Para pintar 1/3 da área total de um muro, foram gastos 5 litros de uma determinada tinta.

Mantida sempre essa proporção, o número de litros dessa tinta que serão necessários para pintar 4/5 da área que ainda resta desse muro é igual a
No período pós-operatório imediato de cirurgia abdominal, um sinal clínico que pode indicar hemorragia interna é a
Em um depósito, há 96 caixas formando pilhas, de modo que cada pilha tem o mesmo número de caixas.

Sabendo que o número de caixas de uma pilha é igual a 2/3 do número de pilhas, então qual é o número de caixas de uma pilha?
Após realizar um procedimento de coleta de sangue, o técnico de enfermagem deve garantir que as agulhas e as seringas utilizadas sejam descartadas de maneira segura.

Dessa forma, o reencapamento da agulha
A manobra de Heimlich deve ser realizada em um paciente
No contexto da assistência em saúde, a comunicação eficaz e o trabalho em equipe são essenciais para
Uma pessoa fez 3 ligações com o celular, de modo que a média aritmética do tempo de duração das duas primeiras ligações foi de 48 minutos. Se a terceira ligação tivesse durado 5 minutos a menos do que realmente durou, a média aritmética do tempo de duração dessas 3 ligações teria sido de 45 minutos.

De quantos minutos foi o tempo de duração da terceira ligação?
Leia o texto a seguir para responder à questão:

A cultura dos macacos-pregos

Nos últimos anos, os arqueólogos que trabalham na Serra da Capivara, no Piauí (um dos complexos pré-históricos mais importantes do Brasil, famoso pelas belas pinturas nas rochas), passaram a enfrentar uma nova dor de cabeça. Tanto lá quanto em outros lugares do País e do mundo, lascas de pedra simples, que sobravam do processo de fabricação de ferramentas, costumam ser um bom indício da presença de antigos seres humanos. O problema é que outra espécie de inteligência sofisticada também anda produzindo lasquinhas muito parecidas há milênios na região. Como saber quem fez o quê?
O culpado por embolar o meio de campo arqueológico se chama Sapajus libidinosus: é o macaco-prego-amarelo. Os dados indicam que esses primatas andam produzindo lascas de pedra há pelo menos 3 mil anos, e é possível que isso esteja acontecendo há mais tempo ainda. Num trabalho de pesquisa constante, que vem ganhando força nos últimos vinte anos, cientistas do Brasil e de outros países estão documentando a grande versatilidade tecnológica e comportamental dos macacos-pregos.
Esses primatas usam diversos recursos da natureza – por exemplo, pedras, raízes e galhinhos – como ferramentas para explorar seu ambiente, descolar comida mais nutritiva e até paquerar, e acabam assim produzindo lascas de pedra de forma não intencional. Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração, podem se transformar ao longo do tempo e variam dependendo das populações de cada espécie. Isso significa que, à sua maneira, esses bichos têm se mostrado exemplos valiosos para a compreensão de como a inteligência e a cultura evoluem.

(Reinaldo José Lopes, “A cultura dos macacos-pregos”, Revista Superinteressante. Adaptado)
Em “Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração...” (3º parágrafo), a palavra destacada expressa circunstância de
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Cuidar de quem cuida de idosos dependentes: por uma política necessária e urgente

Cuidar decorre das expectativas sociais sobre o conceito cultural de família e continua a ser parte das obrigações femininas. Costuma acontecer que, nas famílias, uma mulher é escolhida como cuidadora pela pessoa de quem cuida, ou é autoescolhida, ou, ainda, exerce sua função por falta de outra opção.
No Brasil, o espectro de idade delas vai de 26 a 86 anos. São mulheres que abrem mão da vida pessoal, profissional, social e afetiva. E, mesmo quando seu trabalho é banhado de amor e reconhecimento, ela se empobrece do ponto de vista econômico e social e passa a ter, desde então, uma existência restrita e confinada, unicamente dedicada ao familiar em situação de dependência. As que são apoiadas por algum tipo de renda consideram esse aporte insuficiente. E as que vivem com pouca renda reduzem as opções de suporte frente à carga das necessidades. A maioria afirma que não recebe ajuda de ninguém e nenhuma recompensa econômica por sua dedicação.
Cuidar sempre afeta a vida da cuidadora. Em estudos que as comparam com a população em geral, são representadas com pior saúde física, mais frequente uso de medicamentos, taxas elevadas de depressão e ansiedade, estresse, menor satisfação com a vida e sensação de sobrecarga. Existem evidências de que o comprometimento cognitivo e a doença mental do idoso são mais onerosos do que os problemas físicos para quem cuida deles. Os agravos da própria saúde mental da pessoa que acompanha o idoso frequentemente aumentam à medida do tempo gasto no cuidado.

(Maria Cecília de Souza Minayo, “Cuidar de quem cuida de idosos dependentes: por uma política necessária e urgente”. Adaptado)
Em “E, mesmo quando seu trabalho é banhado de amor e reconhecimento...” (2º parágrafo), o trecho em destaque pode ser substituído, sem prejuízo do sentido original e da correção gramatical, por:
Todas as 360 salas de um prédio comercial, recém-construído, foram disponibilizadas para aluguel a partir do mês de março. Ao término de maio, a razão do número de salas não alugadas para o número de salas alugadas era igual a 2/7.

Qual era o número de salas ainda não alugadas ao término de maio?
Leia o texto a seguir para responder à questão:

Cuidar de quem cuida de idosos dependentes: por uma política necessária e urgente

Cuidar decorre das expectativas sociais sobre o conceito cultural de família e continua a ser parte das obrigações femininas. Costuma acontecer que, nas famílias, uma mulher é escolhida como cuidadora pela pessoa de quem cuida, ou é autoescolhida, ou, ainda, exerce sua função por falta de outra opção.
No Brasil, o espectro de idade delas vai de 26 a 86 anos. São mulheres que abrem mão da vida pessoal, profissional, social e afetiva. E, mesmo quando seu trabalho é banhado de amor e reconhecimento, ela se empobrece do ponto de vista econômico e social e passa a ter, desde então, uma existência restrita e confinada, unicamente dedicada ao familiar em situação de dependência. As que são apoiadas por algum tipo de renda consideram esse aporte insuficiente. E as que vivem com pouca renda reduzem as opções de suporte frente à carga das necessidades. A maioria afirma que não recebe ajuda de ninguém e nenhuma recompensa econômica por sua dedicação.
Cuidar sempre afeta a vida da cuidadora. Em estudos que as comparam com a população em geral, são representadas com pior saúde física, mais frequente uso de medicamentos, taxas elevadas de depressão e ansiedade, estresse, menor satisfação com a vida e sensação de sobrecarga. Existem evidências de que o comprometimento cognitivo e a doença mental do idoso são mais onerosos do que os problemas físicos para quem cuida deles. Os agravos da própria saúde mental da pessoa que acompanha o idoso frequentemente aumentam à medida do tempo gasto no cuidado.

(Maria Cecília de Souza Minayo, “Cuidar de quem cuida de idosos dependentes: por uma política necessária e urgente”. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que o trabalho de cuidado de idosos dependentes
Leia o texto a seguir para responder à questão:

A cultura dos macacos-pregos

Nos últimos anos, os arqueólogos que trabalham na Serra da Capivara, no Piauí (um dos complexos pré-históricos mais importantes do Brasil, famoso pelas belas pinturas nas rochas), passaram a enfrentar uma nova dor de cabeça. Tanto lá quanto em outros lugares do País e do mundo, lascas de pedra simples, que sobravam do processo de fabricação de ferramentas, costumam ser um bom indício da presença de antigos seres humanos. O problema é que outra espécie de inteligência sofisticada também anda produzindo lasquinhas muito parecidas há milênios na região. Como saber quem fez o quê?
O culpado por embolar o meio de campo arqueológico se chama Sapajus libidinosus: é o macaco-prego-amarelo. Os dados indicam que esses primatas andam produzindo lascas de pedra há pelo menos 3 mil anos, e é possível que isso esteja acontecendo há mais tempo ainda. Num trabalho de pesquisa constante, que vem ganhando força nos últimos vinte anos, cientistas do Brasil e de outros países estão documentando a grande versatilidade tecnológica e comportamental dos macacos-pregos.
Esses primatas usam diversos recursos da natureza – por exemplo, pedras, raízes e galhinhos – como ferramentas para explorar seu ambiente, descolar comida mais nutritiva e até paquerar, e acabam assim produzindo lascas de pedra de forma não intencional. Tudo indica que essas capacidades são transmitidas culturalmente de geração em geração, podem se transformar ao longo do tempo e variam dependendo das populações de cada espécie. Isso significa que, à sua maneira, esses bichos têm se mostrado exemplos valiosos para a compreensão de como a inteligência e a cultura evoluem.

(Reinaldo José Lopes, “A cultura dos macacos-pregos”, Revista Superinteressante. Adaptado)
Com base na leitura do texto, é correto afirmar que os macacos-pregos
No estoque de uma loja, há 400 lâmpadas azuis e 648 lâmpadas vermelhas. Todas essas lâmpadas serão colocadas em caixas, cada caixa com o mesmo número de lâmpadas de uma única cor, de modo que esse número seja o maior possível.

O número de caixas com lâmpadas vermelhas supera o número de caixas com lâmpadas azuis em
Sobre as metas internacionais de segurança do paciente, três das seis metas reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde e pelo Ministério da Saúde são:
Assinale a alternativa correta sobre a administração de medicamentos por via intramuscular (IM).
Segundo o Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, a imunização contra HPV
A atuação da equipe de enfermagem em grupos por patologias apresenta vantagens na abordagem coletiva para pacientes com doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, devido ao
Um fiscal visitou determinado número de estabelecimentos em 3 dias. No primeiro dia, ele visitou 40% do número total de estabelecimentos. No segundo dia, visitou 2 estabelecimentos a menos do que o número de estabelecimentos visitados no primeiro dia; no terceiro dia, visitou os últimos 5 estabelecimentos.

Qual foi o número de estabelecimentos visitados no segundo dia?
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