A Língua Brasileira de Sinais foi criada a partir da vinda do
surdo Ernest Huet ao Brasil, a convite de Dom Pedro II.
A língua de sinais trazida ao Brasil por Huet e que foi a base para
a criação da Libras foi a:
A quantidade total de pessoas em três salas é igual a 140.
Nenhuma das salas está vazia e uma das salas possui tantas
pessoas quanto as outras duas salas juntas. Se a quantidade de
pessoas em uma dessas salas é um número divisível por 8, a
diferença entre o número de pessoas presentes nas duas salas
mais vazias é, no mínimo, igual a:
A autora Audrei Gesser (2009), em sua obra ‘Libras? Que
língua é essa?” defende que as línguas de sinais não são línguas
ágrafas, ou seja, elas possuem escrita.
A proposta de escrita usada no Brasil é o:
Quando se trata de configurações de mãos, os sinais podem
ser realizados de forma monomanual (com uma mão), bimanual
simétrico (com duas mãos iguais) ou bimanual assimétrico (com
duas mãos diferentes).
Este é um sinal monomanual:
Um dos principais artefatos da cultura surda é a literatura
surda, que é dividida em 3 modos: a interpretação, a adaptação e
a criação.
O texto a Cinderela surda, publicado por Silveira, Karnopp e Rosa
(2011) é um exemplo do modo de
O oralismo foi a primeira abordagem de educação de surdos
e vigorou por quase 100 anos. Skliar (2016) denomina este
período como "holocausto linguístico". Logo após o fracasso do
oralismo, outras abordagens foram implementadas.
É fundamental que os instrutores ou professores
tenham alguma certificação de proficiência em
Libras. Nas edições desta certificação promovida
pelo MEC, era avaliada a fluência no uso, o
conhecimento e a competência linguística para o
ensino da Libras. A certificação de proficiência em
Libras (no Uso e Ensino da Libras) habilitava o
indivíduo para:
Em relação a concursos, à população surda foram garantidos alguns direitos como disponibilização de prova em formatos acessíveis, dilatação do tempo de prova, a tradução completa do edital e de suas retificações em Libras por meio do seguinte documento legal:
Segundo BASSO, STROBEL e MASSUTI
(2009), o ensino da Língua Brasileira de Sinais desde
os primeiros anos de escolaridade, por vezes, é
negligenciado como disciplina. Isso acontece devido
a:
Na morfologia, uma das principais funções é a
mudança de classe de uma palavra. Um tipo de
processo comum na língua brasileira de sinais é a
derivação de nomes de verbos ou vice-versa. Nestes
casos de derivação, o que diferencia o sinal dos
nomes para o dos verbos é:
Nos estudos morfológicos da Libras, são estudados os
processos de criação dos sinais. Assim como nas línguas orais, a
Libras possui sinais elaborados por composição.
A cultura surda exprime crenças e valores
originados e transmitidos pelas gerações passadas
de sujeitos surdos ou por seus líderes também
surdos. É uma cultura rica e diversificada. Sobre essa
cultura, é correto afirmar que, no mundo:
A ordem básica das frases em Libras é SVO
(Sujeito – Verbo – Objeto) , no entanto, observa-se
outras formações, como OSV, SOV e VOS, porém
que são derivadas do SVO. Também existe a ordem
(S) V (O), em que o verbo é realizado sozinho, porém
a omissão do sujeito e do objeto só é possível em
construções com verbos:
Para BASSO, STROBEL e MASSUTI (2009), o
docente, quando for preparar a proposta curricular
para o ensino de Libras como L1 – primeira língua,
deve organizá-la com base nos diferentes níveis de
ensino, que correspondem: