Assinale a opção em que está corretamente indicada a ordem dos sinais de pontuação que devem preencher as lacunas da frase abaixo:
“Quando se trata de trabalho científico_____ duas coisas devem ser consideradas _____ uma é a contribuição teórica que o trabalho oferece_____a outra é o valor prático que possa ter.”
Leia com atenção as afirmativas abaixo e responda esta questão, assinalando entre as alternativas, a única que apresenta somente características da Educação Nutricional.
I Ênfase no processo de modificar e melhorar o hábito alimentar a médio e longo prazo.
II As mudanças necessárias ao controle de doenças, entre elas as relativas à alimentação, devem ser baseadas numa perspectiva de integração e de harmonização nos diversos níveis: físico, emocional e intelectual.
III Avaliação objetiva e subjetiva do paciente.
IV O objetivo do processo é estabelecido em função das prioridades impostas pelo paciente.
V A doença e a consequente necessidade de mudança de hábito podem ser consideradas uma oportunidade de crescimento e desenvolvimento pessoal.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase abaixo:
“Da mesma forma que os italianos e japoneses ____________no Brasil no século passado, hoje os brasileiros____________ para a Europa e para o Japão à busca de uma vida melhor; internamente os brasileiros____________ para o Sul, pelo mesmo motivo.”
Em treinamento de Pessoal na área de Nutrição, temas de grande relevância, que devem ser tratados, são:
I Reaproveitamento de alimentos.
II Reeducação Alimentar.
III Alimentação Preventiva.
IV Equilíbrio Alimentar.
V Alimentação Preventiva, saúde e longevidade.
Dos item acima relacionados, devem ser trabalhados em treinamento de Pessoal na área de Nutrição:
O controle qualitativo dos produtos alimentícios que serão utilizados em uma unidade de alimentação é uma etapa vital para a adequada e segura produção de refeições. O responsável pelo recebimento de alimentos deve:
A Organização Mundial de Saúde (OMS) estabelece algumas recomendações dietéticas que fundamentam as Diretrizes do Guia Alimentar para a população brasileira:
I Limitar o consumo de sal iodado e substitui-lo pelo sal sem iodo.
II Aumentar o consumo de frutas, legumes e verduras.
III Manter o equilíbrio energético e o peso saudável. * ,
IV Limitar o consumo de açúcares livres
V Limitar o consumo energético procedente das gorduras saturadas por insaturadas e eliminar as gorduras trans.
Dos itens elencados acima, constituem Diretrizes do Guia Alimentar da OMS, apenas:
Na Secretaria de Educação, o nutricionista é responsável pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), cujas ações são:
I Elaborar cardápios com refeições nutritivas e que respeite a diversidade da região.
II Atuar na educação alimentar e nutricional, por meio de palestras, dinâmicas ou debates.
III Efetuar o teste de aceitabilidade de um gênero alimentício, antes de introduzi-lo no cardápio escolar.
IV Capacitar os funcionários responsáveis pelo preparo da alimentação escolar sobre diversos temas como boas práticas de fabricação.
V Realizar acompanhamento nutricional dos escolares, a fim de verificar seu estado nutricional.
São de responsabilidade do nutricionista, no programa social PNAE, as ações:
A carência de vitamina A, de iodo, anemia ferropriva e a desnutrição energético-proteicas, de acordo com a Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN), são definidas como:
Para responder à questão proposta, leia com atenção o texto de Mary del Priore, publicado no jornal O Estado de São Paulo (03/01/2010). O futuro é um mistério
Nesta época do ano, é impossível escapar à tentação de fazer previsões. Afinal, desde a pré-história, o homem não deixa de querer conhecer o futuro e de dominá-lo. Das técnicas de adivinhação inventadas pelos povos da Antiguidade aos métodos “científicos”, elaborados por técnicos, os meios de predição variam: astrologia, leitura da borra de café ou cartas, até por internet. Pouco importa. Cada época tem necessidade de sonhar com um amanhã: melhor ou pior. Oráculos, profecias, predições, utopias, todas as antecipações que os homens construíram, no decorrer da história, não se realizaram. Mas elas são reflexos de suas esperanças e crenças.
Um poeta disse que, para ser profeta, bastava ser pessimista. Já na metade do século 19, havia quem escrevesse sobre um mundo futuro mecanizado, sem idéias espirituais, vivendo-se ao ritmo das crises econômicas e ameaças de guerra. Marcados pela Primeira Guerra Mundial, muitos pensadores fizeram coro ao pessimismo. Freud contestou a ideia de progresso e supôs a existência de um instinto de destruição. Não faltou quem visse nas marcas do tempo o anúncio do fim de tudo, ou uma caminhada na direção ao sofrimento, como predisse o escritor George Orwell. Grande parte desse pessimismo se enraizava na tomada de consciência de uma distância crescente entre progresso técnico e progresso moral. Para solucionar essa pendência, em 1971, o Clube de Roma reuniu uma elite de pensadores. Conclusão? O grupo anteviu que o crescimento demográfico e econômico provocaria uma catástrofe e uma crise / ecológica sem precedentes, em meados do século 21. E nós ainda acreditamos em previsões? Acho que, se os brasileiros mudaram, foi no sentido de não acreditarem mais nelas. Deixamos para trás a atitude infantil de insistir em sonhos que acabam em decepções. Ou de crerem falsas promessas. Nunca o futuro foi tão misterioso quanto neste início de século 21. Nenhuma máquina de previsão conseguiu explicar a complexidade do mundo atual, onde tudo se confunde, onde realidade e espetáculo se misturam, valores e ideologias desmoronam, tudo se desencanta. Aquecimento do planeta, desastres climáticos, aumento do nível dos oceanos, fim das florestas, fome, corrupção em toda a parte, empobrecimento dos mais pobres, enriquecimento dos mais ricos, enfim, a lista é longa. A resposta, talvez, esteja em fugir das previsões de futuro e jogar no presente. Vivê-lo com delicadeza e investir nos pequenos prazeres. Fórmula excelente para enfrentarmos o apocalipse, como querem muitos. Ou o paraíso, como esperam outros.
Sobre as previsões, é correto afirmar que no primeiro parágrafo, a autora:
Uma das áreas de atuação do profissional nutricionista é a Vigilância Sanitária. Estão entre as atribuições do Nutricionista que atua na Vigilância Sanitária:
I Integrar comissões técnicas de regulamentação e procedimentos relativos a alimentos.
II Integrar a equipe de Vigilância Sanitária, cumprindo e fazendo cumprir legislação de Vigilância Sanitária.
III Promover programas de orientação alimentar.
IV Promover orientação sobre manipulação correta de alimentos.
Para responder à questão proposta, leia com atenção o texto de Mary del Priore, publicado no jornal O Estado de São Paulo (03/01/2010). O futuro é um mistério
Nesta época do ano, é impossível escapar à tentação de fazer previsões. Afinal, desde a pré-história, o homem não deixa de querer conhecer o futuro e de dominá-lo. Das técnicas de adivinhação inventadas pelos povos da Antiguidade aos métodos “científicos”, elaborados por técnicos, os meios de predição variam: astrologia, leitura da borra de café ou cartas, até por internet. Pouco importa. Cada época tem necessidade de sonhar com um amanhã: melhor ou pior. Oráculos, profecias, predições, utopias, todas as antecipações que os homens construíram, no decorrer da história, não se realizaram. Mas elas são reflexos de suas esperanças e crenças.
Um poeta disse que, para ser profeta, bastava ser pessimista. Já na metade do século 19, havia quem escrevesse sobre um mundo futuro mecanizado, sem idéias espirituais, vivendo-se ao ritmo das crises econômicas e ameaças de guerra. Marcados pela Primeira Guerra Mundial, muitos pensadores fizeram coro ao pessimismo. Freud contestou a ideia de progresso e supôs a existência de um instinto de destruição. Não faltou quem visse nas marcas do tempo o anúncio do fim de tudo, ou uma caminhada na direção ao sofrimento, como predisse o escritor George Orwell. Grande parte desse pessimismo se enraizava na tomada de consciência de uma distância crescente entre progresso técnico e progresso moral. Para solucionar essa pendência, em 1971, o Clube de Roma reuniu uma elite de pensadores. Conclusão? O grupo anteviu que o crescimento demográfico e econômico provocaria uma catástrofe e uma crise / ecológica sem precedentes, em meados do século 21. E nós ainda acreditamos em previsões? Acho que, se os brasileiros mudaram, foi no sentido de não acreditarem mais nelas. Deixamos para trás a atitude infantil de insistir em sonhos que acabam em decepções. Ou de crerem falsas promessas. Nunca o futuro foi tão misterioso quanto neste início de século 21. Nenhuma máquina de previsão conseguiu explicar a complexidade do mundo atual, onde tudo se confunde, onde realidade e espetáculo se misturam, valores e ideologias desmoronam, tudo se desencanta. Aquecimento do planeta, desastres climáticos, aumento do nível dos oceanos, fim das florestas, fome, corrupção em toda a parte, empobrecimento dos mais pobres, enriquecimento dos mais ricos, enfim, a lista é longa. A resposta, talvez, esteja em fugir das previsões de futuro e jogar no presente. Vivê-lo com delicadeza e investir nos pequenos prazeres. Fórmula excelente para enfrentarmos o apocalipse, como querem muitos. Ou o paraíso, como esperam outros.
Pela leitura do texto, podemos afirmar que os brasileiros:
Para responder à questão proposta, leia com atenção o texto de Mary del Priore, publicado no jornal O Estado de São Paulo (03/01/2010). O futuro é um mistério
Nesta época do ano, é impossível escapar à tentação de fazer previsões. Afinal, desde a pré-história, o homem não deixa de querer conhecer o futuro e de dominá-lo. Das técnicas de adivinhação inventadas pelos povos da Antiguidade aos métodos “científicos”, elaborados por técnicos, os meios de predição variam: astrologia, leitura da borra de café ou cartas, até por internet. Pouco importa. Cada época tem necessidade de sonhar com um amanhã: melhor ou pior. Oráculos, profecias, predições, utopias, todas as antecipações que os homens construíram, no decorrer da história, não se realizaram. Mas elas são reflexos de suas esperanças e crenças.
Um poeta disse que, para ser profeta, bastava ser pessimista. Já na metade do século 19, havia quem escrevesse sobre um mundo futuro mecanizado, sem idéias espirituais, vivendo-se ao ritmo das crises econômicas e ameaças de guerra. Marcados pela Primeira Guerra Mundial, muitos pensadores fizeram coro ao pessimismo. Freud contestou a ideia de progresso e supôs a existência de um instinto de destruição. Não faltou quem visse nas marcas do tempo o anúncio do fim de tudo, ou uma caminhada na direção ao sofrimento, como predisse o escritor George Orwell. Grande parte desse pessimismo se enraizava na tomada de consciência de uma distância crescente entre progresso técnico e progresso moral. Para solucionar essa pendência, em 1971, o Clube de Roma reuniu uma elite de pensadores. Conclusão? O grupo anteviu que o crescimento demográfico e econômico provocaria uma catástrofe e uma crise / ecológica sem precedentes, em meados do século 21. E nós ainda acreditamos em previsões? Acho que, se os brasileiros mudaram, foi no sentido de não acreditarem mais nelas. Deixamos para trás a atitude infantil de insistir em sonhos que acabam em decepções. Ou de crerem falsas promessas. Nunca o futuro foi tão misterioso quanto neste início de século 21. Nenhuma máquina de previsão conseguiu explicar a complexidade do mundo atual, onde tudo se confunde, onde realidade e espetáculo se misturam, valores e ideologias desmoronam, tudo se desencanta. Aquecimento do planeta, desastres climáticos, aumento do nível dos oceanos, fim das florestas, fome, corrupção em toda a parte, empobrecimento dos mais pobres, enriquecimento dos mais ricos, enfim, a lista é longa. A resposta, talvez, esteja em fugir das previsões de futuro e jogar no presente. Vivê-lo com delicadeza e investir nos pequenos prazeres. Fórmula excelente para enfrentarmos o apocalipse, como querem muitos. Ou o paraíso, como esperam outros.
Assinale a alternativa correta quanto às relações que podem ser estabelecidas entre Freud, George Orwell e o Clube de Roma.
Gabriel Garcia Marques cresceu em meio _____ plantações de banana de Arataca, situada _____ poucos quilômetros do vilarejo de Macondo, que ele se dedicou _____ retratar na obra Cem anos de solidão.
Preencha corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada: