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Durante a internação de um paciente oncológico, o farmacêutico clinico hospitalar sugere a substituição de um quimioterápico prescrito por outro equivalente, com menos efeitos adversos. O médico concorda com a mudança, mas o paciente, ao ser informado, recusa o novo medicamento. O farmacêutico, preocupado com a eficácia e a segurança, insiste com o paciente, mesmo após a recusa formal registrada em prontuário. O principio ético que foi mais diretamente violado pela insistência do farmacêutico na situação foi o principio da:
Suponha que durante determinado período de tempo, a temperatura média de uma cidade tenha sido igual a T(x) = 0,4.x2 + 13, sendo T em °C e x em horas. Se 3 <x < 8, é correto afirmar que às 4h30min a temperatura média nessa cidade, em °C, foi igual a:
Durante uma auditoria em um hospital público, foi constatada a aquisição de um lote de antibióticos com validade inferior a seis meses, o que contraria o edital da licitação. O farmacêutico responsável alega que a escolha foi feita pela comissão de compras, que considerou apenas o menor prego. Com base nas boas praticas de aquisição, a conduta da comissão deve ser:
Em um hospital de médio porte, o sistema de gestão farmacêutica apontou que a classe dos antimicrobianos era responsável por 40% do custo mensal da farmácia, com alto índice de prescrições fora do protocolo. O gestor farmacêutico propõe uma intervenção baseada em dados do sistema. A medida mais eficiente nesse contexto seria:
Em uma inspeção de rotina em uma farmácia hospitalar, foi identificado que a geladeira de insulina apresentava temperatura entre 12 °C e 15 °C nos últimos sete dias. Nenhum registro de temperatura estava disponível no controle físico. Os frascos de insulina estavam armazenados normalmente e sendo distribuídos aos pacientes. Diante do ocorrido, a medida mais adequada a ser adotada pela equipe farmacêutica deve ser:
Em um hospital, o farmacêutico notou que a documentação referente ao controle de substancias psicotrópicas não estava sendo sincronizada com as prescrições médicas. Isso gerou preocupado quanto à segurança dos pacientes. Para resolver essa questão, a ação que a equipe farmacêutica deve priorizar é:

Leia o texto a seguir:


Uso inadequado da internet pode afetar saúde, diz especialista


A aprovação de projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos em escolas publicas e privadas no estado, já no ano letivo de 2025, deu destaque ao tema. Além do cuidado nas escolas, o Centro Marista de Defesa da Infância avalia que a utilização dos aparelhos e da internet também precisa de atenção em casa.


Levantamento da TIC Kids Online Brasil (2024), realizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e Cetic.br, mostrou que 93% das crianças e adolescentes brasileiros — de 9 a 17 anos — usam a intemet, o que representa 24,5 milhões de pessoas.


O estudo apontou, ainda, que cerca de três a cada dez usuários de internet de 9 a 17 anos têm responsáveis que usam recursos para bloquear ou filtrar alguns tipos de sites (34%); para filtrar aplicativos baixados (32%), que limitam pessoas que entram em contato por chamadas de voz ou mensagens (32%); que monitoram sites ou aplicativos acessados (31%); que bloqueiam anúncios (28%); alertam sobre o desejo de fazer compras em aplicativos (26%); e que restringem o tempo na internet (24%).


"Assim como ensinamos nossas crianças a não falar com estranhos na rua, temos que agora ensina-las a como se comportar na internet. Atualmente, pais e responsáveis devem trabalhar no letramento digital, supervisionando as atividades e ensinando dinâmicas mercadológicas, pois o uso inadequado da internet pode gerar um meio propicio para o adoecimento físico e mental", disse, em nota, Valdir Gugiel, diretor do Centro Marista de Defesa da Infância e membro do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina.


Ele acrescenta que, atualmente, quando se trata de infância e juventude, é necessário promover um debate sobre o uso consciente de telas e dispositivos e a violência no ambiente digital.



Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/01/1053742-uso- inadequado-da-intemet-pode-afetar-saude-diz-especialista.ntml. Excerto. Acesso em 24/05/2025. Adaptado.

“Assim como ensinamos nossas crianças a não falar com estranhos na rua, temos que agora ensiná-las a como se comportar na internet” (4º parágrafo). O trecho em destaque é classificado como uma oração:

Leia o texto a seguir:


Uso inadequado da internet pode afetar saúde, diz especialista


A aprovação de projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos em escolas publicas e privadas no estado, já no ano letivo de 2025, deu destaque ao tema. Além do cuidado nas escolas, o Centro Marista de Defesa da Infância avalia que a utilização dos aparelhos e da internet também precisa de atenção em casa.


Levantamento da TIC Kids Online Brasil (2024), realizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e Cetic.br, mostrou que 93% das crianças e adolescentes brasileiros — de 9 a 17 anos — usam a intemet, o que representa 24,5 milhões de pessoas.


O estudo apontou, ainda, que cerca de três a cada dez usuários de internet de 9 a 17 anos têm responsáveis que usam recursos para bloquear ou filtrar alguns tipos de sites (34%); para filtrar aplicativos baixados (32%), que limitam pessoas que entram em contato por chamadas de voz ou mensagens (32%); que monitoram sites ou aplicativos acessados (31%); que bloqueiam anúncios (28%); alertam sobre o desejo de fazer compras em aplicativos (26%); e que restringem o tempo na internet (24%).


"Assim como ensinamos nossas crianças a não falar com estranhos na rua, temos que agora ensina-las a como se comportar na internet. Atualmente, pais e responsáveis devem trabalhar no letramento digital, supervisionando as atividades e ensinando dinâmicas mercadológicas, pois o uso inadequado da internet pode gerar um meio propicio para o adoecimento físico e mental", disse, em nota, Valdir Gugiel, diretor do Centro Marista de Defesa da Infância e membro do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina.


Ele acrescenta que, atualmente, quando se trata de infância e juventude, é necessário promover um debate sobre o uso consciente de telas e dispositivos e a violência no ambiente digital.



Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/01/1053742-uso- inadequado-da-intemet-pode-afetar-saude-diz-especialista.ntml. Excerto. Acesso em 24/05/2025. Adaptado.

O texto anterior é um trecho de uma matéria jornalística cujo principal objetivo é investigar e informar o publico sobre um fato ou tema de interesse social, por meio de uma apuração detalhada, com dados, entrevistas e análise contextual. Esses tragos permitem caracterizar o texto como um exemplo de:
Durante a reunido da Comissão de Farmácia e Terapêutica (CFT) de um hospital, um médico solicita a inclusão do cetorolaco injetável para dor pós-operatória. O farmacêutico analisa os dados disponíveis e aponta que já existe o cetoprofeno no formulário, com eficácia semelhante, menos toxicidade renal e menor custo. Mesmo assim, o médico insiste na inclusão, alegando experiência clinica. A recomendação técnica da CFT, segundo os critérios da seleção racional de medicamentos, deve ser:
Uma paciente com crise convulsiva é atendida na emergência. O médico prescreve diazepam, com urgência no controle da crise. A farmacêutica responsável deve orientar a equipe quanto a via mais adequada para garantir ação rápida e eficaz do fármaco. A administração mais apropriada nesse contexto apresentado é via:
Em uma farmácia ambulatorial, o técnico entrega ao farmacêutico uma prescrição manuscrita que parece indicar “cloridrato de propranolol 160 mg, 2x ao dia”. Contudo, a dose usual do fármaco raramente ultrapassa 80 mg/dia e o paciente é idoso, com histérico de bradicardia. Não ha carimbo legível nem contato do prescritor. Diante da ambiguidade da prescrição e risco potencial, a conduta adotada pelo farmacêutico deve ser:

Leia o texto a seguir:


Uso inadequado da internet pode afetar saúde, diz especialista


A aprovação de projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos em escolas publicas e privadas no estado, já no ano letivo de 2025, deu destaque ao tema. Além do cuidado nas escolas, o Centro Marista de Defesa da Infância avalia que a utilização dos aparelhos e da internet também precisa de atenção em casa.


Levantamento da TIC Kids Online Brasil (2024), realizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e Cetic.br, mostrou que 93% das crianças e adolescentes brasileiros — de 9 a 17 anos — usam a intemet, o que representa 24,5 milhões de pessoas.


O estudo apontou, ainda, que cerca de três a cada dez usuários de internet de 9 a 17 anos têm responsáveis que usam recursos para bloquear ou filtrar alguns tipos de sites (34%); para filtrar aplicativos baixados (32%), que limitam pessoas que entram em contato por chamadas de voz ou mensagens (32%); que monitoram sites ou aplicativos acessados (31%); que bloqueiam anúncios (28%); alertam sobre o desejo de fazer compras em aplicativos (26%); e que restringem o tempo na internet (24%).


"Assim como ensinamos nossas crianças a não falar com estranhos na rua, temos que agora ensina-las a como se comportar na internet. Atualmente, pais e responsáveis devem trabalhar no letramento digital, supervisionando as atividades e ensinando dinâmicas mercadológicas, pois o uso inadequado da internet pode gerar um meio propicio para o adoecimento físico e mental", disse, em nota, Valdir Gugiel, diretor do Centro Marista de Defesa da Infância e membro do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina.


Ele acrescenta que, atualmente, quando se trata de infância e juventude, é necessário promover um debate sobre o uso consciente de telas e dispositivos e a violência no ambiente digital.



Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/01/1053742-uso- inadequado-da-intemet-pode-afetar-saude-diz-especialista.ntml. Excerto. Acesso em 24/05/2025. Adaptado.

Além do cuidado nas escolas, o Centro Marista de Defesa da Infância avalia que a utilização dos aparelhos e da internet também precisa de atenção em casa” (1º parágrafo). Nesse trecho, o conectivo em destaque tem sentido:

Leia o texto a seguir:


Uso inadequado da internet pode afetar saúde, diz especialista


A aprovação de projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos em escolas publicas e privadas no estado, já no ano letivo de 2025, deu destaque ao tema. Além do cuidado nas escolas, o Centro Marista de Defesa da Infância avalia que a utilização dos aparelhos e da internet também precisa de atenção em casa.


Levantamento da TIC Kids Online Brasil (2024), realizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e Cetic.br, mostrou que 93% das crianças e adolescentes brasileiros — de 9 a 17 anos — usam a intemet, o que representa 24,5 milhões de pessoas.


O estudo apontou, ainda, que cerca de três a cada dez usuários de internet de 9 a 17 anos têm responsáveis que usam recursos para bloquear ou filtrar alguns tipos de sites (34%); para filtrar aplicativos baixados (32%), que limitam pessoas que entram em contato por chamadas de voz ou mensagens (32%); que monitoram sites ou aplicativos acessados (31%); que bloqueiam anúncios (28%); alertam sobre o desejo de fazer compras em aplicativos (26%); e que restringem o tempo na internet (24%).


"Assim como ensinamos nossas crianças a não falar com estranhos na rua, temos que agora ensina-las a como se comportar na internet. Atualmente, pais e responsáveis devem trabalhar no letramento digital, supervisionando as atividades e ensinando dinâmicas mercadológicas, pois o uso inadequado da internet pode gerar um meio propicio para o adoecimento físico e mental", disse, em nota, Valdir Gugiel, diretor do Centro Marista de Defesa da Infância e membro do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina.


Ele acrescenta que, atualmente, quando se trata de infância e juventude, é necessário promover um debate sobre o uso consciente de telas e dispositivos e a violência no ambiente digital.



Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/01/1053742-uso- inadequado-da-intemet-pode-afetar-saude-diz-especialista.ntml. Excerto. Acesso em 24/05/2025. Adaptado.

“Ele acrescenta que, atualmente, quando se trata de infância e juventude, é necessário promover um debate sobre o uso consciente de telas e dispositivos e a violência no ambiente digital” (5° paragrafo). Nesse trecho, as palavras destacadas são classificadas respectivamente como:
Uma dermatologista prescreve para manipulação um creme contendo ácido salicílico 2% e ureia 10% para tratar queratose actínica. A farmacêutica precisa escolher a base adequada para garantir a estabilidade e a liberação dos ativos, considerando o tipo de pele e ação desejada. Nesse caso, a opção mais adequada como base semissólida é:

Leia o texto a seguir:


Uso inadequado da internet pode afetar saúde, diz especialista


A aprovação de projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos em escolas publicas e privadas no estado, já no ano letivo de 2025, deu destaque ao tema. Além do cuidado nas escolas, o Centro Marista de Defesa da Infância avalia que a utilização dos aparelhos e da internet também precisa de atenção em casa.


Levantamento da TIC Kids Online Brasil (2024), realizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e Cetic.br, mostrou que 93% das crianças e adolescentes brasileiros — de 9 a 17 anos — usam a intemet, o que representa 24,5 milhões de pessoas.


O estudo apontou, ainda, que cerca de três a cada dez usuários de internet de 9 a 17 anos têm responsáveis que usam recursos para bloquear ou filtrar alguns tipos de sites (34%); para filtrar aplicativos baixados (32%), que limitam pessoas que entram em contato por chamadas de voz ou mensagens (32%); que monitoram sites ou aplicativos acessados (31%); que bloqueiam anúncios (28%); alertam sobre o desejo de fazer compras em aplicativos (26%); e que restringem o tempo na internet (24%).


"Assim como ensinamos nossas crianças a não falar com estranhos na rua, temos que agora ensina-las a como se comportar na internet. Atualmente, pais e responsáveis devem trabalhar no letramento digital, supervisionando as atividades e ensinando dinâmicas mercadológicas, pois o uso inadequado da internet pode gerar um meio propicio para o adoecimento físico e mental", disse, em nota, Valdir Gugiel, diretor do Centro Marista de Defesa da Infância e membro do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina.


Ele acrescenta que, atualmente, quando se trata de infância e juventude, é necessário promover um debate sobre o uso consciente de telas e dispositivos e a violência no ambiente digital.



Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/01/1053742-uso- inadequado-da-intemet-pode-afetar-saude-diz-especialista.ntml. Excerto. Acesso em 24/05/2025. Adaptado.

No texto, Valdir Gugiel apresenta um argumento com relação ao uso da internet por parte de crianças e adolescentes. Esse argumento esta baseado na ideia de que os responsáveis devem:
Durante o atendimento de um paciente asmático em crise, a equipe de enfermagem administra propranolol por engano, em vez do beta-2 agonista prescrito. Poucos minutos depois, o paciente apresenta broncoespasmo grave e queda de saturação de oxigénio. Essa reação adversa grave ao propranolol acontece devido ao medicamento: