O Regimento Interno da EBSERH - 3ª revisão, estabelece a regra aplicável nas ausências e impedimentos do Presidente. Nesse sentido, assinale a alternativa correta.
Na realização de exame pericial em adolescente, verificou-se a existência de doença sexualmente transmissível. De acordo com a Resolução COFEN 311/2007, com relação ao sigilo profissional, entre as responsabilidades e deveres da equipe de enfermagem consta:
Por Marilena Chauí - Palestra proferida no lançamento da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”, em 27/08/2012, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.
Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais: o econômico e o ideológico.
Do ponto de vista econômico, os meios de comunicação fazem parte da indústria cultural. Indústria porque são empresas privadas operando no mercado e que, hoje, sob a ação da chamada globalização, passa por profundas mudanças estruturais, “num processo nunca visto de fusões e aquisições, companhias globais ganharam posições de domínio na mídia.”, como diz o jornalista Caio Túlio Costa. Além da forte concentração (os oligopólios beiram o monopólio), também é significativa a presença, no setor das comunicações, de empresas que não tinham vínculos com ele nem tradição nessa área. O porte dos investimentos e a perspectiva de lucros jamais vistos levaram grupos proprietários de bancos, indústria metalúrgica, indústria elétrica e eletrônica, fabricantes de armamentos e aviões de combate, indústria de telecomunicações a adquirir, mundo afora, jornais, revistas, serviços de telefonia, rádios e televisões, portais de internet, satélites, etc.
No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação. Esse privilégio é um poder político que se ergue contra dois direitos democráticos essenciais: a isonomia (a igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito à palavra ou o igual direito de todos de expressar-se em público e ter suas opiniões publicamente discutidas e avaliadas). Numa palavra, a cidadania democrática exige que os cidadãos estejam informados para que possam opinar e intervir politicamente e isso lhes é roubado pelo poder econômico dos meios de comunicação.
A isonomia e a isegoria são também ameaçadas e destruídas pelo poder ideológico dos meios de comunicação. De fato, do ponto de vista ideológico, a mídia exerce o poder sob a forma do que denominamos a ideologia da competência, cuja peculiaridade está em seu modo de aparecer sob a forma anônima e impessoal do discurso do conhecimento, e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.
A ideologia da competência pode ser resumida da seguinte maneira: não é qualquer um que pode em qualquer lugar e em qualquer ocasião dizer qualquer coisa a qualquer outro. O discurso competente determina de antemão quem tem o direito de falar e quem deve ouvir, assim como pré-determina os lugares e as circunstâncias em que é permitido falar e ouvir, e define previamente a forma e o conteúdo do que deve ser dito e precisa ser ouvido. Essas distinções têm como fundamento uma distinção principal, aquela que divide socialmente os detentores de um saber ou de um conhecimento (científico, técnico, religioso, político, artístico), que podem falar e têm o direito de mandar e comandar, e os desprovidos de saber, que devem ouvir e obedecer. Numa palavra, a ideologia da competência institui a divisão social entre os competentes, que sabem e por isso mandam, e os incompetentes, que não sabem e por isso obedecem.
Enquanto discurso do conhecimento, essa ideologia opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da comunicação. O especialista competente é aquele que, no rádio, na TV, na revista, no jornal ou no multimídia, divulga saberes, falando das últimas descobertas da ciência ou nos ensinando a agir, pensar, sentir e viver. O especialista competente nos ensina a bem fazer sexo, jardinagem, culinária, educação das crianças, decoração da casa, boas maneiras, uso de roupas apropriadas em horas e locais apropriados, como amar Jesus e ganhar o céu, meditação espiritual, como ter um corpo juvenil e saudável, como ganhar dinheiro e subir na vida. O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.
Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural.
Um dos aspectos mais terríveis desse duplo poder dos meios de comunicação se manifesta nos procedimentos midiáticos de produção da culpa e condenação sumária dos indivíduos, por meio de um instrumento psicológico profundo: a suspeição, que pressupõe a presunção de culpa. [...]
No enunciado: “ ... e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.” Tomando como exemplo racionalidade técnico-científica, podemos afirmar que a regra para o uso do hífen na expressão em destaque é, respectivamente, a mesma em:
A Lei Federal 8.080 de 1990 estabelece que é dever do Estado garantir as condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e serviços de saúde. Ao se permitir o acesso à tecnologia de alto custo apenas aos cidadãos que possuem planos privados de saúde, há uma contradição em relação ao seguinte princípio básico do Sistema Único de Saúde (SUS):
O adequado controle de infecção no centro cirúrgico requer a participação de todos os que atuam no setor. Com relação a esse assunto, julgue os itens a seguir.
Gorros, máscaras, toucas e propés são utilizados com a finalidade de prevenir a infecção do sítio cirúrgico.
O procedimento de esterilização de artigos médicos hospitalares é
vital para o controle de infecção e para a prestação de serviço de
qualidade ao paciente. A respeito desse assunto, julgue os itens
subsequentes.
O peróxido de hidrogênio tem seu princípio ativo aprovado como esterilizante e desinfetante para artigos semicríticos
Apesar de todos os avanços na medicina, o câncer é uma palavra que assusta qualquer paciente no momento do diagnóstico. E, embora não existam estudos científicos que comprovem, os médicos que trabalham na área garantem que a forma como a pessoa encara a doença é determinante para o sucesso do tratamento. É por isso que espaços que permitem a troca de experiências – seja em encontros presenciais, criados por associações de pacientes, por exemplo, ou na Internet – são tão importantes. Eles ajudam a entender que ninguém está sozinho nessa luta que leva tempo.
(Saúde Uol)
“a forma como a pessoa encara a doença”.
Nesse segmento do texto, o verbo “encarar” tem o sentido de
Os artigos hospitalares são classificados de acordo com o grau de risco que apresentam para causar infecções.
A esse respeito, assinale a alternativa INCORRETA.
Em um grupo de 10 pessoas, duas têm 20 anos, três têm 25 anos, quatro têm 30 anos e uma pessoa tem 40 anos. A média de idade desse grupo de pessoas, em anos, é
O paciente tem uma prescrição médica de 20 mg de um medicamento “X”, via SC (Subcutânea), de 6/6 horas. Tendo ampolas de 10 ml na concentração de 0,01 gramas/ml. O volume a ser administrado por horário é:
It now seems to me that what matters most in the majority
of organizations is to have reasonably intelligent, hard-working
managers who have a sense of pride and loyalty toward their
organization; who can get to the root of a problem and are inclined
toward action; who are decent human beings with a natural empathy
and concern for people; who possess humor, humility, and common
sense; and who are able to couple drive with stick-to-it-iveness* and
patience in the accomplishment of a goal.
It is the ability to make positive things happen that most
distinguishes the successful manager from the mediocre or
unsuccessful one. It is far better to have dependable managers who
can make the right things happen in a timely fashion than to have
brilliant, sophisticated, highly educated executives who are excellent
at planning and analyzing, but who are not so good at implementing.
The most cherished manager is the one who says “I can do it,” and
then does.
Many business schools continue to focus almost exclusively
on the development of analytical skills. As a result, these schools are
continuing to graduate large numbers of students who know a great
deal about analyzing strategies, dissecting balance sheets, and using
computers — but who still don’t know how to manage!
As a practical matter, of course, schools can go only so far
in teaching their students to manage. Only actual work experience
will fully develop the kinds of managerial traits, skills, and virtues
that I have discussed here.
*the ability and determination to continue doing something despite difficulties.
Wegman, Knezevic, Bernstein. A reading skills book, 3.d
ed. Mac Graw-Hill Companies, Inc. (adapted).
Based on the text above, judge the items below.
“cherished”, at the end of the second paragraph, means worthless.
A respeito da assistência de enfermagem a pacientes oncológicos no pós-operatório, julgue os itens seguintes.
Ao se realizar o banho de aspersão em um paciente em pósoperatório de laringectomia, deve-se ocluir o orifício da traqueostomia com fita adesiva para evitar a entrada de água.
Acerca do preparo, empacotamento e acondicionamento de artigo médico hospitalar, julgue os itens seguintes.
De acordo com as recomendações para o uso de embalagens de tecido, a roupa cirúrgica e os campos devem sofrer processos de calandragem. O remendo em campos cirúrgicos não interfere no processo de infecção.