Paciente masculino de 60 anos apresenta injúria renal aguda (IRA), associada a mieloma múltiplo (MM).
Para investigar a etiologia da IRA, é necessário considerar que:

Uma paciente de 57 anos é portadora de doença renal por diabetes não proteinúria e está em uso de enalapril, dapaglicozina, insulina basaglar e rosuvastatina, mantendo hemoglobina glicada 6,2%, ureia 72 mg%, creatinina 1,9 mg%, potássio 5,2 mEq/L; lipidograma, 25-hidroxivitamina D e PTH molécula intacta com valores normais; albumina sérica de 4,2 mg% e bicarbonato de 20 mEq/L. A avaliação da TFG, caracterizada por CKD EPI, define como DRC estágio 04.

Em relação a essa paciente, a conduta adequada:

Um paciente de 45 anos, portador de doença renal crônica dialítica, de causa indeterminada, apresenta, no exame físico, déficit auditivo e catarata (em acompanhamento com oftalmologista). Realizou transplante renal, com doador cadáver, e, após 6 meses de transplante, apresenta quadro de síndrome nefrítica e hemoptoicos, evoluindo rapidamente com a perda do enxerto.

A biópsia renal provavelmente evidenciou:

Paciente masculino, 18 anos, com hipocalemia e PA = 120 X 70 mmHg. Exames mostravam: sangue: creatinina: 1,0 mg/dL, aldosterona: 3.3 ng/dL, renina: 70.1 pg/mL, Na+ : 139 mEq/L, K+ : 3,3 mEq/L, Cl- : 106 mmol/L. Urina de 24 horas: Mg++: 78 mg/24 horas, Ca++: 420 mg/24 horas. Estudo genético mostra mutação no gene CLCNKB.

O paciente apresenta o diagnóstico de:

Uma paciente gestante de 32 semanas é encaminhada por apresentar hipertensão gestacional controlada. O exame físico, laboratorial e último ultrassom estão normais, e a paciente não apresenta albuminúria. No EAS, porém, observa-se presença de glicose +++, apesar de a paciente não ser diabética.

A conduta adequada é:

Paciente em terapia renal substitutiva com hemodiálise há 5 anos.

São condutas clínicas ou parâmetros laboratoriais que mostram que o tratamento está adequado:

Paciente com injúria renal aguda (IRA) por provável nefrite tubulointersticial aguda (NTA). NA IRA, podemos encontrar o aumento quantitativo de vários marcadores biológicos.
O marcador que melhor se correlaciona com o diagnóstico de NTA é:

Um paciente jovem, de 23 anos, sem comorbidades, apresenta como atividade esportiva o atletismo. Ele foi encaminhado ao nefrologista, por seu clínico geral, por apresentar, na avaliação laboratorial de rotina, elevação de creatinina (1,5 mg% - VR até 0,9 mg%), estando todos os demais exames laboratoriais e sorologias negativos. Trouxe à consulta, também, ultrassonografia normal, exame de urina sem alterações e dosagem de albuminúria em amostra de urina, também sem alterações. Não possuía nenhuma investigação renal prévia.

No que se refere à investigação clínica, a conduta apropriada é:

Na consulta, os exames trazidos pelo paciente mostravam: Ht: 29,9%, Hg: 9,9 g/dL, eletroforese de hemoglobinas: Hg: A: 55%, A2: 2,2%, F: 1,5%, S: 41%. Lâmina de sangue periférico com presença de drepanócitos.

Após análise desses exames, podem ser encontradas as seguintes manifestações renais:

Paciente de 46 anos, portador de doença renal crônica estágio 3, procura UPA com queixas de soluços e náuseas. Na anamnese dirigida, relatou ter ingerido quantidade generosa de suco de carambola nos últimos dias. Exame de sangue mostrou: creatinina: 3,8 mg/dL e ureia: 180 mg/dL.

A causa provável da piora da função renal é:

A principal causa de insuficiência renal nos pacientes tratados com diálise peritoneal é a glomeruloesclerose diabética. Nesses casos, tais pacientes podem necessitar de insulina para o combate glicêmico.

Sobre a administração de insulina, é correto afirmar que:

A escolha das características da membrana e da superfície dos dialisadores tem impacto direto nos resultados clínicos dos pacientes com doença renal crônica mantidos em hemodiálise. A evolução tecnológica resultou na preferência atual pelas membranas de alto fluxo. Os fluxos das membranas podem ser definidos de acordo com suas depurações das moléculas de beta-2-microglobulina.

As membranas de baixo, médio e alto fluxo apresentam, repectivamente, as seguintes taxas de depuração de beta-2-microglobulina:

Um paciente de 57 anos, obeso, portador de hipertensão arterial sistêmica, com função renal normal e albuminúria persistente na faixa de 150 mg/g de creatinina encontra-se em uso de dapaglicozina, prescrito recentemente pelo endocrinologista. Apresenta histórico de doença cardíaca isquêmica com implante de stent. Por fazer uso de vários medicamentos como valsartana potássica, rosuvastatina, insulina basaglar e antiagregante plaquetário e apresentar excelente controle metabólico, solicita a retirada da medicação, pois não vê sentido em mantê-la.

A conduta adequada é:

Paciente masculino, 29 anos, 70 kg, trouxe exames na consulta: creatinina sérica: 0,98 mg/dL, volume de urina: 1200 mL/24 horas, creatinina urinária: 600 mg/24 horas. ClCr = 52,9 mL /min/1,73 m2 . Exames realizados há 4 meses mostravam ClCr = 75,9 mL/min/1,73 m2 .

A avaliação da função renal mostra que o paciente apresenta:

A síndrome de Liddle é uma condição genética autossômica dominante rara na qual os pacientes apresentam hipertensão, hipocalemia e alcalose metabólica.

As manifestações dessa síndrome se devem a distúrbios tubulares que envolvem

Paciente portador de cirrose hepática. Exames no 1º dia de internação mostravam: sangue: creatinina: 1,0 mg/dL; urina: NGAL: 28,4 ng/dL. No 3º dia de internação, após reposição volêmica adequada, exames mostravam: creatinina sérica: 1,5 mg/dL.

As alterações laboratoriais são compatíveis com o diagnóstico de:

Durante plantão em unidade de pronto atendimento, dá entrada uma paciente de 27 anos, sonolenta, acompanhada de um parente. O familiar refere que ela apresenta quadro psiquiátrico, mas não sabe informar a terapêutica, porém credita o torpor ao uso inadequado dessas medicações. Ao exame físico, a paciente encontra-se em anasarca, com PA 102/77, FC 87 bpm, sem turgência, RCR 2 tempos, bulhas hipofonéticas. Exames liberados na urgência apresentam hemograma dentro de parâmetros de normalidade, ureia 35 mg%, creatinina 0,7mg%, sódio 158 mEq/L, potássio 3,8, lactato 0,6 e gasometria normal. EAS tipo 1 com proteína 4+/4, sem outras alterações. A hipótese diagnóstica é:

Um paciente americano, de 38 anos, afrodescendente, comparece ao consultório do médico com quadro de hipertensão arterial controlada há quatro anos. Apresenta elevação progressiva da creatinina sérica nos últimos 2 anos (atualmente, 2 mg%), além de proteinúria de 900 mg na urina de 24 horas. O EAS é normal, salvo a presença de proteínas. Traz exames realizados por outro médico (ultrassonografia e doppler de artérias renais normais, sorologias, investigação reumatológica, imunoeletroforese de proteína sérica e urinária, ambas sem padrão monoclonal). O paciente solicita uma segunda opinião, já que foi indicada biópsia renal.

A conduta adequada é:

Lesões glomerulares foram relatadas em uma minoria de pacientes com covid-19, durante a pandemia. Esses pacientes apresentaram proteinúria de nível nefrótico e injúria renal aguda (IRA).

Nessa condição, a glomerulopatia associada com maior frequência é:

Paciente feminina com 48 anos apresenta história de hipertensão arterial tratada irregularmente há 20 anos.

Para determinar o estadiamento de sua função renal, devem ser usados os seguintes biomarcadores:

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