Lente está para óculos assim como motor está para:
A Lei nº 10.639/03 obriga as escolas de ensino fundamental e médio a ensinarem sobre história e cultura afro-brasileira. O
conteúdo programático deve incluir o estudo da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura afro-brasileira e
o negro na formação da sociedade nacional. Essa lei, como outras iniciativas, busca:
Feliz por nada
Geralmente, quando uma pessoa exclama Estou tão feliz!, é porque engatou um novo amor, conseguiu uma promoção, ganhou uma bolsa de estudos, perdeu os quilos que precisava ou algo do tipo. Há sempre um porquê. Eu costumo torcer para que essa felicidade dure um bom tempo, mas sei que as novidades envelhecem e que não é seguro se sentir feliz apenas por atingimento de metas. Muito melhor é ser feliz por nada.
Digamos: feliz porque maio recém começou e temos longos oito meses para fazer de 2010 um ano memorável. Feliz por estar com as dívidas pagas. Feliz porque alguém o elogiou.
Feliz porque existe uma perspectiva de viagem daqui a alguns meses. Feliz porque você não magoou ninguém hoje. Feliz porque daqui a pouco será hora de dormir e não há lugar no mundo mais acolhedor do que sua cama.
Esquece. Mesmo sendo motivos prosaicos, isso ainda é ser feliz por muito.
Feliz por nada, nada mesmo?
Talvez passe pela total despreocupação com essa busca. Essa tal de felicidade inferniza.
“Faça isso, faça aquilo”. A troco? Quem garante que todos chegam lá pelo mesmo caminho?
Particularmente, gosto de quem tem compromisso com a alegria, que procura relativizar as chatices diárias e se concentrar no que importa pra valer, e assim alivia o seu cotidiano e não atormenta o dos outros. Mas não estando alegre, é possível ser feliz também. Não estando “realizado”, também. Estando triste, felicíssimo igual. Porque felicidade é calma.
Consciência. É ter talento para aturar o inevitável, é tirar algum proveito do imprevisto, é ficar debochadamente assombrado consigo próprio: como é que eu me meti nessa, como é que foi acontecer comigo? Pois é, são os efeitos colaterais de se estar vivo.
Benditos os que conseguem se deixar em paz. Os que não se cobram por não terem cumprido suas resoluções, que não se culpam por terem falhado, não se torturam por terem sido contraditórios, não se punem por não terem sido perfeitos. Apenas fazem o melhor que podem.
Se é para ser mestre em alguma coisa, então que sejamos mestres em nos libertar da patrulha do pensamento. De querer se adequar à sociedade e ao mesmo tempo ser livre.
Adequação e liberdade simultaneamente? É uma senhora ambição. Demanda a energia de uma usina. Para que se consumir tanto?
A vida não é um questionário de Proust. Você não precisa ter que responder ao mundo quais são suas qualidades, sua cor preferida, seu prato favorito, que bicho seria. Que mania de se autoconhecer. Chega de se autoconhecer. Você é o que é, um imperfeito bem-intencionado e que muda de opinião sem a menor culpa.
Ser feliz por nada talvez seja isso.
(MEDEIROS, Martha. Feliz por nada, 2011. Ediora L&PM., 216 p.)
No trecho “Feliz porque daqui a pouco será hora de dormir e não há lugar no mundo mais acolhedor do que sua cama.” (3º§),
o termo sublinhado é empregado para:
Aversão preconceituosa a quem é estrangeiro, de outra cidade, de outra região, de outro país e de outra cultura; o estrangeiro pode causar medo, espanto, curiosidade daquele que não o conhece. No entanto, esses mesmos sentimentos podem
ser expressos de maneira desrespeitosa, ofensiva e brutal, causando:
Segundo a Constituição de 1988, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos
brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à
propriedade. Segundo a Constituição de 1988:
I. Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações.
II. É livre a manifestação do pensamento, sendo permitido o anonimato.
III. É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias.
IV. É violável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal.
Está correto o que se afirma apenas em
I. Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações.
II. É livre a manifestação do pensamento, sendo permitido o anonimato.
III. É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias.
IV. É violável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal.
Está correto o que se afirma apenas em
Essa tecnologia de conexão sem fio de curto alcance permite que fones de ouvido, caixas de som, mouses e outros tipos de
dispositivos sejam conectados a smartphones, tablets, computadores, TVs e até painéis de carros. Trata-se da tecnologia
conhecida como:
Feliz por nada
Geralmente, quando uma pessoa exclama Estou tão feliz!, é porque engatou um novo amor, conseguiu uma promoção, ganhou uma bolsa de estudos, perdeu os quilos que precisava ou algo do tipo. Há sempre um porquê. Eu costumo torcer para que essa felicidade dure um bom tempo, mas sei que as novidades envelhecem e que não é seguro se sentir feliz apenas por atingimento de metas. Muito melhor é ser feliz por nada.
Digamos: feliz porque maio recém começou e temos longos oito meses para fazer de 2010 um ano memorável. Feliz por estar com as dívidas pagas. Feliz porque alguém o elogiou.
Feliz porque existe uma perspectiva de viagem daqui a alguns meses. Feliz porque você não magoou ninguém hoje. Feliz porque daqui a pouco será hora de dormir e não há lugar no mundo mais acolhedor do que sua cama.
Esquece. Mesmo sendo motivos prosaicos, isso ainda é ser feliz por muito.
Feliz por nada, nada mesmo?
Talvez passe pela total despreocupação com essa busca. Essa tal de felicidade inferniza.
“Faça isso, faça aquilo”. A troco? Quem garante que todos chegam lá pelo mesmo caminho?
Particularmente, gosto de quem tem compromisso com a alegria, que procura relativizar as chatices diárias e se concentrar no que importa pra valer, e assim alivia o seu cotidiano e não atormenta o dos outros. Mas não estando alegre, é possível ser feliz também. Não estando “realizado”, também. Estando triste, felicíssimo igual. Porque felicidade é calma.
Consciência. É ter talento para aturar o inevitável, é tirar algum proveito do imprevisto, é ficar debochadamente assombrado consigo próprio: como é que eu me meti nessa, como é que foi acontecer comigo? Pois é, são os efeitos colaterais de se estar vivo.
Benditos os que conseguem se deixar em paz. Os que não se cobram por não terem cumprido suas resoluções, que não se culpam por terem falhado, não se torturam por terem sido contraditórios, não se punem por não terem sido perfeitos. Apenas fazem o melhor que podem.
Se é para ser mestre em alguma coisa, então que sejamos mestres em nos libertar da patrulha do pensamento. De querer se adequar à sociedade e ao mesmo tempo ser livre.
Adequação e liberdade simultaneamente? É uma senhora ambição. Demanda a energia de uma usina. Para que se consumir tanto?
A vida não é um questionário de Proust. Você não precisa ter que responder ao mundo quais são suas qualidades, sua cor preferida, seu prato favorito, que bicho seria. Que mania de se autoconhecer. Chega de se autoconhecer. Você é o que é, um imperfeito bem-intencionado e que muda de opinião sem a menor culpa.
Ser feliz por nada talvez seja isso.
(MEDEIROS, Martha. Feliz por nada, 2011. Ediora L&PM., 216 p.)
No trecho “[...] é porque engatou um novo amor, conseguiu uma promoção, ganhou uma bolsa de estudos, perdeu os quilos
que precisava ou algo do tipo.” (1º§), é possível afirmar que as palavras em destaque exprimem ideias de:
Quatro amigos – Arthur, Beatriz, Carlos e Diana – estão tentando adivinhar a cor do chapéu que estão usando. Sabe-se que
Cada um deles pode ver os chapéus dos outros, mas não o seu próprio chapéu. As cores possíveis são 2 chapéus vermelhos
e 2 chapéus azuis. As dicas que eles dão são as seguintes:
• Arthur diz: “Eu vejo dois chapéus vermelhos e um azul”; • Beatriz diz: “Eu vejo dois chapéus azuis e um vermelho”; • Carlos diz: “Eu vejo dois chapéus azuis”; • Diana diz: “Eu vejo um chapéu vermelho e um azul”.
Considerando que todos dizem a verdade, qual é a cor do chapéu de cada um?
• Arthur diz: “Eu vejo dois chapéus vermelhos e um azul”; • Beatriz diz: “Eu vejo dois chapéus azuis e um vermelho”; • Carlos diz: “Eu vejo dois chapéus azuis”; • Diana diz: “Eu vejo um chapéu vermelho e um azul”.
Considerando que todos dizem a verdade, qual é a cor do chapéu de cada um?
Uma fábrica produziu 2.400 garrafas de suco em uma semana. Durante essa semana, foram vendidas 1.320 garrafas. As
garrafas restantes serão divididas igualmente entre 3 lojas. Quantas garrafas cada loja receberá?
Em uma estante, há 5 brinquedos diferentes da cor vermelha, 4 brinquedos diferentes da cor azul e 3 brinquedos diferentes
da cor verde. De quantas maneiras é possível escolher 1 brinquedo de cada cor para colocar na mochila de uma criança?
Um famoso livro de fantasia chamado “O Senhor dos Anéis”, escrito por JRR Tolkien, é considerado uma obra famosa em
todo o mundo, apesar de que o autor gostaria que fosse somente um livro. Ana é uma grande fã dessa obra e voltou a ler
novamente os livros, começando obviamente pelo primeiro da saga – “Sociedade do Anel”, que possui 576 páginas. Ela
decidiu ler diariamente, sem exceções, 12 páginas. Sabe-se que começou a leitura no dia 1º de julho de 2024. Que dia Ana
finalizou a leitura do livro?
Em 11 de setembro de 2001, uma série de atentados terroristas aconteceu nos Estados Unidos. O mais marcante, transmitido
praticamente em tempo real para todo o mundo, foi a derrubada das torres gêmeas do World Trade Center, atingidas cada
uma por um avião. O então senador Pedro Simon afirmou, naquele dia, no Plenário do Senado, que o mundo jamais seria o
mesmo. Os ataques às Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, deixaram mais de 2,6 mil mortos. Entre as
consequências do atendado de 11 de setembro pode-se destacar:
O sistema utilizado nas eleições para o cargo de senador é o majoritário. É eleito o candidato que obtiver o maior número
dos votos apurados no estado em que concorre. As eleições para o Senado acontecem de quatro em quatro. Assim, a cada
eleição, a Casa renova, alternadamente, um terço e dois terços de suas 81 cadeiras. A respeito desse cargo, é correto afirmar
que cada senador será eleito com
“O direito de votar e ser votado independentemente de fatores sociais, como gênero, cor, renda e escolaridade, gerando
representação popular política.”. Trata-se:
“No Brasil, essa língua é utilizada pela maioria das pessoas surdas para se comunicar. Contrariando o que muitos pensam,
não se baseia apenas nas mãos, embora elas desempenhem um papel crucial na sinalização. Na verdade, as expressões faciais
e os movimentos corporais também são essenciais para a comunicação, o que a torna uma língua espaço-visual. Legalmente
reconhecida como meio de comunicação:
João e Maria estão juntando figurinhas para completar um álbum. Sabe-se que João tem 120 figurinhas e Maria tem 85.
Sabe-se, ainda, que cada pacote contém 8 figurinhas; João comprou 7 e Maria comprou 12 pacotes. Quantas figurinhas eles
terão no total?
Pedro foi a um parque de diversões às 13h30min e passou 1 hora e 45 minutos andando e se divertindo em alguns brinquedos. Depois, ele descansou por 30 minutos e comeu alguma coisa. Em seguida, Pedro passou mais 2 horas andando, se
divertindo e, ao final, foi embora para casa. Que horas Pedro foi embora para casa?
“Busca pelo equilíbrio entre a disponibilidade dos recursos naturais e a exploração deles por parte da sociedade, ou seja,
visa equilibrar a preservação do meio ambiente e o que ele pode oferecer em consonância com a qualidade de vida da
população.” O termo que define esse princípio é:
Feliz por nada
Geralmente, quando uma pessoa exclama Estou tão feliz!, é porque engatou um novo amor, conseguiu uma promoção, ganhou uma bolsa de estudos, perdeu os quilos que precisava ou algo do tipo. Há sempre um porquê. Eu costumo torcer para que essa felicidade dure um bom tempo, mas sei que as novidades envelhecem e que não é seguro se sentir feliz apenas por atingimento de metas. Muito melhor é ser feliz por nada.
Digamos: feliz porque maio recém começou e temos longos oito meses para fazer de 2010 um ano memorável. Feliz por estar com as dívidas pagas. Feliz porque alguém o elogiou.
Feliz porque existe uma perspectiva de viagem daqui a alguns meses. Feliz porque você não magoou ninguém hoje. Feliz porque daqui a pouco será hora de dormir e não há lugar no mundo mais acolhedor do que sua cama.
Esquece. Mesmo sendo motivos prosaicos, isso ainda é ser feliz por muito.
Feliz por nada, nada mesmo?
Talvez passe pela total despreocupação com essa busca. Essa tal de felicidade inferniza.
“Faça isso, faça aquilo”. A troco? Quem garante que todos chegam lá pelo mesmo caminho?
Particularmente, gosto de quem tem compromisso com a alegria, que procura relativizar as chatices diárias e se concentrar no que importa pra valer, e assim alivia o seu cotidiano e não atormenta o dos outros. Mas não estando alegre, é possível ser feliz também. Não estando “realizado”, também. Estando triste, felicíssimo igual. Porque felicidade é calma.
Consciência. É ter talento para aturar o inevitável, é tirar algum proveito do imprevisto, é ficar debochadamente assombrado consigo próprio: como é que eu me meti nessa, como é que foi acontecer comigo? Pois é, são os efeitos colaterais de se estar vivo.
Benditos os que conseguem se deixar em paz. Os que não se cobram por não terem cumprido suas resoluções, que não se culpam por terem falhado, não se torturam por terem sido contraditórios, não se punem por não terem sido perfeitos. Apenas fazem o melhor que podem.
Se é para ser mestre em alguma coisa, então que sejamos mestres em nos libertar da patrulha do pensamento. De querer se adequar à sociedade e ao mesmo tempo ser livre.
Adequação e liberdade simultaneamente? É uma senhora ambição. Demanda a energia de uma usina. Para que se consumir tanto?
A vida não é um questionário de Proust. Você não precisa ter que responder ao mundo quais são suas qualidades, sua cor preferida, seu prato favorito, que bicho seria. Que mania de se autoconhecer. Chega de se autoconhecer. Você é o que é, um imperfeito bem-intencionado e que muda de opinião sem a menor culpa.
Ser feliz por nada talvez seja isso.
(MEDEIROS, Martha. Feliz por nada, 2011. Ediora L&PM., 216 p.)
Após a leitura da crônica “Feliz por nada”, é possível inferir que:
A interação de leitura e escrita no ambiente digital é demasiadamente importante: o seu objetivo é compreender esse contexto
visando desenvolver o domínio para interagir, acessar e compreender conteúdos em plataformas digitais. A partir do desenvolvimento das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), a sociedade mudou os modos de se relacionar, consumir,
trabalhar e se posicionar. É possível inferir que as informações se referem à(ao):