"O projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo " (PMI, 2013, S. 3). Em relação a esse contexto, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) A natureza temporária do projeto indica um início e um término definidos.
( ) O termo temporário do projeto não significa de curta duração.
( ) Geralmente, o termo temporário se aplica ao produto, serviço ou resultado criado pelo projeto.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
As raízes do racismo
Drauzio Varella
Somos seres tribais que dividem o mundo em dois grupos:
o "nosso" e o "deles". Esse é o início de um artigo sobre racismo
publicado na revista "Science", como parte de uma seção sobre
conflitos humanos, leitura que recomendo a todos.
Tensões e suspeições intergrupais são responsáveis pela
violência entre muçulmanos e hindus, católicos e protestantes,
palestinos e judeus, brancos e negros, heterossexuais e
homossexuais, corintianos e palmeirenses.
Num experimento clássico dos anos 1950, psicólogos
americanos levaram para um acampamento adolescentes que
não se conheciam.
Ao descer do ônibus, cada participante recebeu
aleatoriamente uma camiseta de cor azul ou vermelha. A partir
desse momento, azuis e vermelhos faziam refeições em horários
diferentes, dormiam em alojamentos separados e formavam
equipes adversárias em todas as brincadeiras e práticas esportivas.
A observação precisou ser interrompida antes da data
prevista, por causa da violência na disputa de jogos e das brigas
que irrompiam entre azuis e vermelhos.
Nos anos que se seguiram, diversas experiências
semelhantes, organizadas com desconhecidos reunidos de forma
arbitrária, demonstraram que consideramos os membros de nosso
grupo mais espertos, justos, inteligentes e honestos do que os "outros".
Parte desse prejulgamento que fazemos "deles" é
inconsciente. Você se assusta quando um adolescente negro se
aproxima da janela do carro, antes de tomar consciência de que
ele é jovem e tem pele escura, porque o preconceito contra homens
negros tem raízes profundas.
Nos últimos 40 anos, surgiu vasta literatura científica para
explicar por que razão somos tão tribais. Que fatores em nosso
passado evolutivo condicionaram a necessidade de armar
coligações que não encontram justificativa na civilização moderna?
Por que tanta violência religiosa? Qual o sentido de corintianos
se amarem e odiarem palmeirenses?
Seres humanos são capazes de colaborar uns com os
outros numa escala desconhecida no reino animal, porque viver
em grupo foi essencial à adaptação de nossa espécie. Agruparse
foi a necessidade mais premente para escapar de predadores,
obter alimentos e construir abrigos seguros para criar os filhos.
A própria complexidade do cérebro humano evoluiu, pelo
menos em parte, em resposta às solicitações da vida comunitária.
Pertencer a um agrupamento social, no entanto, muitas
vezes significou destruir outros. Quando grupos antagônicos
competem por território e bens materiais, a habilidade para formar
coalizões confere vantagens logísticas capazes de assegurar maior
probabilidade de sobrevivência aos descendentes dos vencedores.
A contrapartida do altruísmo em relação aos "nossos" é
a crueldade dirigida contra os "outros".
Na violência intergrupal do passado remoto estão fincadas
as raízes dos preconceitos atuais. As interações negativas entre
nossos antepassados deram origem aos comportamentos
preconceituosos de hoje, porque no tempo deles o contato com
outros povos era tormentoso e limitado.
Foi com as navegações e a descoberta das Américas que
indivíduos de etnias diversificadas foram obrigados a conviver,
embora de forma nem sempre pacífica. Estaria nesse estranhamento
a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo,
povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.
Preconceito racial não é questão restrita ao racismo, faz
parte de um fenômeno muito mais abrangente que varia de uma
cultura para outra e que se modifica com o passar do tempo. Em
apenas uma geração, o apartheid norte?americano foi combatido
a ponto de um negro chegar à Presidência do país.
O preconceito contra "eles" cai mais pesado sobre os
homens, porque eram do sexo masculino os guerreiros que
atacavam nossos ancestrais. Na literatura, essa constatação
recebeu o nome de hipótese do guerreiro masculino.
A evolução moldou nosso medo de homens que pertencem
a outros grupos. Para nos defendermos deles, criamos fronteiras
que agrupam alguns e separam outros em obediência a critérios
de cor da pele, religião, nacionalidade, convicções políticas, dialetos
e até times de futebol.
Demarcada a linha divisória entre "nós" e "eles",
discriminamos os que estão do lado de lá. Às vezes com violência.
Considere as afirmações abaixo.
I. De acordo com o texto, o homem tem tendência a se agrupar, tendo como base sempre a cor da pele e as características físicas.
II. O intuito da experiência científica dos psicólogos americanos na década de 1950 era obter dados que ajudassem a descrever o comportamento humano.
Está correto o que se afirma em
Médicos estrangeiros
João Medeiros Filho*
Mais uma vez em pauta a discussão em torno da importação de
médicos estrangeiros ou formados no exterior. Não poderíamos
nos abster de reiterar nosso posicionamento sobre matéria tão
relevante. Hoje somos mais de 380 mil médicos no País, o que
nos coloca na 5ª colocação no mundo, em números absolutos.
Temos 197 escolas,perdendo apenas para a Índia(1,2 bilhão de
hab.), superando a China( 1,3 bilhão de hab.) e os Estados Unidos
que detêm, respectivamente, 150 e 134 faculdades.
Nossa pequenina Paraíba, com uma população de cerca de 3,8
milhões de almas, conta com 6 escolas médicas e, pelo menos,
mais 2 em fase de implantação – um recorde, com certeza.
Formam–se por ano, aproximadamente, 16500 esculápios no Brasil
e 500 a 600,em nosso meio.Como se não bastasse, a Presidente
Dilma Rousseff anunciou recentemente a intenção de criar mais
4500 vagas anuais para medicina.
Será que precisamos trazer profissionais do exterior?E como seria
a revalidação de diploma desses profissionais, via decreto?Faltam
médicos em nosso meio? .
Não existe ainda um consenso em relação ao número ideal de
médicos/ habitante. Pesquisa realizada pelo CFM/CREMESP
evidenciou que no Brasil tal coeficiente é de 1,95/1000, o que nos
remete ao patamar de diversos países de 1º. mundo, a exemplo do
Canadá e dos Estados Unidos.Temos, sim, má distribuição dos
profissionais, que se concentram nas grandes cidades e capitais,
por falta de políticas públicas que priorizem a interiorização do médico.
Em João Pessoa, onde pontificam mais de 3000 esculápios, a
relação é de 4/1000, o dobro da média nacional; no entanto, mais
de 15% das equipes da ESF não dispõem de médicos, devido a
diversos fatores, entre os quais,a falta de condições adequadas
de trabalho e de segurança, a fragilidade do vínculo trabalhista e
a baixa remuneração. Não é importando médicos que vamos
corrigir tal distorção.
Não cultivamos a xenofobia, mas defendemos a revalidação dos
diplomas estrangeiros nos moldes do REVALIDA, que é aplicado
anualmente pelo MEC. Precisamos, sim, garantir a qualificação
profissional daqueles que pretendem atuar em nosso País, em
defesa da população menos favorecida, para que não incorramos
no erro de oferecer uma assistência médica pobre, de 2ª categoria,
para o pobre.
Considere as afirmações abaixo.
I. O autor considera que o atendimento médico no Brasil é equivalente ao de países desenvolvidos, como Canadá e Estados Unidos.
II. O autor mostra–se contrário ao anúncio da presidente em criar mais vagas em universidades para a medicina.
Está correto o que se afirma em
Em um adulto jovem, o pulso entre 60 e 100 bpm (batidas por minuto) é considerado:
A distribuição percentual do total de profissionais de enfermagem para as 24 horas de cada unidade de internação deve observar o sistema de classificação e as proporções mínimas. Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta.
As raízes do racismo
Drauzio Varella
Somos seres tribais que dividem o mundo em dois grupos: o "nosso" e o "deles". Esse é o início de um artigo sobre racismo publicado na revista "Science", como parte de uma seção sobre conflitos humanos, leitura que recomendo a todos.
Tensões e suspeições intergrupais são responsáveis pela violência entre muçulmanos e hindus, católicos e protestantes, palestinos e judeus, brancos e negros, heterossexuais e homossexuais, corintianos e palmeirenses.
Num experimento clássico dos anos 1950, psicólogos americanos levaram para um acampamento adolescentes que não se conheciam. Ao descer do ônibus, cada participante recebeu aleatoriamente uma camiseta de cor azul ou vermelha. A partir desse momento, azuis e vermelhos faziam refeições em horários diferentes, dormiam em alojamentos separados e formavam equipes adversárias em todas as brincadeiras e práticas esportivas.
A observação precisou ser interrompida antes da data prevista, por causa da violência na disputa de jogos e das brigas que irrompiam entre azuis e vermelhos. Nos anos que se seguiram, diversas experiências semelhantes, organizadas com desconhecidos reunidos de forma arbitrária, demonstraram que consideramos os membros de nosso grupo mais espertos, justos, inteligentes e honestos do que os "outros".
Parte desse prejulgamento que fazemos "deles" é inconsciente. Você se assusta quando um adolescente negro se aproxima da janela do carro, antes de tomar consciência de que ele é jovem e tem pele escura, porque o preconceito contra homens negros tem raízes profundas.
Nos últimos 40 anos, surgiu vasta literatura científica para explicar por que razão somos tão tribais. Que fatores em nosso passado evolutivo condicionaram a necessidade de armar coligações que não encontram justificativa na civilização moderna? Por que tanta violência religiosa? Qual o sentido de corintianos se amarem e odiarem palmeirenses?
Seres humanos são capazes de colaborar uns com os outros numa escala desconhecida no reino animal, porque viver em grupo foi essencial à adaptação de nossa espécie. Agrupar-se foi a necessidade mais premente para escapar de predadores, obter alimentos e construir abrigos seguros para criar os filhos.
A própria complexidade do cérebro humano evoluiu, pelo menos em parte, em resposta às solicitações da vida comunitária. Pertencer a um agrupamento social, no entanto, muitas vezes significou destruir outros. Quando grupos antagônicos competem por território e bens materiais, a habilidade para formar coalizões confere vantagens logísticas capazes de assegurar maior probabilidade de sobrevivência aos descendentes dos vencedores.
A contrapartida do altruísmo em relação aos "nossos" é a crueldade dirigida contra os "outros". Na violência intergrupal do passado remoto estão fincadas as raízes dos preconceitos atuais. As interações negativas entre nossos antepassados deram origem aos comportamentos preconceituosos de hoje, porque no tempo deles o contato com outros povos era tormentoso e limitado.
Foi com as navegações e a descoberta das Américas que indivíduos de etnias diversificadas foram obrigados a conviver, embora de forma nem sempre pacífica. Estaria nesse estranhamento a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo, povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.
Preconceito racial não é questão restrita ao racismo, faz parte de um fenômeno muito mais abrangente que varia de uma cultura para outra e que se modifica com o passar do tempo. Em apenas uma geração, o apartheid norte-americano foi combatido a ponto de um negro chegar à Presidência do país.
O preconceito contra "eles" cai mais pesado sobre os homens, porque eram do sexo masculino os guerreiros que atacavam nossos ancestrais. Na literatura, essa constatação recebeu o nome de hipótese do guerreiro masculino. A evolução moldou nosso medo de homens que pertencem a outros grupos. Para nos defendermos deles, criamos fronteiras que agrupam alguns e separam outros em obediência a critérios de cor da pele, religião, nacionalidade, convicções políticas, dialetos e até times de futebol.
Demarcada a linha divisória entre "nós" e "eles", discriminamos os que estão do lado de lá. Às vezes com violência.
Considere o período e as afirmações abaixo.
Estaria nesse estranhamento a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo, povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.
I. O uso do futuro do pretérito do verbo "estar" indica falta de certeza quanto à origem do preconceito contra outros povos.
II. O adjetivo "idiossincrasias" pode ser substituído, sem alteração de sentido, por agressões.
Está correto o que se afirma em
O IAK (Índice de Aldrete e Kroulik) é um sistema numérico (escala) que permite a coleta de dados por critérios definidos. Tem como objetivo sistematizar as condições fisiológicas para a previsibilidade da alta da sala de recuperação anestésica (RPA). Assinale a alternativa que contenha os dados avaliados no IAK.
Um paciente ingeriu, na soma de todas as fontes, 1500 ml, mas apresentou perda de 900 ml, teremos como resultado ______ o que indica que o balanço hídrico do paciente no período analisado é ______.
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
Considere as orações abaixo e assinale a alternativa correta.
I. O rápido garoto terminou o exercício.
II. O garoto anda muito rápido.
Administrar uma organização, seja ela uma empresa, um empreendimento, uma instituição, um negócio ou qualquer atividade organizada, requer alguns conhecimentos mínimos para que a empreitada possa ser bem-sucedida e sustentável no tempo (CHIAVENATO, 2015). Nesse contexto, analise as afirmativas abaixo:
I. Com uma administração, os processos produtivos que são abstratos, são os facilitadores para o alcance dos objetivos simbólicos.
II. A administração proporciona rumo e direção para que a organização possa seguir adiante a fim de alcançar os objetivos e cumprir metas.
III.Uma administração normalmente é medida e avaliada em função dos resultados que promove por meio da atividade organizada.
Assinale a alternativa correta.
Sejam as afirmações:
I. Se o valor lógico de uma proposição p é falso e o valor lógico de uma proposição q é verdadeiro, então o valor lógico da conjunção entre p e q é verdadeiro.
II. Se todo X é Y, então todo Y é X.
III. Se uma proposição p implica numa proposição q, então a proposição q implica na proposição p.
Pode–se afirmar que são verdadeiras: