
At the opening of paragraph 2, the leader of the centre-left USL, Victor Ponta, expressed his

At the opening of paragraph 2, the leader of the centre-left USL, Victor Ponta, expressed his

A partir da argumentação do texto, infere-se que

Com base nas ideias desenvolvidas no texto, verifica-se que a autora do texto
Assinale a opção que constitui continuação coesa e coerente para o trecho retirado do Correio Braziliense, 6/02/2008.
Com 2 milhões de quilômetros quadrados, o cerrado é insurgência fi togeográfi ca do tipo savana de incalculável biodiversidade vegetal e animal estendida sobre nove estados do Brasil: São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Maranhão e Piauí. Há tempos se encontra ameaçado pelo avanço de monoculturas (soja a mais visível), pecuária extensiva, desmatamento, queimadas, carvoaria e outras formas de predação. Agora, relatório do Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira (Probio) revela dado alarmante sobre a depredação no espaço geográfi co do Distrito Federal.
Assinale a opção que apresenta um parágrafo argumentativamente coerente e textualmente coeso para ser inserido no espaço (......) abaixo.
De 1950 a 1970, o Brasil passou de rural a urbano em função do incremento da população vivendo em cidades. Em poucos anos o país registrou percentual expressivo de residentes urbanos. Naqueles anos, três fatos marcaram a evolução populacional: o declínio da população rural, o aumento da população vivendo em metrópoles e a decisão de introduzir na gestão pública algum grau de planejamento urbano. Nesse período, as ações governamentais tendiam a maximizar os recursos para os serviços de uso comum. A meta era o planejamento compreensivo com visão abrangente dos aglomerados metropolitanos.
(......)
Mas o modelo pretendido pelas metrópoles esbarrou em inúmeros obstáculos e redundou em relativo fracasso. Algumas metrópoles tornaram-se atrativas aos migrantes excluídos de outras regiões. Com isso, sofreram o que se denominou de inchaço urbano.
(Adaptado de Aldo Paviani, Metrópoles brasileiras. Correio Braziliense, 21 de abril de 2008)
Entre as diferentes versões do mesmo texto, escolha a que representa a melhor opção estilística.
Assinale a opção que constitui continuação coesa e coerente para o trecho do texto retirado do Jornal do Brasil, 28/01/2008.
O Brasil tem na China um de seus maiores e mais estratégicos parceiros comerciais no planeta. Não por acaso, ambas as nações se alinham entre os quatro países emergentes abrigados sob a sigla Bric (os outros são a Rússia e a Índia). As compras e vendas de ambos os lados saltaram de US$ 1,54 bilhão em 1999 para mais de US$ 23 bilhões no ano passado.
As questões 04 e 05 tomam por base o seguinte trecho
adaptado de uma entrevista publicada em Época, de 6 de
fevereiro, 2006.
Época - Qual é o grande problema brasileiro?
Ricardo Neves - Assim como a inflação foi nosso
dragão tempos atrás, a informalidade é nosso câncer
que está entrando em metástase. A informalidade tem
três eixos. O primeiro são os direitos de propriedade. Os
barracos das favelas não podem ser comercializados,
não podem ser usados para conseguir crédito. O
segundo é o trabalho. Estima-se que entre 55% e
60% dos trabalhadores estão na informalidade. São
pessoas que não contribuem, não pagam INSS. A
carga tributária fica concentrada nos 40% restantes
da população. O terceiro é a informalidade na cadeia
produtiva. São empresas que estão fora da lei, seja
porque os tributos são altos, seja porque a burocracia
é complicada.
Avalie a correção dos seguintes itens a respeito da organização das idéias no texto.
I. As expressões usadas para os sentidos figurados de "inflação"(l.2) e "informalidade"(l.3) ressaltam seus aspectos negativos, amedrontadores; razões por que deve ser combatida.
II. O desenvolvimento da textualidade permite depreender que a fi gura de linguagem "entrando em metástase" (l.4) sugere que o problema da informalidade está se alastrando, se espalhando na sociedade.
III. Nas linhas 7 a 9, pela contribuição de signifi cados que os dois períodos sintáticos trazem para o texto, a substituição do sinal de ponto que separa "trabalho" de "Estima-se" pelo sinal de dois-pontos preserva a coerência da argumentação e a correção gramatical.
IV. Pelas marcas de alternação, "seja ...seja"(l.13 e 14), que ligam as orações indicadoras das razões da informalidade na cadeia produtiva, depreende-se que tais razões excluem-se mutuamente: ou existe uma ou existe outra.
Estão corretos apenas os itens
Assinale a opção que corresponde a rro gramatical.
Há(1) no mundo 438 reatores de energia atômica, distribuídos em 31 países. Os EUA possuem 104 delas(2), a França 59, o Japão 53, a Alemanha 19, a Rússia 29. O Brasil está em 21º lugar, com(3) duas usinas atômicas. Os problemas desse tipo de energia são(4) o risco de um acidente e o problema relacionado ao armazenamento dos dejetos(5) radioativos. Muitos países estão desativando suas unidades nucleares, como a Suécia, a Áustria, a Itália e a Alemanha.
(Adaptado de http://www.aultimaarcadenoe.com/energia.htm)
Marque a opção que não substitui corretamente o item sublinhado no texto, respeitando-se a ordem em que ocorrem.
Na medida em que a dinâmica da acumulação privada e a mobilidade dos capitais já não são controladas pelo Estado através da tributação, os direitos humanos, numa visão jurídico-positiva, encontram-se em fase regressiva. Eles podem até continuar existindo no plano legal, sobrevivendo, em termos formais, aos processos de tributação. Mas não têm mais condições de ser efetivamente implementados no plano real (se é que o foram, integralmente, um dia).
(Baseado em Mário Antônio Lobato de Paiva em www.ambitojuridico.com.br)
Read the text below which is entitled The perils of
prosperity in order to answer questions 28 to 30.
The perils of prosperity
Source: The Economist
April 27th 2006 (Adapted)
Midway through the first decade of the 21st century,
economic growth is pulling millions out of poverty. Growth,
so devoutly desired yet often so elusive for developing
countries, is occurring in China and India on a heroic scale.
Yet once affluence is achieved, its value is often questioned.
In the 1960s and 1970s, economists started worrying about
environmental and social limits to growth. Now Avner Offer,
professor of economic history at Oxford University, has
added a weighty new critique to this tradition.
The Challenge of Affluence accepts that the
populations of poor countries gain from growth, but says
that the main benefits of prosperity are achieved at quite
modest levels. Its central thesis is that rising living standards
in Britain andAmerica have engendered impatience, which
undermines well-being. The fruits of affluence are bitter
ones, and include addiction, obesity, family breakdown and
mental disorders.
Professor Offer´s new critique is described as weighty. Therefore,
Entre as diferentes versões do mesmo texto, escolha a que representa a melhor opção estilística.
Read the text below which is entitled The perils of
prosperity in order to answer questions 28 to 30.
The perils of prosperity
Source: The Economist
April 27th 2006 (Adapted)
Midway through the first decade of the 21st century,
economic growth is pulling millions out of poverty. Growth,
so devoutly desired yet often so elusive for developing
countries, is occurring in China and India on a heroic scale.
Yet once affluence is achieved, its value is often questioned.
In the 1960s and 1970s, economists started worrying about
environmental and social limits to growth. Now Avner Offer,
professor of economic history at Oxford University, has
added a weighty new critique to this tradition.
The Challenge of Affluence accepts that the
populations of poor countries gain from growth, but says
that the main benefits of prosperity are achieved at quite
modest levels. Its central thesis is that rising living standards
in Britain andAmerica have engendered impatience, which
undermines well-being. The fruits of affluence are bitter
ones, and include addiction, obesity, family breakdown and
mental disorders.
According to the text,
Read the text below which is entitled “The future of work” in
order to answer questions 21 to 24.
The future of work
Source: Newsweek
Jan 30th, 2006 (Adapted)
Many of the rich world’s notions about old age are dying.
While the streamlining effects of international competition
are focusing attention on the need to create and keep good
jobs, those fears will eventually give way to worries about
the growing shortage of young workers. One unavoidable
solution: putting older people back to work, whether they
like it or not. Indeed, cutting-edge European economies
like those of Finland and Denmark have already raised
their retirement ages, reversing the postwar trend toward
ever-earlier retirement. Others are under severe pressure
to follow suit, as both the European Commission and the
Organization for Economic Cooperation and Development
(OECD) have recently warned their members that their
future prosperity depends on a growing contribution from
the elderly.
This erosion of one of the cornerstones of the good
life – relaxed golden years – has not gone unremarked. In
the last year, Belgium, Italy and France have all been hit
with massive protests against pension reforms that would,
among other things, have raised the retirement age.
In relation to the retirement ages, two specific countries have
Os trechos abaixo constituem um texto. Assinale a opção que apresenta erro gramatical.
O trechos abaixo constituem um texto adaptado de Yoshiaki Nakano, publicado no jornal Valor Econômico, dia 30/06/2009, e estão desordenados. Ordene-os nos parênteses e indique a resposta correspondente à ordenação do texto de forma coesa, coerente e gramaticalmente correta.
( ) Tanto é que alguns analistas já se apressam em afirmar que já estamos chegando ao "fundo do poço" e que no final deste ano aquelas economias vão iniciar a recuperação cíclica.
( ) Há concordância de que existem sinais de que o ritmo de queda nas economias desenvolvidas está reduzindo.
( ) É natural que as opiniões dos economistas sejam conflitantes, pois existem divergentes visões de mundo e diferentes percepções sobre a natureza da crise e, consequentemente, da saída da crise.
( ) Outros analistas mais críticos afirmam que não há nenhuma indicação de que o "pior já passou", de que recuperação virá, ou de que a recuperação se iniciará ainda neste ano.
( ) Assim, alguns analistas acreditam que já em 2010 as economias voltarão a crescer, enquanto outros pintam um quadro mais difícil em que a recuperação não virá sem mudanças estruturais e reformas.
Assinale a opção que não continua de forma coesa, coerente e gramaticalmente correta o fragmento a seguir.
O processo de briquetagem é o aproveitamento e a compactação de resíduos vegetais para uso de produção de energia.
(Adaptado de http://www.aultimaarcadenoe.com/energia.htm)
O texto abaixo foi transcrito do Jornal do Brasil, de 28/7/2010. Assinale a opção que constitui continuação gramaticalmente correta, coesa e coerente para o trecho
O anúncio de que os investidores estrangeiros mudaram o perfil de seus negócios no Brasil pela primeira vez em sete anos é preocupante. O país, nesse período, atravessou, com comportamento exemplar, crises de graves proporções no cenário econômico internacional. Deu-se ao luxo até de emprestar dinheiro ao Fundo Monetário Internacional como reafirmação de seu status de bom pagador e, sobretudo, de uma economia em ascensão, organizada e modernizada. Sucessivas levas de indicadores sociais reforçaram o papel de destaque no bloco dos Brics, países emergentes com grande potencial. Sendo assim, o que teria levado à fuga do capital mais interessante, que é aquele aplicado em produção e geração de riquezas?
Companies in the rich world are confronted with a rapidly
ageing workforce. Nearly one in three American workers
will be over 50 by 2012, and America is a young country
compared with Japan and Germany. China is also ageing
rapidly, thanks to its one-child policy. This means that
companies will have to learn how to manage older workers
better.
Most companies are remarkably ill-prepared. There was a
fl icker of interest in the problem a few years ago but it was
snuffed out by the recession. The management literature
on older workers is a mere molehill compared with the
mountain devoted to recruiting and retaining the young.
Companies are still stuck with an antiquated model for
dealing with ageing, which assumes that people should
get pay rises and promotions on the basis of age. They
have dealt with the burdens of this model by periodically
"downsizing" older workers or encouraging them to take
early retirement. This has created a dual labour market for
older workers, of cosseted insiders on the one hand and
unemployed or retired outsiders on the other.
But this model cannot last. The number of young people,
particularly those with valuable science and engineering
skills, is shrinking. And governments are raising retirement
ages and making it more diffi cult for companies to shed
older workers, in a desperate attempt to cope with their
underfunded pension systems.
Feb 4th 2010 | From The Economist print edition [adapted]
According to the text, businesses
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