Em consonância com o documento conciliar Christus Dominus n° 30, quais são os ofícios exercidos pelo pároco como cooperadores do Bispo, pastores próprios e cura das almas?
O Documento de Aparecida (2007) prescreve que a paróquia não se basta e não deve fechar-se sobre si mesma; ela está unida às demais paróquias e ao Bispo, sucessor dos apóstolos, que une em torno de si, de Cristo Pastor, a grande comunidade diocesana na comunhão da mesma. O texto chama atenção para que tipos de virtudes?
Em uma de suas histórias geniais, Monteiro Lobato nos apresenta o reformador da natureza, Américo PiscaPisca. Questionando o perfeito equilíbrio do mundo natural, Américo Pisca-Pisca apontava um desequilíbrio flagrante no fato de uma enorme árvore, como a jabuticabeira, sustentar frutos tão pequeninos, enquanto a colossal abóbora é sustentada pelo caule fino de uma planta rasteira. Satisfeito com sua grande descoberta, Américo deita-se sob a sombra de uma das jabuticabeiras e adormece. Lá peias tantas, uma frutinha lhe cai bem na ponta do seu nariz. Aturdido, o reformador se dá conta de sua lógica.
Se os reformadores da natureza, como Américo Pisca-Pisca, j ca ca ru am no rid culo, os reformadores da l ngua ainda gozam de muito prest gio. Durante muito tempo era poss vel usar a express 3o fulano n o corre mais risco de vida . Qualquer falante normal decodificava a express 3o risco de vida" como ter a vida em risco". E tudo ia muito bem, at que um desses reformadores da l ngua sentenciou, do alto da sua v intelig ncia: n o risco de vida, digo risco de morte". Quer dizer que s ele teve essa brilhante percep , todos os outros falantes da l ngua n o passavam de obtusos irrecuper veis, tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda. E impressiona a fortuna cr ca de tal asneira. Desde ent o, todos os jornais propalam o grande l der sicrano ainda corre o risco de morte". E me desculpem, mas risco de morte muito pern tico.
Assim como o reformador da natureza n o entende nada da din mica do mundo natural, esses gram ticos que pretendem reformar o uso lingu vo invocando sua pretensa racionalidade n percebem coisa alguma da l gica de funcionamento da l ngua. Como bem ensinou Saussure, fundador da lingu stica moderna, tudo na l ngua conven . A express 3o risco de vida", estava consagrada pelo uso e n o se criava problemas na comunica o, porque nenhum falante, ao ouvir tal express 3o, pensava que o sujeito corra risco de viver.
A rela entre as formas lingu sticas e o seu conte o arbitr ria e convencionada socialmente. Em Japon s, por exemplo, o objeto precede o verbo. Diz-se "Jo o o bolo comeu" em vez de Jo o comeu o bolo", como em portugu s. Se o nosso reformador da l ngua baixasse por l , tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto muito mais l gico!
Mas os ing s poderiam argumentar: o nosso or culo gramatical n o melhorou a l ngua tornando-a mais l gica? N o, meus caros, ele a empobreceu. Pois, ao lado da express 3o mais trivial correr o risco de cair do cavalo", a l ngua tem uma express 3o mais sofisticada: correr risco de vida. Tal constru o dissonante amplia as possibilidades expressivas da l ngua, criando um veio que pode vir a ser explorado por poetas e demais criadores da l ngua. Corrigir" risco de vida por risco de morte substituir uma express 3o mais sutil e sofisticada por sua vers o mais imediata, trivial e bvia. E um recurso expressivo passou a correr risco de vida pela a o nefanda dos fariseus no templo democr tico da l ngua.
LUCCHESI, Dante. Correndo risco de vida. ATarde, 17 set.2006, p.3, Opini o - adaptado.
Analise as afirmativas abaixo.
I- "Quer dizer que só ele teve essa brilhante percepção[...]’’ (§2°)
II- "É o tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda.” (§2°)
III- "[...] esses gramáticos que pretendem reformar o uso linguístico[...]” (§3°)
IV- "[...] tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto é muito mais lógico!" (§4°)
Está correto afirmar que NÃO complementam o verbo os vocábulos destacados em:
A reação vacinal com a presença de nódulo local que evolui para pústula, seguida de crosta e úlcera que regride espontaneamente em média entre a quinta e a décima segunda semana, deixando uma pequena cicatriz, é decorrente da vacina contra
O Documento de Aparecida n° 442 prescreve que o pároco é visto como pastor no sentido de ser aquele que põe à dispo- sição dos fieis os bens da salvação sobrenatural, mediante a pregação, a celebração do culto e os atos de governo da comunidade. A que comunidade se refere esse documento?
Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas e não pagas até 31 de dezembro, distinguindo-se as despesas processadas das não processadas. Diz-se que a despesa está processada quando transcorrido o estágio de :
A relatividade restrita estuda a medida de eventos, onde e quando ocorrem e qual a distância que os separa no espaço e no tempo, além da relação entre essas medidas em diferentes referenciais inerciais. Sendo assim, analise as afirmativas abaixo. I – Tempo próprio é o intervalo de tempo entre dois eventos medido pelo referencial inercial que está em repouso em relação aos respectivos eventos. II – Comprimento próprio é a distância medida pelo referencial inercial que observa dois eventos simultâneos. III– Tanto o comprimento próprio como o tempo próprio são medidas de dois eventos observados por um único referencial inercial. Assinale a opção correta.
Considere que uma corrente uniforme de 5,02rmA percorre um fio condutor cuja seção reta tem diâmetro igual a 2,0mm. O fio está estendido sobre o eixo x, sendo que uma das suas extremidades está em xa =2,0m, e a outra extremidade em xb=6,0m. Sabendo que a diferença de potencial Va–Vb entre as extremidades do fio é positiva, qual é o vetor densidade de corrente, com módulo em A/ m2 ?
Para Chiavenato(2014), a Gestão de Pessoas (GP) pode atuar em níveis distintos, assumindo diferentes responsabilidades e papéis. Em qual nível a GP atua quando se torna burocrática, rotineira e executora de práticas e atividades especializadas ao lidar direta e exclusivamente com pessoas?