darwiniana é resultado da obra de Charles Darwin intitulada A origem das espécies pela seleção natural (1859). Nessa obra, ele formula sua famosa teoria da evolução, ou, mais apropriadamente, da transformação das espécies pela seleção natural. Essa teoria considera que o ser humano é apenas mais uma espécie natural entre outras e que a espécie humana resulta de um processo de evolução natural.

(Marcondes, 2010. Adaptado)

Segundo Danilo Marcondes, a teoria darwiniana
No currículo da educação básica, é necessário trabalhar elementos da Cultura Digital, isto é, práticas, hábitos e valores resultantes da interação entre o ser humano e as tecnologias digitais, para que os estudantes possam exercer a cidadania digital. Com isso, questiona-se: quais são os elementos da cultura digital que contribuem para a reflexão e criticidade dos estudantes no ensino da Filosofia do ensino médio?

(Silva, Bonin & Garrote, 2023. Adaptado)

Para os autores, a cultura digital pode beneficiar os estudantes ao promover
Alberto Cupani, quando discute a filosofia da tecnologia de Borgmann, em seu texto A tecnologia como problema filosófico: três enfoques, destaca que: “Para Borgmann, ‘tecnologia’ não designa uma forma de técnica, mais evoluída e potente graças à sua associação com a ciência […], mas um modo de vida próprio da Modernidade. A tecnologia é o modo tipicamente moderno de o homem lidar com o mundo, um ‘paradigma’ ou ‘padrão’ caraterístico e limitador da existência, intrínseco à vida quotidiana. Tão intrínseco que ele passa, por isso mesmo, despercebido”.

A abordagem da filosofia da tecnologia mencionada, no excerto, considera como característica central da tecnologia