Hospitalização de adolescentes por transtornos mentais aumenta e preocupa pediatras.
As internações hospitalares de adolescentes
com idade de 10 a 14 anos motivadas por doenças
mentais e comportamentais aumentaram 107% nos
últimos dez anos no Sistema Único de Saúde (SUS),
registrando quase 25 mil casos no período. Na faixa
etária de 15 a 19 anos, foram mais de 130 mil
internações em uma década.
Segundo levantamento da Sociedade
Brasileira de Pediatria (SBP), elaborado com base em
dados do Ministério da Saúde, o aumento das
hospitalizações ± muitas delas motivadas por quadros
graves de transtorno de humor, estresse e outras
doenças ± pode estar relacionado a um aumento da
incidência da chamada doença do século XXI: a
depressão. No entanto, os pediatras não descartam a
possibilidade também de maior procura pela assistência
ou aperfeiçoamento das notificações.
Fonte: http://www.saudebrasilnet.com.br/noticias/hospitalizacao-deadolescentes-por-transtornos-mentais-aumenta-e-preocupa-pediatras
Assinale a alternativa em que o acento grave, indicador de crase, foi usado corretamente

"O projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo " (PMI, 2013, S. 3). Em relação a esse contexto, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).


( ) A natureza temporária do projeto indica um início e um término definidos.

( ) O termo temporário do projeto não significa de curta duração.

( ) Geralmente, o termo temporário se aplica ao produto, serviço ou resultado criado pelo projeto.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

As raízes do racismo

Drauzio Varella

Somos seres tribais que dividem o mundo em dois grupos:

o "nosso" e o "deles". Esse é o início de um artigo sobre racismo

publicado na revista "Science", como parte de uma seção sobre

conflitos humanos, leitura que recomendo a todos.

Tensões e suspeições intergrupais são responsáveis pela

violência entre muçulmanos e hindus, católicos e protestantes,

palestinos e judeus, brancos e negros, heterossexuais e

homossexuais, corintianos e palmeirenses.

Num experimento clássico dos anos 1950, psicólogos

americanos levaram para um acampamento adolescentes que

não se conheciam.

Ao descer do ônibus, cada participante recebeu

aleatoriamente uma camiseta de cor azul ou vermelha. A partir

desse momento, azuis e vermelhos faziam refeições em horários

diferentes, dormiam em alojamentos separados e formavam

equipes adversárias em todas as brincadeiras e práticas esportivas.

A observação precisou ser interrompida antes da data

prevista, por causa da violência na disputa de jogos e das brigas

que irrompiam entre azuis e vermelhos.

Nos anos que se seguiram, diversas experiências

semelhantes, organizadas com desconhecidos reunidos de forma

arbitrária, demonstraram que consideramos os membros de nosso

grupo mais espertos, justos, inteligentes e honestos do que os "outros".

Parte desse prejulgamento que fazemos "deles" é

inconsciente. Você se assusta quando um adolescente negro se

aproxima da janela do carro, antes de tomar consciência de que

ele é jovem e tem pele escura, porque o preconceito contra homens

negros tem raízes profundas.

Nos últimos 40 anos, surgiu vasta literatura científica para

explicar por que razão somos tão tribais. Que fatores em nosso

passado evolutivo condicionaram a necessidade de armar

coligações que não encontram justificativa na civilização moderna?

Por que tanta violência religiosa? Qual o sentido de corintianos

se amarem e odiarem palmeirenses?

Seres humanos são capazes de colaborar uns com os

outros numa escala desconhecida no reino animal, porque viver

em grupo foi essencial à adaptação de nossa espécie. Agruparse

foi a necessidade mais premente para escapar de predadores,

obter alimentos e construir abrigos seguros para criar os filhos.

A própria complexidade do cérebro humano evoluiu, pelo

menos em parte, em resposta às solicitações da vida comunitária.

Pertencer a um agrupamento social, no entanto, muitas

vezes significou destruir outros. Quando grupos antagônicos

competem por território e bens materiais, a habilidade para formar

coalizões confere vantagens logísticas capazes de assegurar maior

probabilidade de sobrevivência aos descendentes dos vencedores.

A contrapartida do altruísmo em relação aos "nossos" é

a crueldade dirigida contra os "outros".

Na violência intergrupal do passado remoto estão fincadas

as raízes dos preconceitos atuais. As interações negativas entre

nossos antepassados deram origem aos comportamentos

preconceituosos de hoje, porque no tempo deles o contato com

outros povos era tormentoso e limitado.

Foi com as navegações e a descoberta das Américas que

indivíduos de etnias diversificadas foram obrigados a conviver,

embora de forma nem sempre pacífica. Estaria nesse estranhamento

a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo,

povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.

Preconceito racial não é questão restrita ao racismo, faz

parte de um fenômeno muito mais abrangente que varia de uma

cultura para outra e que se modifica com o passar do tempo. Em

apenas uma geração, o apartheid norte?americano foi combatido

a ponto de um negro chegar à Presidência do país.

O preconceito contra "eles" cai mais pesado sobre os

homens, porque eram do sexo masculino os guerreiros que

atacavam nossos ancestrais. Na literatura, essa constatação

recebeu o nome de hipótese do guerreiro masculino.

A evolução moldou nosso medo de homens que pertencem

a outros grupos. Para nos defendermos deles, criamos fronteiras

que agrupam alguns e separam outros em obediência a critérios

de cor da pele, religião, nacionalidade, convicções políticas, dialetos

e até times de futebol.

Demarcada a linha divisória entre "nós" e "eles",

discriminamos os que estão do lado de lá. Às vezes com violência.

Considere as afirmações abaixo.
I. De acordo com o texto, o homem tem tendência a se agrupar, tendo como base sempre a cor da pele e as características físicas.
II. O intuito da experiência científica dos psicólogos americanos na década de 1950 era obter dados que ajudassem a descrever o comportamento humano.
Está correto o que se afirma em

Constitui dívida ativa tributária a proveniente de crédito
dessa natureza, regularmente inscrita na repartição
administrativa competente, depois de esgotado o
prazo fixado, para pagamento, pela lei ou por decisão
final proferida em processo regular. Sobre os
requisitos obrigatórios do termo de inscrição da dívida
ativa, analise as afirmativas abaixo e dê valores
Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) O nome do devedor e, sendo caso, o dos
corresponsáveis, bem como, sempre que possível, o
domicílio ou a residência de um e de outros.
( ) A quantia devida e a maneira de calcular os
juros de mora acrescidos.
( ) A origem e natureza do crédito, mencionada
especificamente a disposição da lei em que seja fundado.
( ) A data do vencimento da dívida não paga.
Assinale a alternativa que apresenta a
sequência correta de cima para baixo.
A Assembleia Geral é o órgão máximo da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), com poderes para deliberar sobre todos os negócios relativos ao seu objeto. Em relação à Assembleia Geral, assinale a alternativa correta
Ferramentas de qualidade são ferramentas estatísticas utilizadas com o intuito de melhorar produtos, serviços e processos. Acerca desse assunto, leia o texto abaixo e assinale a alternativa correta.  "É uma ilustração sequencial de todas as etapas de um processo, mostrando como cada etapa é relacionada. Esta ferramenta da qualidade é empregada para nortear a realização de operações de uma forma uniforme." (Paladini, 1997; Aguiar, 2002)

Médicos estrangeiros

João Medeiros Filho*

Mais uma vez em pauta a discussão em torno da importação de

médicos estrangeiros ou formados no exterior. Não poderíamos

nos abster de reiterar nosso posicionamento sobre matéria tão

relevante. Hoje somos mais de 380 mil médicos no País, o que

nos coloca na 5ª colocação no mundo, em números absolutos.

Temos 197 escolas,perdendo apenas para a Índia(1,2 bilhão de

hab.), superando a China( 1,3 bilhão de hab.) e os Estados Unidos

que detêm, respectivamente, 150 e 134 faculdades.

Nossa pequenina Paraíba, com uma população de cerca de 3,8

milhões de almas, conta com 6 escolas médicas e, pelo menos,

mais 2 em fase de implantação – um recorde, com certeza.

Formam–se por ano, aproximadamente, 16500 esculápios no Brasil

e 500 a 600,em nosso meio.Como se não bastasse, a Presidente

Dilma Rousseff anunciou recentemente a intenção de criar mais

4500 vagas anuais para medicina.

Será que precisamos trazer profissionais do exterior?E como seria

a revalidação de diploma desses profissionais, via decreto?Faltam

médicos em nosso meio? .

Não existe ainda um consenso em relação ao número ideal de

médicos/ habitante. Pesquisa realizada pelo CFM/CREMESP

evidenciou que no Brasil tal coeficiente é de 1,95/1000, o que nos

remete ao patamar de diversos países de 1º. mundo, a exemplo do

Canadá e dos Estados Unidos.Temos, sim, má distribuição dos

profissionais, que se concentram nas grandes cidades e capitais,

por falta de políticas públicas que priorizem a interiorização do médico.

Em João Pessoa, onde pontificam mais de 3000 esculápios, a

relação é de 4/1000, o dobro da média nacional; no entanto, mais

de 15% das equipes da ESF não dispõem de médicos, devido a

diversos fatores, entre os quais,a falta de condições adequadas

de trabalho e de segurança, a fragilidade do vínculo trabalhista e

a baixa remuneração. Não é importando médicos que vamos

corrigir tal distorção.

Não cultivamos a xenofobia, mas defendemos a revalidação dos

diplomas estrangeiros nos moldes do REVALIDA, que é aplicado

anualmente pelo MEC. Precisamos, sim, garantir a qualificação

profissional daqueles que pretendem atuar em nosso País, em

defesa da população menos favorecida, para que não incorramos

no erro de oferecer uma assistência médica pobre, de 2ª categoria,

para o pobre.

Considere as afirmações abaixo.
I. O autor considera que o atendimento médico no Brasil é equivalente ao de países desenvolvidos, como Canadá e Estados Unidos.
II. O autor mostra–se contrário ao anúncio da presidente em criar mais vagas em universidades para a medicina.
Está correto o que se afirma em

O Conselho Nacional de Saúde é procurado por
várias instâncias como: usuários, trabalhadores,
gestores, diferentes entidades da sociedade civil
(como Organizações não governamentais e
órgãos de exercício profissional), entre outros,
com a finalidade de sanar dúvidas e obter
esclarecimentos sobre o plano de gestão. Neste
sentido, também é indicado aos membros dos
conselhos de saúde fiscalizar o andamento dos
serviços. Em relação à fiscalização dos
conselheiros de saúde, analise as afirmativas
abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F). 
( ) “É recomendada a leitura do Plano de Saúde e
as deliberações apresentadas no relatório da
última Conferência de Saúde da cada região.”
( ) “São indicadas visitas às unidades de saúde,
sem agendamento ou aviso prévio, com a
finalidade de analisar a compatibilidade do
serviço com critérios pré-definidos.”
( ) “É orientado conversar com usuários e com
trabalhadores de saúde, levantando informações
e percepções sobre a qualidade e deficiências
dos serviços de saúde.”
Assinale a alternativa que apresenta a
sequência correta de cima para baixo.
O contraditório é direito fundamental garantido
pela Constituição que reside na possibilidade
daquele a quem se imputa um processo de
oferecer uma resposta. Sobre as
possibilidades de resposta do réu, assinale a
alternativa correta.

A distribuição percentual do total de profissionais de enfermagem para as 24 horas de cada unidade de internação deve observar o sistema de classificação e as proporções mínimas. Diante do exposto, assinale a alternativa incorreta

As raízes do racismo
Drauzio Varella

Somos seres tribais que dividem o mundo em dois grupos: o "nosso" e o "deles". Esse é o início de um artigo sobre racismo publicado na revista "Science", como parte de uma seção sobre conflitos humanos, leitura que recomendo a todos.

Tensões e suspeições intergrupais são responsáveis pela violência entre muçulmanos e hindus, católicos e protestantes, palestinos e judeus, brancos e negros, heterossexuais e homossexuais, corintianos e palmeirenses.

Num experimento clássico dos anos 1950, psicólogos americanos levaram para um acampamento adolescentes que não se conheciam. Ao descer do ônibus, cada participante recebeu aleatoriamente uma camiseta de cor azul ou vermelha. A partir desse momento, azuis e vermelhos faziam refeições em horários diferentes, dormiam em alojamentos separados e formavam equipes adversárias em todas as brincadeiras e práticas esportivas.

A observação precisou ser interrompida antes da data prevista, por causa da violência na disputa de jogos e das brigas que irrompiam entre azuis e vermelhos. Nos anos que se seguiram, diversas experiências semelhantes, organizadas com desconhecidos reunidos de forma arbitrária, demonstraram que consideramos os membros de nosso grupo mais espertos, justos, inteligentes e honestos do que os "outros".

Parte desse prejulgamento que fazemos "deles" é inconsciente. Você se assusta quando um adolescente negro se aproxima da janela do carro, antes de tomar consciência de que ele é jovem e tem pele escura, porque o preconceito contra homens negros tem raízes profundas.

Nos últimos 40 anos, surgiu vasta literatura científica para explicar por que razão somos tão tribais. Que fatores em nosso passado evolutivo condicionaram a necessidade de armar coligações que não encontram justificativa na civilização moderna? Por que tanta violência religiosa? Qual o sentido de corintianos se amarem e odiarem palmeirenses? 

Seres humanos são capazes de colaborar uns com os outros numa escala desconhecida no reino animal, porque viver em grupo foi essencial à adaptação de nossa espécie. Agrupar-se foi a necessidade mais premente para escapar de predadores, obter alimentos e construir abrigos seguros para criar os filhos.

A própria complexidade do cérebro humano evoluiu, pelo menos em parte, em resposta às solicitações da vida comunitária. Pertencer a um agrupamento social, no entanto, muitas vezes significou destruir outros. Quando grupos antagônicos competem por território e bens materiais, a habilidade para formar coalizões confere vantagens logísticas capazes de assegurar maior probabilidade de sobrevivência aos descendentes dos vencedores. 

A contrapartida do altruísmo em relação aos "nossos" é a crueldade dirigida contra os "outros". Na violência intergrupal do passado remoto estão fincadas as raízes dos preconceitos atuais. As interações negativas entre nossos antepassados deram origem aos comportamentos preconceituosos de hoje, porque no tempo deles o contato com outros povos era tormentoso e limitado.

Foi com as navegações e a descoberta das Américas que indivíduos de etnias diversificadas foram obrigados a conviver, embora de forma nem sempre pacífica. Estaria nesse estranhamento a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo, povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.

Preconceito racial não é questão restrita ao racismo, faz parte de um fenômeno muito mais abrangente que varia de uma cultura para outra e que se modifica com o passar do tempo. Em apenas uma geração, o apartheid norte-americano foi combatido a ponto de um negro chegar à Presidência do país.

O preconceito contra "eles" cai mais pesado sobre os homens, porque eram do sexo masculino os guerreiros que atacavam nossos ancestrais. Na literatura, essa constatação recebeu o nome de hipótese do guerreiro masculino. A evolução moldou nosso medo de homens que pertencem a outros grupos. Para nos defendermos deles, criamos fronteiras que agrupam alguns e separam outros em obediência a critérios de cor da pele, religião, nacionalidade, convicções políticas, dialetos e até times de futebol.

Demarcada a linha divisória entre "nós" e "eles", discriminamos os que estão do lado de lá. Às vezes com violência.

Considere o período e as afirmações abaixo.
Estaria nesse estranhamento a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo, povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.
I. O uso do futuro do pretérito do verbo "estar" indica falta de certeza quanto à origem do preconceito contra outros povos.
II. O adjetivo "idiossincrasias" pode ser substituído, sem alteração de sentido, por agressões.
Está correto o que se afirma em

O IAK (Índice de Aldrete e Kroulik) é um sistema numérico (escala) que permite a coleta de dados por critérios definidos. Tem como objetivo sistematizar as condições fisiológicas para a previsibilidade da alta da sala de recuperação anestésica (RPA). Assinale a alternativa que contenha os dados avaliados no IAK.

O plano da validade compreende o exame dos
requisitos do negócio jurídico, no sentido de
verificar a carência de deficiência, vício ou
defeito. Nesse sentido, assinale a alternativa
que contém elementos de validade do negócio
jurídico.

Um paciente ingeriu, na soma de todas as fontes, 1500 ml, mas apresentou perda de 900 ml, teremos como resultado ______ o que indica que o balanço hídrico do paciente no período analisado é ______.

Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.

Imunoensaio que tem como princípio a formação de redes de células ou partículas inertes, interligadas por pontes moleculares de anticorpos, que se combinam simultaneamente com dois determinantes antigénicos nas superfícies de células ou partículas adjacentes. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a reação descrita no enunciado.
Muitas organizações codificam quais as principais características humanas que precisam para o alcance de seus objetivos estratégicos, suas metas. Essa busca de adequação entre aquilo que a organização pretende e aquilo que as pessoas oferecem é conhecida como processo seletivo. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.

Considere as orações abaixo e assinale a alternativa correta.
I. O rápido garoto terminou o exercício.
II. O garoto anda muito rápido.

Administrar uma organização, seja ela uma empresa, um empreendimento, uma instituição, um negócio ou qualquer atividade organizada, requer alguns conhecimentos mínimos para que a empreitada possa ser bem-sucedida e sustentável no tempo (CHIAVENATO, 2015). Nesse contexto, analise as afirmativas abaixo:


I. Com uma administração, os processos produtivos que são abstratos, são os facilitadores para o alcance dos objetivos simbólicos.

II. A administração proporciona rumo e direção para que a organização possa seguir adiante a fim de alcançar os objetivos e cumprir metas.

III.Uma administração normalmente é medida e avaliada em função dos resultados que promove por meio da atividade organizada.


Assinale a alternativa correta.

Sejam as afirmações:
I. Se o valor lógico de uma proposição p é falso e o valor lógico de uma proposição q é verdadeiro, então o valor lógico da conjunção entre p e q é verdadeiro.
II. Se todo X é Y, então todo Y é X.
III. Se uma proposição p implica numa proposição q, então a proposição q implica na proposição p.
Pode–se afirmar que são verdadeiras:

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