Quanto aos riscos ocupacionais do pessoal envolvido na manipulação de antineoplásicos, podemos afirmar que

Assinale a alternativa com ERRO de acentuação.

Assinale a alternativa INCORRETA a respeito da Farmacoepidemiologia:

Nefrolitíase é uma condição marcada pela presença de cálculos renais. A maioria das pedras nos rins encontradas no mundo ocidental é composta por
Dentre as atividades em um laboratório, a gravimetria é uma operação muito comum. A gravimetria é o processo usado para medir

Em uma drogaria, um paciente informa ao farmacêutico que deseja uma caixa com 30 comprimidos revestidos, de liberação controlada, de oxicodona, e lhe pede informações quanto ao uso do medicamento.

Com relação a essa situação hipotética, julgue os itens a seguir.

O farmacêutico detém o direito de decidir sobre o não aviamento da prescrição resultante da sua ilegibilidade.
De acordo com a Resolução da Diretoria Colegiada RDC Nº 17, de 16 de abril de 2010, que dispõe sobre as Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos, o controle de contaminação de recipientes para armazenamento de água para uso farmacêutico deve considerar alguns aspectos. Dentre as opções a seguir, assinale a afirmativa incorreta:
De acordo com o Decreto nº 85.878/1981, constante do Código de Ética da profissão farmacêutica, o então Presidente da República, João Figueiredo, deixa claro quais são as atribuições privativas deste profissional. São atribuições do farmacêutico, as seguintes atividades, EXCETO:
O que diria e o que faria Mandela?

      O mundo acompanha o drama humanitário e os dilemas europeus sobre acolher e/ou conter migrantes que tentam atravessar o Mediterrâneo da África do Norte para a Europa. São desastres constantes nas embarcações com seus passageiros, nas transações encetadas por traficantes do desespero e da esperança. No último fim-de-semana foi o naufrágio de um barco pesqueiro na costa líbia que deixou centenas de mortos. No entanto, outro drama humanitário se desenrola no sul da África, com a violência e a xenofobia dos últimos dias justamente na nação arco-íris que Nelson Mandela se propôs a construir no lugar do apartheid há pouco mais de 20 anos.
      [...] A mais recente onda de violência mistura xenofobia e mera criminalidade em um país em crescente crise econômica, taxa de desemprego de 24%, chefiado pelo desacreditado presidente Jacob Zuma e marcado pela percepção, especialmente em comunidades pobres, de que estrangeiros estão roubando os empregos. No entanto, o catalisador da violência (xenofobia) se diluiu em meio à escalada, pois muitos dos mortos e donos de negócios saqueados eram sul-africanos. Nelson Mandela nunca teve sucessores à altura e sempre se soube que seria uma tarefa descomunal construir uma nação arco-íris. O desafio se tornou mais ingrato e o arco-íris está ainda mais distante no horizonte.

(Caio Blinder, 21/04/2015. Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/nova-york/africa-do-sul/o-que-diria-mandela/. Adaptado.)
Quanto à construção dos referentes textuais e suas estratégias de referenciação, indique a alternativa que apresenta expressão que foi utilizada com tal intencionalidade, ou seja, a retomada de um elemento ou expressão como estratégia de referenciação.

Texto: Eu e a enxaqueca, uma história de amor


Eu sou meio figurinha carimbada no circuito de triagem clínica de enxaqueca. Os pesquisadores me adoram, principalmente pelo número prodigioso de crises que tenho: de dez a 12 por mês, em média. “Que coisa fantástica. Uma fonte excelente de dados”, comemorou o coordenador da minha última análise de fármaco quando lhe mostrei o diário exclusivo para as dores de cabeça que mantenho há anos.

“Excelente para você”, retruquei. Para mim, representa quase um terço da vida sendo refém do horror da enxaqueca, incluindo os três dias por mês, pelo menos, que passo de cama, consumida pela dor paralisante e a náusea intensa.

Experimentei mais de uma dúzia de remédios preventivos e participei de uma série de triagens para medicamentos em teste. Nenhum ajudou; alguns, inclusive provocaram dores horríveis. O fato é que todos foram criados para tratar outros males, e só depois investidos na enxaqueca, depois que pacientes hipertensos, convulsivos e bipolares relataram uma melhora coincidente nas dores de cabeça de que sofriam.

Atualmente, participo de uma triagem para um remédio específico. Seu alvo é o peptídeo relacionado ao gene da calcitonina, substância neuroquímica que faz os vasos sanguíneos incharem – e que é o que as pessoas que sofrem desse mal aparentemente produzem em demasia.

Pela primeira vez na vida, pareço estar sentindo um certo alívio. E o pior efeito colateral até agora é um otimismo profundo, embora ele venha acompanhado de complicações inesperadas. Depois de anos experimentando todo tipo de medicamento, já não me p

reocupo mais com a ineficácia porque é o que sempre acontece. Percebi desta vez uma nova preocupação: e se desta vez funcionar?

Tive a primeira crise de enxaqueca aos 12 anos – e depois veio outra, e outra. A princípio, não sabia o que era. Meus pais achavam que eu era só hipersensível à gripe, problema que eles esperavam e eu dava como certo que ia superar. Adolescente motivada e dedicadíssima, acreditava que todas as portas estavam abertas para mim, em termos de carreira: astronauta, médica, a primeira presidente mulher.

Foi só no primeiro ano em Yale que tive minha enxaqueca diagnosticada, quando também me toquei de que não ia superá-la. As portas começaram a se fechar. O fato de ter que passar dias seguidos sem poder me levantar parecia eliminar a possibilidade de carreira em uma profissão da qual dependiam vidas – ou seja, a medicina cirúrgica estava fora de questão. Também desconfiei que as enxaquecas crônicas atrapalhariam uma candidata à presidência muito antes de as dores de cabeça de Michele Bachmann se tornarem manchete. Optei então pelo jornalismo.

8º Já faz mais de 20 anos que a enxaqueca ocupa um espaço central, ainda que indesejável, na minha vida, meio como a irmã detestável que eu nunca tive. Ela também ajudou a moldar a pessoa em que me tornei. E não só me ajudou a desenvolver uma tolerância bem alta à dor, como a aperfeiçoar a técnica do vômito em jato. E, agora que me deparo com a perspectiva quase inimaginável de me livrar da dor para sempre, começo a perceber que nem consigo imaginar a vida sem ela. 

9º A possibilidade do surgimento de um remédio “prodígio” gera emoções conflitantes por várias razões. Para começar que, se tivesse sido inventado antes, eu poderia ter me tornado astronauta. E se a solução é realmente tão simples – olha, seu organismo gera esse tal de peptídeo em demasia, está aqui o remédio para inibir a produção –, fica difícil entender por que demorou tanto para ser inventado.

10º A cura também representaria um novo fardo. Dizer que fiz o melhor que pude “apesar da enxaqueca” livra a minha cara por tudo aquilo que não fiz, tipo tornar-me a primeira mulher na presidência. Se esse medicamento funcionar, nada vai me impedir de fazer coisas excepcionais – e, ao mesmo tempo, acabará com a desculpa para não as realizar.

11º Por outro lado, e se foi a enxaqueca que me ajudou a conquistar tudo o que consegui até agora? Scott Sonenshein, professor da Faculdade de Administração Jones da Universidade Rice, afirma que conseguimos realizar mais quando nossos recursos (no meu caso, a saúde) são limitados do que quando são abundantes. “As restrições podem ser motivação para desenvoltura, para a criatividade, estímulo para uma solução melhor dos problemas”, escreve ele em seu livro, Stretch.

12º É fato que, graças à enxaqueca, aprendi muita coisa interessante e útil – como fazer todos os meus trabalhos antes do prazo, para o caso de a dor de cabeça atacar na última hora. Fazer as coisas apesar dela quando absolutamente necessário – e a pegar leve comigo mesma no resto do tempo. Aprendi a pedir ajuda quando precisava. Será que a ausência da enxaqueca me fará menos responsável, menos diligente? Ou fará com que eu me dedique em dobro, sabendo que não vou acabar tendo uma dor paralisante se me esforçar demais? Tenho muitas perguntas em relação a essa possível versão futura de mim mesma. (E uma para a Nasa: qual é o limite de idade para o treinamento dos astronautas?)

13º É claro que, se uma crise de identidade é o preço para acabar com a dor debilitante no meu cérebro, pagarei com muito prazer. Passei décadas sonhando com uma cura, geralmente deitada no quarto escuro, com um saco de ervilhas congeladas contra o rosto. A surpresa é eu sentir qualquer resquício de nostalgia em relação a esses tempos – mas percebo agora que uma parte de mim sentirá saudades.

                                                                                                                  LATSON, Jennifer

Texto adaptado. Disponível em: https://oglobo.globo.com/saber-viver/eu-a-enxaqueca-uma-historia-deamor-23178050 Acessado em 16/03/2019.

No trecho “...fica difícil entender por que demorou tanto para ser inventado.” (9º parágrafo), o por que está grafado corretamente. É, porém, INCORRETO esse uso na seguinte frase:

Os antibióticos reduziram drasticamente as doenças e as mortes
causadas por infecções bacterianas. Durante décadas, eles foram
utilizados de forma indiscriminada, o que levou ao aumento
da resistência dos microrganismos a esses antibióticos e gerou um
grave problema de saúde pública. Nos últimos anos, vários grupos
de pesquisa têm dedicado especial esforço na identificação de
novas moléculas com capacidade antimicrobiana ou na mudança
das suas formulações farmacêuticas para melhorar a
biodisponibilidade do princípio ativo no paciente. Considerando
a importância dos antibióticos para a vida humana, julgue os itens
a de 99 a 107.

Os antibióticos beta-lactâmicos são totalmente destruídos pelas enzimas beta-lactamases das bactérias, por meio da distribuição do anel beta-lactâmico, que está sempre presente na estrutura química dessas moléculas.

Assinale a alternativa INCORRETA quanto à classificação das vozes verbais:
Conforme descrito no Capítulo 4, do Vol. I da Farmacopéia Brasileira, 5ª edição, enumere a segunda coluna de acordo com a primeira e marque a alternativa correta:

1–Medicamento Intercambiável
2–Medicamento Genérico
3–Medicamento Similar
4–Medicamento Magistral

( ) É o medicamento equivalente terapêutico de um medicamento de referência, comprovados, essencialmente, os mesmos efeitos de eficácia e segurança.
( ) É todo medicamento cuja prescrição pormenoriza a composição, a forma farmacêutica e a posologia. É preparado na farmácia, por um profissional farmacêutico habilitado ou sob sua supervisão direta.
( ) É aquele que contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos, apresenta a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, e que é equivalente ao medicamento registrado no órgão federal, responsável pela vigilância sanitária, podendo diferir somente em características relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes e veículo, devendo sempre ser identificado por nome comercial ou marca.
( ) É o medicamento similar a um produto de referência ou inovador, que pretende ser com esse intercambiável, geralmente produzido após a expiração ou renúncia da proteção patentária ou de outros direitos de exclusividade, comprovada a sua eficácia, segurança e qualidade, e designado pela DCB ou, na sua ausência, pela DCI.
A procura por fórmulas manipuladas aumentou nos últimos anos. Isso porque vantagens como a maior possibilidade de personalização dessas soluções ganharam mais visibilidade no mercado. Entretanto, é importante destacar que as farmácias de manipulação precisam garantir um rígido controle da qualidade de medicamentos, a fim de garantir a segurança e a eficácia destes. A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) no 67/2007 da Anvisa é a principal lei que regulamenta a qualidade dos medicamentos manipulados.

Com relação ao exposto, julgue os itens a seguir. 
Os medicamentos homeopáticos seguem as especificações do controle de qualidade das preparações magistrais e oficinais.
As anemias podem ocorrer devido a uma construção incorreta da hemoglobina. Uma talassemia pode ser descrita como resultantes da

Em atendimento hospitalar com o farmacêutico clínico, um paciente, poucos dias após ter recebido alta ambulatorial, queixou-se principalmente de dores nas costas. O profissional o indagou a respeito do início dos sintomas e de seu histórico familiar e, em seguida, consultou seu prontuário, a fim de acessar seu histórico médico pregresso. Após análise, o farmacêutico solicitou radiografia e prescreveu um comprimido de ibuprofeno 400 mg, três vezes ao dia, por três dias, até o resultado do exame.

Considerando que o farmacêutico em questão é legalmente habilitado e registrado no Conselho Regional de Farmácia de sua jurisdição, julgue os itens seguintes.

O prontuário do paciente não poderia ser acessado sem autorização do chefe da equipe médica ou médico responsável pelo atendimento a esse paciente.
Em relação à farmacovigilância, é correto afirmar que:
Complete as lacunas e indique a alternativa que apresenta a sequência correta:

100 ___1___ é maior que 200 ___2___ e 300 ___3___ é menor que 400 ___4___.
Caracteriza o Sistema de Distribuição de Medicamentos por Dose Individualizada, EXCETO

Marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(---) Os supressores mais eficazes da secreção de ácido gástrico são os inibidores da bomba de próton.

(---) O omeprazol é convertido em uma sulfenamida nos canalículos ácidos da célula parietal. As sulfenamidas interagem de modo covalente com os grupos sulfidril no domínio extracelular da bomba de próton e, assim, inibem sua atividade.

(---) Dentre os inibidores da bomba de próton estão a cimetidina, a ranitidina e a nizatidina.

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