Para a recuperação de petróleo em poços que perderam a surgência, uma das técnicas de elevação artificial amplamente difundida é o sistema de injeção de gás (gas-lift). A respeito dessa técnica analise as afirmações abaixo.
I. Possui grande versatilidade em relação à classe de óleo (API - American Petroleum Institute) a ser produzido, podendo ser empregado, sem restrições, na elevação artificial de óleos leves, médios, pesados e extrapesados.
II. O sistema é apto a operar em amplas faixas de produção de óleo e de profundidade, o que torna o sistema atrativo tanto para operações onshore (em terra) quanto offshore (marítimas).
III. A completação para este sistema é relativamente simples quando comparado às outras técnicas, destacando a acessibilidade ao interior do poço por não apresentar obstrução da coluna de produção (tubing).
É correto apenas o que se afirma em
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Tenho 44 anos e presenciei uma transformação impressionante na condição de homens e mulheres gays nos Estados Unidos. Quando nasci, relações homossexuais eram ilegais em todos os Estados Unidos, menos Illinois. Gays e lésbicas não podiam trabalhar no governo federal. Não havia nenhum político abertamente gay. Alguns homossexuais não assumidos ocupavam posições de poder, mas a tendência era eles tornassem as coisas ainda piores para seus semelhantes.
ROSS, A. Na máquina do tempo. Época, Ed. 756, 28 jan. 2013.
A dimensão política da transformação sugerida no texto teve como condição necessária a:
Adicciones y broncas: ¿Por qué dejé Facebook?
Pese al indudable éxito de la marea azul de Facebook, algunas personas optan por un mundo menos conectado. "Yo lo dejé porque era increíblemente adictivo y perdía muchísimo tiempo", explica Sonia (nombre ficticio), una médica madrileña de 35 años. En cada visita los usuarios de la red suelen pasar 20 minutos en media.
Las personas que deciden abandonar el lugar suelen argumentar parecidas razones: pérdida de tiempo, relaciones superficiales o falta de privacidad. La última parte es en la que la red social ha avanzado más, en gran parte obligada por las autoridades de diferentes países. Desde hace un tiempo, el usuario tiene más opciones sobre qué quiere compartir y con quién.
"En mi caso hubo un motivo concreto, una bronca con un familiar muy cercano. Después del enfado, fui a excluirlo de la lista de amigos. Pero, en el momento de hacerlo, me sentí ridículo al reparar en lo enganchado que yo estaba a esa red y pensé que mejor me eliminaba a mí mismo. Suena a broma pero ocurrió así", explica Alberto (nombre ficticio), que afirma que se mantiene en otras redes, como Twitter, por motivos laborales.
NAVAS, J. A. Disponível em: www.elmundo.es. Acesso em: 21 fev. 2012 (adaptado).
Por meio de depoimentos, o texto exemplifica as razões de alguns usuários do Facebook para abandonar essa rede social. Com relação a Alberto, nome fictício de uma das pessoas citadas, o abandono do Facebook ocorreu porque
Como é horrivel ver um filho comer e perguntar: “Tem mais?” Esta palavra “tem mais” fica oscilando dentro do cerebro de uma mãe que olha as panela e não tem mais.
JESUS, C. M. Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo: Ática, 2014.
TEXTO II
A experiência de ver os filhos com fome na década de 1950, descrita por Carolina, é vivida no Brasil de 2021 por uma moradora de Petrolândia, em Pernambuco. “Eu trabalhava de ajudante de cabeleireira, mas a moça que tinha o salão fechou. Eu vinha me sustentando com o auxílio que tinha, mas agora eu não fui contemplada. Às vezes as pessoas me ajudam com alimentos para os meus filhos. De vez em quando, eu acho algum bico para fazer, mas é muito raro. Tem dias que não tenho nem o leite da minha bebê.”
CARRANÇA, T. “Até o feijão nos esqueceu”: o livro de 1960 que poderia ter sido escrito nas favelas de 2021. Disponível em: www.bbc.com. Acesso em: 6 out. 2021 (adaptado).
Considerando a realidade brasileira, os textos se aproximam ao apresentarem uma reflexão sobre o(a)
Dizem que Humboldt, naturalista do século XIX, maravilhado pela geografia, flora e fauna da região sul-americana, via seus habitantes como se fossem mendigos sentados sobre um saco de ouro, referindo-se a suas incomensuráveis riquezas naturais não exploradas. De alguma maneira, o cientista ratificou nosso papel de exportadores de natureza no que seria o mundo depois da colonização ibérica: enxergou-nos como territórios condenados a aproveitar os recursos naturais existentes.
ACOSTA, A. Bem viver: uma oportunidade para imaginar outros mundos. São Paulo: Elefante, 2016 (adaptado).
A relação entre ser humano e natureza ressaltada no texto refletia a permanência da seguinte corrente filosófica:
O hipertexto refere-se à escritura eletrônica não sequencial e não linear, que se bifurca e permite ao leitor o acesso a um número praticamente ilimitado de outros textos a partir de escolhas locais e sucessivas, em tempo real. Assim, o leitor tem condições de definir interativamente o fluxo de sua leitura a partir de assuntos tratados no texto sem se prender a uma sequência fixa ou a tópicos estabelecidos por um autor. Trata-se de uma forma de estruturação textual que faz do leitor simultaneamente coautor do texto final. O hipertexto se caracteriza, pois, como um processo de escritura/leitura eletrônica multilinearizado, multisequencial e indeterminado, realizado em um novo espaço de escrita. Assim, ao permitir vários níveis de tratamento de um tema, o hipertexto oferece a possibilidade de múltiplos graus de profundidade simultaneamente, já que não tem sequência definida, mas liga textos não necessariamente correlacionados.
MARCUSCHI, L. A. Disponível em: http://www.pucsp.br Acesso em: 29 jun. 2011.
O computador mudou nossa maneira de ler e escrever, e o hipertexto pode ser considerado como um novo espaço de escrita e leitura. Definido como um conjunto de blocos autônomos de texto, apresentado em meio eletrônico computadorizado e no qual há remissões associando entre si diversos elementos, o hipertexto
Devem ser bons serviçais e habilidosos, pois noto que repetem logo o que a gente diz e creio que depressa se fariam cristãos; me pareceu que não tinham nenhuma religião. Eu, comprazendo a Nosso Senhor, levarei daqui, por ocasião de minha partida, seis deles para Vossas Majestades, para que aprendam a falar.
COLOMBO, C. Diários da descoberta da América: as quatro viagens e o testamento. Porto Alegre: L&PM, 1984.
O documento destaca um aspecto cultural relevante em torno da conquista da América, que se encontra expresso em:
Pense no crescimento tecnológico de sua cidade nos últimos 10 ou 15 anos e perceberá que, embora ela tenha crescido, a maioria dos novos bairros é moradia de pessoas humildes que, ou foram expulsas da área mais central pelo progresso técnico–científico, ou vieram do campo ou de outras regiões buscando melhores condições de vida, mas agora residem em lugares desprovidos dos serviços básicos.
SOU?A, A. J. Texto e sugestões de atividades para abordar os conceitos de progresso e desenvolvimento. In: Ciência Geográfica, AGB, dez. 1995 (adaptado).
Com as transformações ocorridas nas áreas rurais e urbanas das cidades pelo advento das tecnologias, as pessoas procuram se beneficiar de novas formas de sobrevivência. Para isso, apropriam–se dos espaços irregularmente. Diante dessa situação, o poder público deve criar políticas capazes de gerar
Cúentame, madre...
Madre, cuéntame todo lo que sabes por tus
viejos dolores. Cuéntame cómo nace y cómo viene su
cuerpecillo, entrabado con mis vísceras.
Dime si buscará solo mi pecho o si se lo debo ofrecer, incitándolo.
Dame tu ciencia de amor, ahora, madre. Enséñame las nuevas caricias, delicadas, más delicadas que las del esposo.
¿Cómo limpiaré su cabecita, en los días sucesivos? ¿Y cómo lo haré para no dañarlo? Enséñame, madre, la canción de cuna con que me meciste. Esa lo hará dormir mejor que otras canciones.
MISTRAL, G. Cuéntame madre. In: Desolación. Madrid: Espasa-Calpe, 1969.
Na prosa poética de Gabriela Mistral, o eu lírico, com o
uso reiterado do imperativo, demonstra
Sefarditas o la melancolía de ser judío español
El nombre de Sefarad, como es denominada España en lengua hebrea, despierta en gentes de Estambul o de Nueva York, de Sofía o de Caracas, el vago recuerdo de una casa abandonada precipitadamente bajo la noche. Por eso muchas de estas gentes, descendientes de los judíos españoles expulsados en 1492, conservan las viejas llaves de los hogares de sus antepasados en España. Se ha escrito que jamás una nación ha tenido unos hijos tan fieles como ellos, que después de quinientos años de exilio siguen llamándose "sefarditas" (españoles) y mantienen celosamente el idioma "sefardita" y las costumbres de sus orígenes. En la cocina y en los lances de amor, en las fiestas y en las ceremonias religiosas, los sefarditas viven todavía la melancolía de ser españoles.
CORRAL, P.; ALCALDE, J. Sefardíes o la melancolía de ser judío español. Disponível em: http://sefaradilaculturasefardi.blogspot.com. Acesso em: 17 fev. 2012 (adaptado).
Os sefarditas são descendentes dos judeus expulsos da Espanha em 14O autor do texto, ao vincular a melancolia à identidade dos sefarditas, destaca a