O tempo necessário para um medicamento contra dor fazer efeito segue um modelo com densidade Uniforme no intervalo de 5 a 15 (em minutos). Um paciente é selecionado ao acaso entre os que tomaram o remédio. A probabilidade do medicamento fazer efeito em até 10 minutos, neste paciente, é
Quanto ao uso de luzes em veículo, considere as afirmativas abaixo.
I. O condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando luz baixa, durante a noite e durante o dia nos túneis providos de iluminação pública.
II. Nas vias não iluminadas o condutor deve usar luz alta, exceto ao cruzar com outro veículo ou ao segui-lo.
III. O condutor utilizará o pisca-alerta no caso de chuva forte ou neblina.
IV. O condutor manterá acesas, à noite, as luzes baixas dos faróis, quando o veículo estiver parado para fins de embarque ou desembarque de passageiros.
Na atualidade discutem-se os diferentes procedimentos que poderiam ser prestados ao paciente terminal. É necessário que o enfermeiro tenha conhecimento sobre o significado
Cada vez mais utilizada pelos veículos de comunicação para criar o aspecto visual da informação, a infografia envolve um conceito moderno, em que se aliam imagem e texto para oferecer ao leitor a melhor percepção do assunto tratado. O termo infográfico vem do inglês informational graphics e o seu uso revolucionou o layout das páginas dos jornais, revistas e sites. (Fonte: http://www.abi.org).
Analisando o infográfico como um recurso jornalístico pode-se afirmar que
Atenção: As questões de números 1 a 14 referem-se ao texto
seguinte.
A propósito de uma aranha
Fiquei observando a aranha que construía sua teia, com
os fios que saem dela como um fruto que brota e se alonga de
sua casca. A aranha quer viver, e trabalha nessa armadilha caprichosa
e artística que surpreenderá os insetos e os enredará
para morrer. Tua morte, minha vida − diz uma frase antiga,
resumindo a lei primeira da natureza. A frase pode soar amarga
em nossos ouvidos delicados, enquanto comemos nosso
franguinho. Sua morte, vida nossa.
Os vegetarianos não fiquem aliviados, achando que,
além de terem hábitos mais saudáveis, não dependem da morte
alheia para viver. É verdade que a alface, a cenoura, a batata, o
arroz, o espinafre, a banana, a laranja não costumam gritar
quando arrancados da terra, decepados do caule, cortados e
processados na cozinha. Mas por que não imaginar que
estavam muito bem em suas raízes, e se deleitavam com o
calor do sol, com a água refrescante da chuva, com os sopros
do vento? Sua morte, vida nossa.
Mas voltemos à aranha. Ela não aprendeu arquitetura ou
geometria, nada sabe sobre paralelas e losangos; vive da
ciência aplicada e laboriosa dos fios quase invisíveis que não
perdoam o incauto. Uma vez preso na teia, o inseto que há
pouco voava debate-se inutilmente, enquanto a aranha caminha
com leveza em sua direção, percorrendo resoluta o labirinto de
malhas familiares. Se alguém salvar esse inseto, num gesto de
misericórdia, e se dispuser a salvar todos os outros que caírem
na armadilha, a aranha morrerá de fome. Em outras palavras: a
boa alma tomará partido entre duas mortes.
A cada pequena cena, a natureza nos fala de sua
primeira lei: a lei da necessidade. O engenho da aranha, a
eficácia da teia, o vôo do inseto desprevenido compõem uma
trama de vida e morte, da qual igualmente participamos todos
nós, os bichos pensantes. Que necessidade tem alguém de ser
cronista? − podem vocês me perguntar. O que leva alguém a
escrever sobre teias e aranhas? Minha resposta é crua como a
natureza: os cronistas também comem. E como não sabem
fazer teias, tecem palavras, e acabam atendendo a necessidade
de quem gosta de ler. A pequena aranha, com sua pequena
teia, leva a gente a pensar na vida, no trabalho, na morte. A
natureza está a todo momento explicando suas verdades para
nós. Se eu soubesse a origem e o fim dessas verdades todas,
acredite, leitor, esta crônica teria um melhor arremate.
(Virgílio Covarim)
A frase que NÃO admite transposição para a voz passiva
é:
Um auxiliar de enfermagem pretende administrar 5 (cinco) ml de penicilina benzatina no deltóide com pouca massa muscular de um cliente adulto em tratamento para sífilis. Nesta situação, o enfermeiro deve orientá-lo para
Atenção: As questões de números 1 a 14 referem-se ao texto
seguinte.
A propósito de uma aranha
Fiquei observando a aranha que construía sua teia, com
os fios que saem dela como um fruto que brota e se alonga de
sua casca. A aranha quer viver, e trabalha nessa armadilha caprichosa
e artística que surpreenderá os insetos e os enredará
para morrer. Tua morte, minha vida − diz uma frase antiga,
resumindo a lei primeira da natureza. A frase pode soar amarga
em nossos ouvidos delicados, enquanto comemos nosso
franguinho. Sua morte, vida nossa.
Os vegetarianos não fiquem aliviados, achando que,
além de terem hábitos mais saudáveis, não dependem da morte
alheia para viver. É verdade que a alface, a cenoura, a batata, o
arroz, o espinafre, a banana, a laranja não costumam gritar
quando arrancados da terra, decepados do caule, cortados e
processados na cozinha. Mas por que não imaginar que
estavam muito bem em suas raízes, e se deleitavam com o
calor do sol, com a água refrescante da chuva, com os sopros
do vento? Sua morte, vida nossa.
Mas voltemos à aranha. Ela não aprendeu arquitetura ou
geometria, nada sabe sobre paralelas e losangos; vive da
ciência aplicada e laboriosa dos fios quase invisíveis que não
perdoam o incauto. Uma vez preso na teia, o inseto que há
pouco voava debate-se inutilmente, enquanto a aranha caminha
com leveza em sua direção, percorrendo resoluta o labirinto de
malhas familiares. Se alguém salvar esse inseto, num gesto de
misericórdia, e se dispuser a salvar todos os outros que caírem
na armadilha, a aranha morrerá de fome. Em outras palavras: a
boa alma tomará partido entre duas mortes.
A cada pequena cena, a natureza nos fala de sua
primeira lei: a lei da necessidade. O engenho da aranha, a
eficácia da teia, o vôo do inseto desprevenido compõem uma
trama de vida e morte, da qual igualmente participamos todos
nós, os bichos pensantes. Que necessidade tem alguém de ser
cronista? − podem vocês me perguntar. O que leva alguém a
escrever sobre teias e aranhas? Minha resposta é crua como a
natureza: os cronistas também comem. E como não sabem
fazer teias, tecem palavras, e acabam atendendo a necessidade
de quem gosta de ler. A pequena aranha, com sua pequena
teia, leva a gente a pensar na vida, no trabalho, na morte. A
natureza está a todo momento explicando suas verdades para
nós. Se eu soubesse a origem e o fim dessas verdades todas,
acredite, leitor, esta crônica teria um melhor arremate.
(Virgílio Covarim)
Considerando-se o contexto, traduz-se corretamente o
sentido de frase ou expressão do texto em:
Uma empresa procurou estudar a ocorrência de acidentes com seus empregados e realizou um levantamento por um período de 36 meses. As informações apuradas estão na tabela a seguir:
A porcentagem de meses em que houve menos de 5 empregados acidentados é
Em hospitais, a tendência é dar alta a pacientes que se recuperam de cirurgias e partos o mais rapidamente possível, para minimizar os riscos de uma infecção hospitalar. As infecções adquiridas nos ambientes hospitalares são as mais temidas porque são
Um pesquisador mantinha um estoque de peixes oriundos de uma única coleta em um rio de sua cidade e utilizava estes animais para a realização de exames toxicológicos. Precisando aumentar o seu estoque, identificou um colega, que também mantinha um estoque da mesma espécie, com animais coletados em um outro rio. Solicitou, então, em sua instituição, autorização para a vinda de novos animais, que seriam utilizados para replicar um experimento. A resposta adequada do assessor científico da instituição foi
Em condições de neblina ou cerração, com a conseqüente diminuição da visibilidade, recomenda-se ao condutor de um veículo automotor, dentro dos preceitos da Direção Defensiva, usar a luz