Questões de Concursos

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Dentre as principais e específicas técnicas utilizadas no tratamento de fobias e pânico na visão cognitiva, está a exploração de alternativas para interpretar o conteúdo catastrófico dos pensamentos automáticos do paciente com outros entendimentos possíveis, que não os essencialmente negativos. De conteúdo geralmente distorcido, catastrófico, negativo e autorreferente, os pensamentos automáticos correspondem a pensamentos breves e involuntários que surgem de modo

A sequência mnemônica para o atendimento de indivíduo adulto em parada cardiorrespiratória (PCR), segundo as Diretrizes da American Heart Association (AHA), de 2010, é

Em 2005, Germano Mathias lançou o CD Tributo a Caco Velho, compositor gaúcho radicado em São Paulo ...... Germano tinha grande admiração.

Preenche corretamente a lacuna da frase acima:

A integração de projetos por meio da ferramenta CAM permite

Há pelo menos três níveis de aplicação e decisão nas questões de qualidade de vida no trabalho: Estratégico, Gerencial ou Tático e Operacional. O nível Gerencial ou Tático é o segundo nível e corresponde

O parágrafo seguinte apresenta parte da fala de Benê dirigida a seus amigos Carlão e Dito.

? Hoje, tenho 23 anos de idade, Carlão tem 32 e Dito tem 44, mas, futuramente, quando a minha idade for igual à terça parte da soma das idades de vocês, ...

Um complemento correto para a fala de Benê é

Metrô: próxima parada

Não fique com medo de embarcar caso chegue à plataforma
de uma das estações do Metrô em São Paulo e veja um
trem sem condutor. Os novos vagões da linha amarela dispensam
o profissional a bordo. Esse é apenas um detalhe de
uma lista de recursos tecnológicos que estão sendo implementados
para transportar os paulistas com mais eficiência. Escadas
rolantes com sensores de presença, câmeras de vídeo que
enviam imagens para a central por Wi-Fi, comunicação com os
passageiros por VoIP e freios inteligentes são outras novidades.

O Metrô está passando por uma modernização que
não é só cosmética. Com ar condicionado, os novos trens não
precisam de muitas frestas para entrada de ar. Não é só uma
questão de conforto térmico, mas acústico. Nas novas escadas
rolantes, sensores infravermelho detectam a presença de pessoas;
não havendo ninguém, a rolagem é mais lenta, e economiza-
se energia elétrica.


(Adaptado de KátiaArima, da INFO. http://info.abril.com.br/noticias)

Os passageiros do Metrô, quando vierem a utilizar o Metrô, não deixarão de notar as mudanças do Metrô; esperase que todos aplaudam essas mudanças.

Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo- se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:

Diferente do que ocorre na maioria dos países do mundo que contribuem para o aquecimento global e para as mudanças climáticas em razão da dependência excessiva de combustíveis fósseis, o Brasil emite gases do efeito estufa devido, dentre outros fatores,
    Ao ler o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) muitas pessoas
podem achar óbvio e desnecessário um artigo determinando
que os carros devam trafegar pelo lado direito das ruas.
Também parece claro que os pedestres devem ter uma área
específica para atravessar (as faixas), que os veículos precisam
ter cintos de segurança e as vias tenham de ser sinalizadas.
Mas o trânsito que vemos hoje é justamente o resultado de
avanços de uma legislação que chegou aos 100 anos.

    A primeira legislação nacional de trânsito foi assinada
em 1910, pelo então presidente Nilo Peçanha, e tinha o objetivo
de traçar regras para o transporte de passageiros e de cargas.
Tudo isso em uma época em que os carros particulares eram
raridade, assim como as ruas e avenidas. Por isso, um dos artigos
previa justamente formas de concessão das vias para a
iniciativa privada e como elas deveriam ser construídas.

   Em 1928, uma nova legislação buscou colocar ordem no
trânsito. Nessa época foi determinado o lado de circulação dos
veículos e exigiu-se a instalação de placas com números para
identificá-los – e as ruas ganharam sinalização.

   Depois disso, houve quatro códigos de trânsito, o atual
datado de 1997. A cada novo código, surgia a obrigação de novos
equipamentos de segurança, como espelhos retrovisores e
indicadores de direção (setas). No código de 1966 já estavam
presentes o cinto de segurança e as faixas de pedestres. Até
hoje, as autoridades lutam para que pedestres sejam respeitados
nessas faixas.

(Adaptado de: Renato Machado. O Estado de S. Paulo, Cidades/
Metrópole, C7, 20 de junho de 2010)
Considere as afirmativas seguintes, a respeito do emprego de sinais de pontuação no texto.

I. ... é justamente o resultado de avanços de uma legislação que chegou aos 100 anos. (1o parágrafo) Estaria correta a colocação de um sinal de dois- pontos após a palavra legislação, para separar o segmento que chegou aos 100 anos.

II. Os parênteses empregados em (as faixas) – 1o parágrafo – e em (setas) – último parágrafo – isolam elementos de natureza especificativa.

III. ... e exigiu-se a instalação de placas com números para identificá-los – e as ruas ganharam sinalização. (3o parágrafo) O travessão poderia ser corretamente substituído por uma vírgula, sem prejuízo da correção e da clareza.

Está correto o que se afirma em
Os administradores financeiros usam as técnicas de cálculo de valor do dinheiro no tempo quando avaliam as séries de fluxos de caixa associadas às alternativas de investimento. Os valores e as decisões financeiras podem ser aferidos tanto por meio de técnicas de valor futuro como de valor presente. Em relação a essas técnicas, o valor
Considere as seguintes afirmações sobre a economia brasileira: 

I. A desaceleração da economia brasileira tem estreita relação com a crise financeira internacional.

II. O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro permanece estagnado porque cerca de 55% do seu valor tem origem no setor agropecuário.

III. O Brasil foi afetado pela queda das exportações de matérias-primas industriais e das commodities.

Está correto APENAS o que se afirma em
A pesquisa-ação constitui um modelo de processo de mudança que contém cinco etapas: diagnóstico, análise, retroação, ação e avaliação. Na etapa de retroação, o agente de mudança

Em um procedimento criminal ordinário, o Ministério Público arrolou três testemunhas e o réu, na defesa preliminar, arrolou quatro. Ouvidas as testemunhas arroladas pela acusação, a audiência foi adiada, por falta de intimação das de defesa. Antes da audiência designada em continuação, o Ministério Público requereu a oitiva de mais uma testemunha, com o que a defesa não concordou. Nesse caso, a nova testemunha arrolada pelo Ministério Público

   A população mundial, que superou a marca de 7 bilhões
de pessoas, ganhará 2 bilhões de habitantes até 2050. A necessidade
de nutrir 9 bilhões de bocas significa que a produção de
comida terá de dobrar nos próximos quarenta anos, segundo
projeções da Organização das Nações Unidas para Agricultura
e Alimentação (FAO). Como há relativamente poucas fronteiras
aráveis novas para serem exploradas pela agricultura, os
fazendeiros mundiais terão de, praticamente, dobrar a produção
de áreas usadas atualmente. A resposta a esse desafio exigirá
uma nova revolução verde, similar à da década de 60, quando
houve um salto na produtividade graças à utilização de
defensivos, fertilizantes e técnicas modernas de plantio. Para
muitos especialistas, a segunda revolução já está em curso.

    O consumo de proteína tem crescido rapidamente nos
grandes países em desenvolvimento, principalmente na Índia e
na China, mas, segundo o zoólogo escocês Hugh Grant, será
possível suprir essa demanda. Ele diz que isso dependerá da
redução do desperdício e também da modernização da agricultura
nos países mais atrasados. Dependerá também dos avanços
na biotecnologia, em duas frentes. A primeira é o melhoramento
genético convencional por meio de cruzamentos das
espécies existentes e da seleção de sementes mais produtivas.
A segunda é o desenvolvimento de sementes transgênicas, com
variedades com mais nutrientes ou mais resistentes às secas,
de modo a manter afastados das lavouras os predadores e as
ervas daninhas.

(Adaptado de: Giuliano Guandalini. Veja, 21 de dezembro de
2011, p. 170-171)
O salto na produtividade observado na década de 60 se deu em razão
Atenção: As questões de números 01 a 09 baseiam-se no
texto abaixo.

A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
da Bíblia.
Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
como palácios e sedes de corporações. As representações
neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
a partir da virada do século passado, com a expansão de
novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
requinte arquitetônico das residências.
Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
das representações que, a partir do fim do século anterior,
criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
determinação e o progresso.

(Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
2000, pp. 32-34, com adaptações)
Nos 2o, 3o e 4o parágrafos, a autora

Portador de colostomia refere distensão da bolsa coletora devido à eliminação de flatos e solicita orientação. Como medidas de prevenção e controle da flatulência, orienta-se

Em cada uma das 25 fichas de cartolina (do tamanho das cartas de um baralho) foi escrito um número natural diferente, de 1 a 25. De um monte com essas 25 fichas foram excluídas todas aquelas cujo número era múltiplo de 8, depois foram excluídas todas aquelas cujo número era múltiplo de 7, depois foram excluídas todas aquelas cujo número era múltiplo de 9, depois foram excluídas todas aquelas cujo número era múltiplo de 5, depois foram excluídas todas aquelas cujo número era múltiplo de 6. A quantidade de fichas que foram retiradas é igual a
Tanto o Valor Presente Líquido (VPL) quanto a Taxa Interna de Retorno (TIR) são técnicas de orçamento de capital utilizadas por empresas para tomada de decisões de aceitação ou rejeição de projetos e empreendimentos. Um projeto deve ser aceito quando
Atenção: As questões de números 01 a 09 baseiam-se no
texto abaixo.

A origem dos vitrais é objeto de controvérsias. Talvez
eles tenham nascido no Oriente, mas se desenvolveram grandemente
na Europa. Suas formas, temas e funções transformaram-
se com o apuro das técnicas de fabricação de vidros,
com o desenvolvimento da arquitetura, de tendências artísticas,
do gosto, enfim, da cultura e das sociedades. Manter-se-ia, porém,
a relação estabelecida no século XII, quando as pinturas
sobre vidro, juntamente com os afrescos e as miniaturas, constituíam
as principais técnicas de pintura utilizadas pelo homem.
Nos vitrais, a pintura complementa o colorido dos vidros,
serve para a criação de sombras e tonalidades, para o
aprimoramento das formas, para a modulação da luz. A arte do
vitral desenvolveu-se enormemente durante o período medieval,
momento em que, com a afirmação do gótico como expressão
da arquitetura, as composições de vidros coloridos passaram a
vedar grandes superfícies das igrejas e, além das funções
decorativas, ganharam funções pedagógicas, ensinando aos
fiéis, por meio de imagens, a vida de Cristo, dos Santos e passagens
da Bíblia.
Entre os séculos XIV e XVI, os vitrais passaram a ser
utilizados como formas de iluminação dos ambientes e a pintura
dos vidros adotou a perspectiva, o que tornava os vitrais semelhantes
aos quadros. Sua utilização ampliou-se dos espaços
públicos, em especial das igrejas, para os ambientes privados,
como palácios e sedes de corporações. As representações
neles contidas se estenderam, então, para a heráldica, para as
epopeias, para as caçadas e para a mitologia.
No Estado de São Paulo, a utilização de vidros coloridos
e pintados, montados em perfis de chumbo para decoração e
iluminação de ambientes, correspondeu à fase moderna do
desenvolvimento da arte de produzir vitrais. Na capital, ampliouse
a partir da virada do século passado, com a expansão de
novos bairros, a monumentalização dos edifícios públicos e o
requinte arquitetônico das residências.
Até hoje vitrais de edifícios públicos paulistanos, como
os do Palácio da Justiça e do Mercado Municipal, causam
admiração pela proporção, beleza e integração com o projeto
arquitetônico. Representando temas históricos ou referentes às
funções públicas dos edifícios, as imagens formam um conjunto
das representações que, a partir do fim do século anterior,
criaram e reafirmaram um perfil de São Paulo diante do Brasil.
Sob esse ponto de vista, os vitrais, além de peças de arte,
constituem importantes documentos históricos. Eles nos falam
do forjar de ideias que se tornaram referência e moldam nossa
relação com o passado e com o presente, justificando papeis e
responsabilidades sociais. Produtos materiais de cultura, parte
de nosso patrimônio histórico e objetos de fruição de beleza, os
vitrais expressam por meio do poder das imagens a tradição, a
excelência econômica e cultural de São Paulo, o trabalho, a
determinação e o progresso.

(Marly Rodrigues. Leitura. Publicação cultural da Imprensa
Oficial do Estado de São Paulo, ano 18, número 1, janeiro de
2000, pp. 32-34, com adaptações)
A afirmativa correta, de acordo com o texto, é:
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