Quadros (2004), afirma que para ser um intérprete de LIBRAS, primeiro é preciso atentar para as competências necessárias para a atuação; algumas delas:

Reconhece-se, em nível nacional, FEBRAPILS, Federação Brasileira das Associações dos Profissionais Tradutores e Intérpretes e Guia-intérpretes de Língua de Sinais, como sendo a entidade representativa dos profissionais TILS e GI. Considere os itens elencados abaixo:

I.  Colaborar com a fundação das Associações dos Profissionais Tradutores e Intérpretes e Guiaintérpretes de Língua de Sinais (APILS);

II. Consolidar as APILS, apoiando na sua organização administrativa e de atuação nos Estados e Municípios;

III. Defender os interesses das APILS;

IV.  Aplicar punições cabíveis aos profissionais que atuam irregularmente.

V.  Representar sindicalmente os TILS e GI no que diz respeito às lutas profissionais;

VI.  Apoiar as APILS na busca pela formação profissional, melhoria do ambiente de trabalho, salubridade e condições salubridade e condições salariais adequadas da categoria dos Tradutores e Intérpretes e Guia-intérpretes de Língua de Sinais, doravante denominados de TILS e GI;

VII.  Fiscalizar os ambientes de trabalho onde os TILS e GI atuam, com autonomia para aplicar multas em caso de irregularidades.

VIII. Representar, juridicamente, o profissional que esteja passando por assédio moral ou situações análogas.

São objetivos da FEBRAPILS os apresentados nos itens:

Sobre a profissionalização dos tradutores / intérpretes de língua de sinais, observamos que o fator mais distintivo entre a formação dos intérpretes de línguas orais e de sinais foi:
As primeiras formações de intérpretes de Língua de Sinais começam a ocorrer, no Brasil, nos fins dos anos 1990. Nesse período ocorreram:
A Lei nº. 13.146/2015 estipula que “O poder público deve estimular e apoiar a adaptação e a produção de artigos científicos em formato acessível, inclusive em LIBRAS”. Para a produção desses artigos, o Guia Orientador para Acessibilidade de Produções Audiovisuais aconselha que:
A inserção do intérprete de língua de sinais em sala de aula possibilita ao aluno surdo o recebimento de informações em sinais, por via de um profissional capacitado e fluente nesta língua. Sobre sua atuação nesse contexto podemos afirmar que:

Considere os contextos de atuação dos TILS listados abaixo.

I.  Aulas prolongadas;

II.  Plantões tira-dúvida de curta duração;

III.  Cursos, grandes conferências, seminários, discussões, debates, grandes reuniões coletivas e audiências e consultas jurídicas;

IV.  Ligações telefônicas;

V.   Situações que envolvam comunicação e/ou atendimento a pessoas surdocegas;

VI.  Situações que envolvam solicitação de esclarecimentos de baixa complexidade;

VII. Situações que envolvam pessoas com dificuldades cognitivas e/ou emocionais;

VIII. Situações que envolvam pessoas com diferentes níveis de fluência em LIBRAS e em Língua Portuguesa.

IX.  Situações que envolvam pessoas com diferentes níveis de fluência em LIBRAS e em Língua Portuguesa;

X.  Situações em que a capacidade de ver e/ou ouvir a interpretação é limitada, sobretudo quando os intérpretes estão posicionados em locais para atender as necessidades de um público mais amplo;

XI. Situações de interpretação em mídia televisiva por tempo prolongado;

XII. Em unidades e instituições que demandem atendimento psiquiátrico e psicoterápico.

Dos listados acima, são considerados contextos que demandam o trabalho do intérprete de apoio os que figuram nos itens

Durante várias décadas os intérpretes/tradutores de Língua Brasileira de Sinais, LIBRAS, tiveram sua formação baseada na experiência desenvolvida por familiares de surdos ou participantes de comunidades religiosas interessadas na causa. Um dos motivos que fez este com que este profissional passasse a trilhar um caminho de formação profissional foi:
Quadros (2003) apresenta seis categorias para analisar o processo de interpretação, as quais são destacadas por apresentarem as competências de um profissional tradutor/intérprete, são elas:
Sobre o trabalho do tradutor/ intérprete, em equipe, Silva define que a:

Sabe-se que a realidade das pessoas surdocegas é bastante variada. De acordo com Cabruzzi e Costa (2016), “as formas de comunicação ocorrem de acordo com as possibilidades da pessoa com surdocegueira, ou seja, se a surdocegueira é congênita ou adquirida”. Considere os sistemas de comunicação indicados abaixo:

I. LIBRAS Tátil

II.  LIBRAS em campo visual reduzido

III. LIBRAS à distância

IV.  Braille

V. LIBRAS a curta distância

VI.  LIBRAS apoiada

VII. Língua oral adaptada

VIII. Tadoma

IX.  Malossi

X.   Leitura labial

XI.  Escrita com alfabeto normal em papel

XII. Código Morse

Considerando a realidade de um surdocego inserido na comunidade surda, cuja surdez é congênita mas a cegueira foi desenvolvida já na vida adulta, são considerados sistemas de comunicação mais pertinentes para a sua realidade os de números

Até meados de 2008 a terminologia empregada para se referir ao profissional que atuava na mediação linguística por meio do par LIBRAS/ Português era a de intérprete de língua de sinais – ILS. A terminologia TILS começou a ser empregada a partir de 2008. Sobre essa nova terminologia e o motivo que levou a sua mudança, é correto afirmar que:
As atividades de tradução, interpretação e guia interpretação são consideradas muitíssimo complexas do ponto de vista cognitivo, demandando dos profissionais TILS a capacidade de mobilizar conhecimentos não apenas linguísticos das duas línguas em jogo, mas também conhecimentos referenciais, de mundo, da área sobre a qual se está interpretando-traduzindo. Tal realidade demanda tempo de estudo por parte do profissional. Para isso, de acordo com a FEBRAPILS, os contratantes de seus serviços
Além de interpretar as mensagens produzidas pela pessoa com surdocegueira ao sistema de comunicação utilizado por seu interlocutor e vice-versa, é função do guia-intérprete
Sobre o Guia-interprete é correto afirmar:
Os tradutores/intérpretes são profissionais que desempenham um papel fundamental ao permitir que:
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