O cloridrato de articaína é um anestésico local de duração
intermediária, com muitas indicações na odontologia. Dentre as
suas vantagens destacam-se o rápido início da ação anestésica e
o alto sucesso clínico da sua administração.
Riscos ocupacionais no ambiente de trabalho odontológico
indicam a possibilidade de dano ao profissional ou a ocorrência
de algum evento adverso em decorrência da sua atividade
laboral. São exemplos de agentes físicos que acarretam riscos
ocupacionais no ambiente de trabalho do cirurgião-dentista:
A utilização do aparelho ortodôntico preventivo denominado
“placa lábio-ativa”, ou em inglês “lip bumper”, é indicada para
correção de pressão atípica do lábio e interceptação de
maloclusões do tipo:
O mercado de trabalho para o profissional de odontologia na
função de auditor inclui os serviços assistenciais odontológicos de
autogestão em empresas prestadoras (odontologia de grupo),
seguradoras, administradoras ou a prestação de serviços de
auditoria autônomos.
Dentre as funções do auditor odontológico, é correto citar:
A área de “col”, situada nas regiões entre pré-molares e molares,
corresponde a uma concavidade que une as papilas vestibular e
lingual dos dentes posteriores, adaptando-se ao formato do
contato interproximal.
Essa região é recoberta por um epitélio delgado do tipo:
Os cimentos de ionômero de vidro (CIVs) são materiais
extremamente versáteis, com aplicações em diversas situações
clínicas, incluindo o tratamento restaurador atraumático (TRA).
Essa técnica preconiza a remoção parcial da cárie com
instrumentos manuais, e é muito utilizada em locais com pouco
ou nenhum acesso ao tratamento odontológico convencional.
Dentre os vários tipos de CIVs, aquele indicado para o TRA em
molares decíduos é o:
Durante a remoção cirúrgica de um terceiro molar inferior
incluso, a presença e a posição do segundo molar permanente
inferior podem representar a principal barreira física impedindo a
sua remoção completa.
Essa complicação ocorre principalmente quando o terceiro molar
inferior incluso se encontra:
Após exame clínico, não foram detectadas lesões de cárie em
uma paciente de 22 anos de idade apresentando dentição
permanente completa. O exame radiográfico interproximal
revelou, no entanto, imagem radiolúcida atingindo a metade
interna da dentina na região mesial do dente 16.
Nesse caso, para que o cirurgião-dentista identifique a atividade
da lesão e, assim, proponha estratégias adequadas de
tratamento, ele deve observar o seguinte aspecto:
Uma criança de 13 anos de idade compareceu a um serviço de
pronto-atendimento odontológico após cair da bicicleta. O exame
clínico revelou luxação lateral do elemento 11 com fratura de
esmalte. O exame radiográfico mostrou formação radicular
completa e ausência de fratura radicular. Nessa consulta, foi
realizada a reposição e contenção apropriada do elemento.
Os passos seguintes, com relação ao manejo do dente
traumatizado no presente caso, envolvem:
A etapa de instrumentação endodôntica é muitas vezes seguida
da aplicação de medicação intracanal entre consultas,
principalmente nos casos de necropulpectomias. A pasta de
hidróxido de cálcio é frequentemente indicada para esse fim. No
entanto, a técnica de inserção intracanal deve ser cautelosa, pois
o seu extravasamento para o periápice pode causar
pericementite medicamentosa.
O primeiro molar permanente irrompe na cavidade bucal
aproximadamente aos 6 anos de idade, sendo o elemento
dentário que apresenta a maior incidência de lesões de cárie ao
longo da vida do indivíduo.
O risco aumentado para a ocorrência de cárie nesses elementos
pode ser explicado:
A maioria dos carcinomas bucais parece ser originada da mucosa
normal, mas alguns são precedidos por lesões potencialmente
malignas, que podem ser clinicamente diagnosticadas.
A Regeneração Tecidual Guiada (RTG) é uma técnica cirúrgica
para tratamento de sequelas da periodontite, baseada no
princípio de que somente as células do ligamento periodontal
possuem o potencial para regenerar o aparato de inserção do
dente.
O objetivo da RTG para o prognóstico do tratamento periodontal
é:
Um paciente do sexo masculino, 55 anos de idade, compareceu
ao consultório odontológico com necessidade de exodontia do
elemento 36. Durante a anamnese, revelou ser portador da
doença de von Willebrand (DvW) do tipo 1.
Considerando o risco de sangramento trans e pós-cirúrgico
nesses pacientes, a cobertura terapêutica de escolha a ser
realizada previamente à exodontia é a:
Processos de reabsorção, fisiológicos ou patológicos podem
acometer as raízes dos elementos dentários. Um desses, com
início invasivo na região cervical, possui aspecto clínico que pode
variar de um pequeno defeito na margem gengival até o
aparecimento de uma descoloração rósea da coroa dentária.
Radiograficamente, evidencia-se uma linha radiopaca separando
a área de reabsorção do canal radicular, e, histologicamente,
observa-se o predomínio de tecido fibrovascular derivado do
ligamento periodontal.
Trata-se, nesse caso, de uma reabsorção radicular:
No Brasil, o fluoreto presente nos dentifrícios pode apresentar-se
nas formas de fluoreto de sódio (NaF), monofluorfosfato de sódio
(MFP), fluoreto de amina (F-Am) e fluoreto de estanho (SnF2),
todos com eficácia comprovada no controle da cárie. Sobre a
biodisponibilidade das diferentes formas de fluoreto nos
dentifrícios, considere as seguintes afirmativas:
I - Em dentifrícios com MFP, o íon fluoreto fica biodisponível após
ação das enzimas fosfatases, presentes em remanescentes do
biofilme, ao passo que, em dentifrícios com NaF, F-Am e SnF2, o
fluoreto fica biodisponível após contato com a água.
II - Com exceção dos dentifrícios contendo SnF2, os produtos
contendo NaF, MFP e F-Am podem ser armazenados por longos
períodos sem que haja inativação do fluoreto, pois essas formas
de fluoreto possuem estabilidade química indefinida.
III - Dentifrícios com MFP podem ser formulados com abrasivos à
base de cálcio sem perigo de haver inativação do fluoreto. O
mesmo não ocorre com dentifrícios formulados com NaF, F-Am
ou SnF2, que devem conter sílica como agente abrasivo para
evitar a inativação do fluoreto.