Leia o trecho: é o ramo da horticultura que abrange a exploração de um grande número de espécie de plantas, habitualmente conhecidas como hortaliças e que podem ser constituídas das seguintes partes das plantas: folhas, inflorescências, raízes, caules e frutos. O trecho faz referência a:
Os recursos hídricos podem ser classificados em:
O teodolito é um:
De acordo com o Código de Ética do Profissional da Engenharia, da Agronomia, da Geologia, da Geografia e da Meteorologia, são reconhecidos os direitos individuais universais inerentes aos profissionais, facultados para o pleno exercício de sua profissão, exceto:
A matéria orgânica exerce papel fundamental na dinâmica do solo, atuando diretamente sobre sua estrutura e indiretamente sobre diversos processos bioquímicos. Considerando as funções da matéria orgânica no solo, assinale a alternativa correta:
O nitrogênio é um dos nutrientes mais exigidos pelas plantas e pode ser fornecido por diferentes fontes na formulação dos adubos. Sobre os adubos utilizados como fontes de nitrogênio, assinale a alternativa correta:
A construção de uma estufa exige planejamento para garantir boas condições de desenvolvimento das plantas. Sobre os principais cuidados e orientações para a construção de uma estufa, assinale a alternativa correta:

Existem vários tipos de fertilizantes com diferentes fontes e composições.

A respeito do fertilizante organomineral, trata-se de um produto

Com o objetivo de promover a adoção de práticas agrícolas sustentáveis e sistemas alimentares saudáveis em todo o mundo, foram estabelecidos alguns princípios fundamentais da agroecologia, dentre eles:

I. Diversidade.
II. Reciclagem.
III. Valores humanos e sociais.

Julgue os itens e assinale a alternativa correta:

TEXTO I

“Tire suas próprias conclusões”


Essa é a frase que mais tenho ouvido recentemente. Passada a euforia de uma notícia qualificada como “bomba”, logo os atores de uma das partes corriam a público para disponibilizar a íntegra daquilo que antes foi veiculado em partes.


É preciso saber de tudo e entender de tudo. É preciso tirar as próprias conclusões para não depender de ninguém, e é esse o grande e contraditório imperativo dos nossos tempos. É uma ordem a uma experimentação libertária, e uma quase contradição do termo. O imperativo que liberta também aprisiona: você só passa a ser, ou a pertencer, se tiver uma conclusão. Sobre qualquer coisa.


Nas últimas décadas psicanalistas se debruçaram sobre as mudanças nos arranjos produtivos e sociais de cada período histórico para compreender e nomear as formas de sofrimento decorrentes delas. A revolução industrial, a divisão social do trabalho, a urbanização desenfreada e as guerras, por exemplo, fizeram explodir o número de sujeitos impacientes, irritadiços e perturbados com a velocidade das transformações e suas consequentes perdas de referências simbólicas.


Pensando sobre o imperativo “Leia/Veja/Assista” e “Tire suas próprias conclusões”, começo a desconfiar de que estamos diante de uma nova forma de sofrimento relacionado a um mal-estar ainda não nomeado.


Afinal, que tipo de sujeito está surgindo de nossa nova organização social? O que a vida em rede diz sobre as formas como nos relacionamos com o mundo? Que tipos de valores surgem dali? E, finalmente, que tipo de sofrimento essa vida em rede tem causado?


Vou arriscar e sair correndo, já sob o risco de percorrer um campo que não é meu: estamos vendo surgir o sujeito preso à ideia da obrigação de ter algo a dizer. Ao longo dos séculos essa angústia era comum aos chamados formadores de opinião e artistas, responsáveis por reinterpretar o mundo. Hoje basta ter um celular com conexão 3G para ser chamado a opinar sobre qualquer coisa. Pensamos estar pensando mesmo quando estamos apenas terceirizando convicções ao compartilhar aquilo que não escrevemos.


É uma nova versão de um conflito descrito por Clarice Lispector a respeito da insuficiência da linguagem. Algo como: “Não só não consigo dizer o que penso como o que penso passa a ser o que digo”. Se vivesse nas redes que atribuem a ela frases que jamais disse, o “dizer” e o “pensar” teriam a interlocução de um outro verbo: “compartilhar”.



(Matheus Pichonelli, Carta Capital. 18.03.2016. www.cartacapital.com.br. Adaptado)

Infere-se da leitura do texto I que, para o autor, o mal-estar provado pelos indivíduos atualmente está relacionado com
O cafeeiro tem seu ciclo de desenvolvimento dividido em seis fases: duas vegetativas e quatro reprodutivas. Assinale a alternativa que apresenta uma frase vegetativa:
Durante uma campanha de conscientização ambiental, 50 pessoas fizeram contribuições para organizações não governamentais (ONG) atuantes na defesa do meio ambiente; 20 dessas pessoas doaram R$ 1.500,00, e as demais, R$ 1.800,00. O valor total foi então recolhido e repartido, em partes iguais, entre 3 ONG, cada uma das quais recebeu, portanto,
A coleta de sementes envolve técnicas que permitem a extração eficiente dos propágulos de diferentes tipos de frutos, garantindo a preservação da biodiversidade e a recuperação de ecossistemas.
Considerando os processos naturais e artificiais de extração, secagem e armazenamento de sementes, assinale a alternativa correta.
As instalações adequadas dos viveiros de mudas necessitam de cuidados específicos para garantir o sucesso da produção.
Com base nas recomendações técnicas sobre localização e proteção dos viveiros, é correto concluir que
De acordo com o Anexo I da Instrução Normativa MAPA nº 39, de 8 de agosto de 2018, que estabelece as especificações dos fertilizantes minerais simples, a Ulexita é fonte de
Os implementos funcionam em máquinas ligadas por tração para um manejo rápido e eficiente. Basicamente, possuem uma atuação direta no solo e nas culturas agrícolas para aumentar o rendimento de tempo e performance na qualidade produtiva. Um exemplo de implemento agrícola é:
Sobre a entomologia médica, assinale a alternativa correta:
Leia o texto a seguir para responder a questão:


A Comissão de Direitos Humanos (CDH) debateu o fortalecimento de políticas públicas para a proteção de crianças e adolescentes indígenas. Participantes da audiência pública defenderam, entre outras medidas, a ampliação do acesso à saúde, o combate à violência, o apoio para gestantes, a garantia de segurança alimentar e a preservação dos territórios.

No debate, o indígena ianomâmi Renato Sanumá falou sobre as dificuldades de combater o abandono e o abuso sexual infantil, além dos desafios de tratamento de crianças com deficiências e problemas neurológicos nas aldeias. Segundo ele, não há como proteger efetivamente as crianças sem medidas de apoio. Ele participou do debate por videoconferência em sua língua nativa – traduzida durante a audiência.

Representante da Secretaria de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Vanessa Quaresma afirmou que a meta do governo federal é reduzir a mortalidade infantil em 30% até 2027.

“Nosso grande desafio é impedir a perda de crianças nessa faixa etária menor de cinco anos. Nós não temos perdas acentuadas no período de até um ano, mas sim de um a quatro anos”, destacou Vanessa.

Ela ressaltou que as dificuldades geográficas são uma das barreiras para acessibilidade dos serviços de saúde nos territórios indígenas. Integrante da etnia curuaia, Vanessa afirmou que uma das estratégias trabalhadas pela secretaria envolve integrar práticas de cuidados da medicina ocidental com as práticas da medicina indígena. Para isso, destacou ser preciso qualificar a força de trabalho, em especial, em relação às questões interculturais.

(Agência Senado. Debatedores defendem fortalecimento de políticas públicas para crianças indígenas. www12.senado.leg.br, 23.05.2024. Adaptado)
Quanto à audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos, é correto afirmar que
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