Um homem diabético tipo II, com 47 anos de idade, vivendo com
HIV, tem carga viral do HIV indetectável e contagem de linfócitos
TCD4 normal, pois faz uso regular dos antirretrovirais. O esquema
é composto por tenofovir + lamivudina + dolutegravir. O
tratamento prescrito para o diabetes foi glimepirida e
metformina. O médico assistente teve que fazer uma alteração
no esquema dos hipoglicemiantes orais em função de possível
interação medicamentosa.
Tal alteração consistiu em:
Um paciente masculino, de 57 anos, portador de tireoidite de
Hashimoto e um nódulo em lobo esquerdo Bethesda VI em
citologia medindo, em seu maior diâmetro, 4,2 cm, sem
linfonodomegalias suspeitas, foi encaminhado para
tireoidectomia total. Ao final da lobectomia esquerda, foi
estimulado o nervo laríngeo recorrente e foi identificada uma
diminuição de 70% da amplitude e aumento de 50% da latência
em comparação com os valores iniciais da cirurgia. Foi descartado
qualquer mal funcionamento ou interferência no monitor de
nervo.
A melhor conduta intraoperatória para esse paciente é:
A eficiência do rastreamento genético, pela pesquisa de
mutações no proto-oncogene RET, está bem estabelecida no
diagnóstico e na identificação de portadores assintomáticos das
formas hereditárias de carcinoma medular da tireoide (CMT).
Em relação ao CMT e ao proto-oncogene RET, é correto afirmar
que: