A Língua Brasileira de Sinais foi criada a partir da vinda do surdo Ernest Huet ao Brasil, a convite de Dom Pedro II.
A língua de sinais trazida ao Brasil por Huet e que foi a base para a criação da Libras foi a:
A quantidade total de pessoas em três salas é igual a 140. Nenhuma das salas está vazia e uma das salas possui tantas pessoas quanto as outras duas salas juntas. Se a quantidade de pessoas em uma dessas salas é um número divisível por 8, a diferença entre o número de pessoas presentes nas duas salas mais vazias é, no mínimo, igual a:
Quando se trata de configurações de mãos, os sinais podem ser realizados de forma monomanual (com uma mão), bimanual simétrico (com duas mãos iguais) ou bimanual assimétrico (com duas mãos diferentes).
Este é um sinal monomanual:
Um dos principais artefatos da cultura surda é a literatura surda, que é dividida em 3 modos: a interpretação, a adaptação e a criação.
O texto a Cinderela surda, publicado por Silveira, Karnopp e Rosa (2011) é um exemplo do modo de
O oralismo foi a primeira abordagem de educação de surdos e vigorou por quase 100 anos. Skliar (2016) denomina este período como "holocausto linguístico". Logo após o fracasso do oralismo, outras abordagens foram implementadas.

A segunda abordagem de educação de surdos é :
É fundamental que os instrutores ou professores tenham alguma certificação de proficiência em Libras. Nas edições desta certificação promovida pelo MEC, era avaliada a fluência no uso, o conhecimento e a competência linguística para o ensino da Libras. A certificação de proficiência em Libras (no Uso e Ensino da Libras) habilitava o indivíduo para:
Em relação a concursos, à população surda foram garantidos alguns direitos como disponibilização de prova em formatos acessíveis, dilatação do tempo de prova, a tradução completa do edital e de suas retificações em Libras por meio do seguinte documento legal:
Segundo BASSO, STROBEL e MASSUTI (2009), o ensino da Língua Brasileira de Sinais desde os primeiros anos de escolaridade, por vezes, é negligenciado como disciplina. Isso acontece devido a:
Na morfologia, uma das principais funções é a mudança de classe de uma palavra. Um tipo de processo comum na língua brasileira de sinais é a derivação de nomes de verbos ou vice-versa. Nestes casos de derivação, o que diferencia o sinal dos nomes para o dos verbos é:
O primeiro fato histórico que contribuiu para a sistematização e organização da Língua Brasileira de Sinais foi:
A cultura surda exprime crenças e valores originados e transmitidos pelas gerações passadas de sujeitos surdos ou por seus líderes também surdos. É uma cultura rica e diversificada. Sobre essa cultura, é correto afirmar que, no mundo:
O Bilinguismo é uma metodologia muito defendida para as escolas que recebem alunos surdos. Segundo essa metodologia, em tal escola o aluno surdo:
A ordem básica das frases em Libras é SVO (Sujeito – Verbo – Objeto) , no entanto, observa-se outras formações, como OSV, SOV e VOS, porém que são derivadas do SVO. Também existe a ordem (S) V (O), em que o verbo é realizado sozinho, porém a omissão do sujeito e do objeto só é possível em construções com verbos:
Na fonética e fonologia da Libras, estudamos os pares mínimos, que são sinais que se diferenciam apenas por um parâmetro.

Os sinais que correspondem aos pares mínimos de ponto de articulação são:
Para BASSO, STROBEL e MASSUTI (2009), o docente, quando for preparar a proposta curricular para o ensino de Libras como L1 – primeira língua, deve organizá-la com base nos diferentes níveis de ensino, que correspondem: