Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
A avaliação do recém-nascido deve começar no momento do nascimento, utilizando a _____________ , na qual são observados a freqüência cardíaca, o tônus muscular, irritabilidade reflexa, dor e esforço respiratório.
Os atalhos correspondem à digitação de teclas combinadas que executam determinada função no navegador. Sobre a ação e os atalhos do Internet Explorer, analise os itens a seguir e assinale a alternativa INCORRETA: AÇÃO ATALHO DE TECLADOI. Abrir uma nova guia Ctrl + T II. Abrir uma nova janela de Navegação InPrivate Ctrl + Shift + P III. Imprimir a página atual Ctrl + P IV. Atualizar a página F4 V. Exibir downloads Ctrl + J Estão CORRETAS:
Sucesso e fracasso O sucesso tornou-se um valor em si, não a consequência de um empreendimento Zeca Baleiro
Nas viradas de ano, costuma-se fazer muitos votos. De felicidade, saúde, amor, harmonia e paz. Costuma-se fazer votos de sucesso também. A propósito, o sucesso nunca esteve tão na moda quanto hoje. Nossos dicionários dizem que a palavra vem do latim successus e significa “aquilo que sucede, acontecimento, fato, ocorrência; qualquer resultado de um negócio; entrada, abertura; aproximação, chegada; bom êxito, triunfo, bom resultado; pessoa ou coisa vitoriosa de grande prestígio e/ou popularidade (livro, filme, peça teatral, autor, artista, etc.)”.
O sucesso tornou-se um valor em si, não a consequência de um empreendimento, necessariamente, e hoje está quase que inevitavelmente associado à fama. Andam de braços dados. Se tem fama, tem sucesso. Ledo engano. Conheço famosos que vivem a pão e água - logo, sem “triunfo” -, e outros que fazem uma ginástica danada para manter o circo de aparências.
Mas o que me interessa agora é falar sobre o “fracasso”, primo-irmão do “sucesso”. Na canção “Velho bode”, letra do genial poeta Sergio Natureza, um e outro são postos lado a lado: “Você foi um sucesso / na minha vida o meu lado do avesso... / você é um fracasso / do meu lado esquerdo do peito...” A música, parceria com o compositor Sérgio Sampaio, não foi um grande sucesso popular, mas tornou-se um hit cult, “maldito”, como quase toda a obra de Sampaio, ele próprio dono de uma biografia intrigante, uma história clássica de ascensão e declínio. Em 1973, o artista capixaba emplacou o mega-hit “Eu Quero É botar Meu bloco na Rua”, cujo compacto (para os com menos de 30 anos, “pequeno single de vinil”) vendeu 500 mil cópias, cifra astronômica para a época. A marcha-rancho lírica e de refrão poderoso tornou-se um hino contra a repressão política e social daqueles tempos de domínio militar.
Depois desse grande sucesso pontual, Sergio gravaria três álbuns antológicos que passaram despercebidos pelo grande público, o que o fez amargar um ostracismo cruel que o levaria à morte prematura em 1994, vitimado por uma pancreatite. Hoje, começa a ser descoberto e gravado por novos artistas e bandas e a ter o seu tamanho artístico justamente avaliado.
O baiano Tom Zé, um dos fundadores do tropicalismo e hoje uma lenda viva da música brasileira, já disse ao que veio na chegada, quando se apresentou nos anos 60 no programa de calouros “Escada para o Sucesso” cantando a sátira explícita “Rampa para o fracasso”. Contam que, no final dos anos 80,Tom Zé estaria desiludido com a carreira por conta dos “fracassos” de seus discos e sem o espaço devido na mídia e nos palcos. Estava de malas prontas para voltar à sua natal Irará, onde iria administrar o posto de gasolina de um parente, quando recebeu o telefonema de David byrne, bandleader da icônica banda Talking Heads e caçador de pérolas musicais. byrne teria descoberto seu disco “Estudando o Samba” num sebo e desejava lançá-lo pelo Luakabop, selo de sua propriedade e destinado a lançar suas descobertas mundo afora. Daí por diante a história com final feliz é conhecida de quase todos.
“Mantenha-se forte diante do fracasso e livre diante do sucesso”, diz frase atribuída ao gênio francês Jean Cocteau. Pode soar como um disparate esta outra frase do mesmo autor que transcrevo a seguir, mas a meu ver ela trata do mesmo assunto: “Deus não teria alcançado o grande público sem a ajuda do diabo.”
Considere o trecho reproduzido e as afirmações abaixo:
Conheço famosos que vivem a pão e água – logo, sem “triunfo” –, e outros que fazem uma ginástica danada para manter o circo de aparências.
I. A expressão “a pão e água” caracteriza um eufemismo.
II. O período é composto apenas por coordenação.
Acho essa coisa da idade fascinante: tem a ver com o modo como lidamos com a vida. Se a gente a considera uma ladeira que desce a partir da primeira ruga, ou do começo de barriguinha, então viver é de certa forma uma desgraceira que acaba na morte. Desse ponto de vista, a vida passa a ser uma doença crônica de prognóstico sombrio. Nessa festa sem graça, quem fica animado? Quem não se amargura?
[...]
Pois se minhas avós eram damas idosas aos 50 anos, sempre de livro na mão lendo na poltrona junto à janela, com vestidos discretíssimos, pretos de florzinha branca (ou, em horas mais festivas, minúsculas flores ou bolinhas coloridas), hoje aos 70 estamos fazendo projetos, viajando (pode ser simplesmente à cidade vizinha para visitar uma amiga), indo ao teatro e ao cinema, indo a restaurante (pode ser o de quilo, ali na esquina), eventualmente namorando ou casando de novo. Ou dando risada à toa com os netos, e fazendo uma excursão com os filhos. Tudo isso sem esquecer a universidade, ou aprender a ler, ou visitar pela primeira vez uma galeria de arte, ou comer sorvete na calçada batendo papo com alguma nova amiga.
[...]
Não precisamos ser tão incrivelmente sérios, cobrar tanto de nós, dos outros e da vida, críticos o tempo todo, vendo só o lado mais feio do mundo. Das pessoas. Da própria família. Dos amigos. Se formos os eternos acusadores, acabaremos com um gosto amargo na boca: o amargor de nossas próprias palavras e sentimentos. Se não soubermos rir, se tivermos desaprendido como dar uma boa risada, ficaremos com a cara hirta das máscaras das cirurgias exageradas, dos remendos e intervenções para manter ou recuperar a “beleza”. A alma tem suas dores, e para se curar necessita de projetos e afetos. Precisa acreditar em alguma coisa.
(LUFT, Lya. In: http://veja.abril.com.br. Acesso em 18/09/16)
O modo pelo qual o texto é iniciado permite ao leitor concluir tratar-se de:
A ansiedade não é doença. Faz parte do sistema de
defesa do ser humano e está projetada em quase todos os animais
vertebrados. O significado mais aceito hoje em dia vem do
psiquiatra australiano Aubrey Lewis, que, em 1967, caracterizoua
como “um estado emocional com a qualidade do medo,
desagradável, dirigido para o futuro, desproporcional e com
desconforto subjetivo”.
A ansiedade não é doença. É problema de ordem do
comportamento que afeta o convívio social. A ansiedade pode se
apresentar como sintoma em muitas doenças ditas emocionais e
mentais, e interfere sobremaneira nos níveis de satisfação do
indivíduo.
Quem não se sentiu ansioso até hoje? Com o mundo do
jeito que está, natural é se sentir ansioso; é permitido ficar
ansioso. Prejudicial é não saber lidar com a ansiedade.
A proposta é abordar meios eficazes de lidar com esse
comportamento que gera tantos distúrbios.
Diz Patch Adams que indivíduo saudável é aquele que
tem uma vida vibrante e feliz, porque utiliza ao máximo o que
possui e só o que possui, com muito prazer. Este é o indivíduo
satisfeito que não anseia quimeras e que sabe viver alegre e feliz.
Alterar sistema de informações ou programa de informática
sem autorização ou solicitação de autoridade competente é
conduta que corresponde à seguinte pena, além da multa:
A portaria MS nº 1.353, de 13.06.2011 aprovou o regulamento técnico de procedimentos hemoterápicos. Considerando essa legislação, a responsabilidade técnica pelo serviço de hemoterapia, deve ficar a cargo de:
Uma vítima foi picada por uma serpente conhecida como jararaca em terço distal do membro inferior esquerdo. Uma conduta geral a ser feita no local do acidente é:
Sobre a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) verifique as assertivas e assinale a correta.
I. A hipertensão arterial ou pressão alta é uma doença crônica caracterizada pelos níveis elevados da pressão sanguínea nas artérias. Ela acontece quando os valores das pressões máxima e mínima são iguais ou ultrapassam os 140/90 mmHg (ou 14 por 9).
II. A pressão alta faz com que o coração tenha que exercer um esforço maior do que o normal para fazer com que o sangue seja distribuído corretamente no corpo.
III. A pressão alta é um dos principais fatores de risco para a ocorrência de acidente vascular cerebral, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca.
IV. O problema é herdado dos pais em 90% dos casos, mas há vários fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial, como os hábitos de vida do indivíduo.
Instruções: Para responder às questões 1 a 5, considere o seguinte parágrafo, que inicia o conto “A noite em que prenderam
Papai Noel”, de José Eduardo Agualusa:
O velho Pascoal tinha uma barba comprida, branca, esplendorosa, que lhe caía em tumulto pelo peito. Estilo? Não: era
apenas miséria. Mas foi por causa daquela barba que ele conseguiu trabalho. Por isso e por ter nascido albino, pele de osga e
piscos olhinhos cor-de-rosa, sempre escondidos por detrás de uns enormes óculos escuros. Naquela época já nem pensava mais
em procurar emprego, certo de que morreria em breve numa rua qualquer da cidade, mais de tristeza que de fome, pois para se
alimentar bastava-lhe a sopa que todas as noites lhe dava o General, e uma ou outra côdea de pão descoberta nos contentores.
À noite dormia na cervejaria, na mesa de bilhar, enrolado num cobertor, outro favor do General, e sonhava com a piscina.
O parágrafo de J. E. Agualusa faz uso de elementos linguísticos que constroem a coesão textual. Na frase “Mas foi por causa
daquela barba que ele conseguiu trabalho”, exemplifica esse recurso
Complete: De acordo com a portaria MS nº 1.353, de 13.06.2011 , as instituições de assistência à saúde que realizem intervenções cirúrgicas de grande porte ou atendimentos de urgência e emergência ou que efetuem mais de _____ transfusões por mês devem contar com, pelo menos, uma Agência transfusional .
It now seems to me that what matters most in the majority
of organizations is to have reasonably intelligent, hard-working
managers who have a sense of pride and loyalty toward their
organization; who can get to the root of a problem and are inclined
toward action; who are decent human beings with a natural empathy
and concern for people; who possess humor, humility, and common
sense; and who are able to couple drive with stick-to-it-iveness* and
patience in the accomplishment of a goal.
It is the ability to make positive things happen that most
distinguishes the successful manager from the mediocre or
unsuccessful one. It is far better to have dependable managers who
can make the right things happen in a timely fashion than to have
brilliant, sophisticated, highly educated executives who are excellent
at planning and analyzing, but who are not so good at implementing.
The most cherished manager is the one who says “I can do it,” and
then does.
Many business schools continue to focus almost exclusively
on the development of analytical skills. As a result, these schools are
continuing to graduate large numbers of students who know a great
deal about analyzing strategies, dissecting balance sheets, and using
computers — but who still don’t know how to manage!
As a practical matter, of course, schools can go only so far
in teaching their students to manage. Only actual work experience
will fully develop the kinds of managerial traits, skills, and virtues
that I have discussed here.
*the ability and determination to continue doing something despite difficulties.
Wegman, Knezevic, Bernstein. A reading skills book, 3.d
ed. Mac Graw-Hill Companies, Inc. (adapted).
Based on the text above, judge the items below.
The workers’ success depends on how good things come to
happen.
Gilberto Dimenstein, Folha de São Paulo, 25/11/2013
Especula-se que Joaquim Barbosa teria um projeto secreto de se tornar presidente, montando sua imagem positiva de caçador de corruptos -pesquisas eleitorais não desanimam esse sonho.
Imagina-se que um campeão da moralidade salvaria o Brasil da ladroagem.
Olhando a história do Brasil, há fartos motivos para eu desconfiar de campeões da moralidade.
O PT é apenas o caso mais recente e estridente: o partido que se notabilizou pela defesa da ética virou um laboratório de estudos da biodiversidade da corrupção, tantas e tão diferentes são as modalidades de desvio que o partido engendrou.
O PSDB foi criado, em São Paulo, em oposição aos esquemas corruptos do PMDB -e, agora, está metido numa gigantesca rede de suspeitas devido aos cartéis durante vários governos paulistas. Sem contar que, nas origens do mensalão vamos encontrar, em Minas, o PSDB.
Fernando Collor se elegeu com a bandeira da batalha contra a corrupção. Sabemos o que ocorreu.
No mesmo estilo, Jânio Quadros se elegeu com o símbolo da vassoura. Se não me engano, foi o único brasileiro que teve divulgada sua conta na Suíça.
Todo aquele estardalhaço dos moralistas contra JK, Jango ou Getúlio se prestou para minar governos eleitos democraticamente e colocar no poder uma ditadura que, ao ampliar o poder do Estado, ampliou ainda mais a corrupção. Não que, naqueles governos, não houvesse desvios.
Evidentemente não sou contra o combate à corrupção. E muito menos ao culto da honestidade.
O que estou dizendo é que, no Brasil, bandeiras da moralidade viraram empulhação, nutrindo manchetes com paladinos e enganando os cidadãos.
Honestidade não é qualidade. E não deveria ser tema de campanha. Deveria ser apenas um pré-requisito elementar.
Entusiasma muito menos mudar os esquemas que favorecem a corrupção (o que exige complexas reformas) do que punir os corruptos.
O texto lido pode ser mais adequadamente definido como:
Denomina-se nadir o período pós-quimioterapia em que o número de leucócitos é o mais baixo, o qual se verifica entre 7 e 14 dias pós-quimioterapia. Pacientes neutropênicos tendem a ter infecções mais severas e frequentes, principalmente se o nadir persistir por mais de 10 dias. Nesse período,
o paciente deve ser orientado não manter contato com indivíduos que receberam vacinas com vírus vivo atenuado há poucos dias.
Segundo a Portaria GM/MS n. 2.048/2002, são competências e atribuições que o técnico de enfermagem deve ter para o atendimento pré-hospitalar móvel, EXCETO:
Conforme o que consta no Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, sobre as responsabilidades e deveres quanto ao sigilo profissional, assinale a alternativa CORRETA.
No Brasil, o processo de urbanização é marcado pela ocupação desorganizada do território e pela falta de planejamento, o que resulta em uma série de problemas sociais, urbanos e ambientais. A ocupação desordenada das cidades também causa impactos na saúde da população, sendo necessário, além de um conhecimento amplo sobre os efeitos da ocupação do território na saúde, o desenvolvimento de políticas públicas e intervenções urbanas capazes de melhorar a qualidade de vida e a saúde das populações que vivem em áreas de risco, comunidades e periferias. Considerando essas informações, julgue os itens seguintes. Em geral, em algumas comunidades periféricas, a arquitetura das cozinhas dos barracos, com pouca ventilação, favorece a concentração de gases tóxicos e a incidência de doenças respiratórias em seus moradores.
De acordo com a portaria n.º 2.048/MS, de 5/11/2002, os serviços de atendimento pré-hospitalar móvel devem contar com equipe de profissionais oriundos da área da saúde e não oriundos da área da saúde. Assinale a alternativa correta: