Um rapaz de 18 anos, após um final de semana de praia no verão intenso, começa com prurido e vermelhidão ocular. Preocupado, porque soube de vários colegas que moram próximo com o mesmo quadro, procura a unidade de saúde no segundo dia de sintomas. Ao exame, hiperemia ocular periférica poupando a região central do olho esquerdo e secreção serosa, com início de hiperemia no olho direito também.
A conduta deve ser:
Homem de 46 anos começa com quadro de cefaleia exclusivamente unilateral, retroorbitária, intensa. Notou ainda olho vermelho.
No exame físico:
Uma mulher de 56 anos, totalmente assintomática, consulta-se “preocupada com a saúde dos ossos”. Menopausa aos 44 anos, pesa 70 kg e tem 1,68 m de altura. Não tabagista, nem etilista. Faz caminhada regularmente. Sem qualquer dado de história patológica pregressa. Mora na cidade do Rio de Janeiro e trabalha vendendo sanduíches na praia. Exame físico sem particularidades.
Nesse contexto:
Uma mulher de 27 anos começou a trabalhar no último ano e vem apresentando episódios de agravos na saúde que parecem estar relacionados à atividade laboral. Ela precisa ficar afastada por mais um período.
Você então:
Uma mulher de 58 anos, menopausa há dois anos, relata sensação de queimação ao urinar. Está urinando várias vezes em pequena quantidade. Teve esses mesmos sintomas no ano passado, quando tratou cistite aguda com sucesso. Não há sintomas vaginais. Não há febre, calafrios, vômitos, nem dor na região dos flancos. Faz exame pélvico regularmente na unidade, para prevenção do câncer de colo uterino.
Devemos tratar com:
A mãe de uma menina de 3 anos começa a notar “pintas vermelhas na pele”. A entrevista revela que se trata de uma criança sadia, com excelente crescimento e desenvolvimento, sem qualquer outro sinal ou sintoma. Ao exame físico há apenas máculas vermelhas disseminadas, que não desaparecem à digitopressão.
Você, então, solicita hemograma, cuja alteração confirma o diagnóstico, e:
Um senhor de 75 anos procura atendimento na unidade de saúde. Conta uma história de internação recente devido a queda com pancada sobre a cabeça. Realizou tomografia computadorizada e foi liberado do hospital suturado e com prescrição de antimicrobiano e analgésicos. É o pé esquerdo que o incomoda muito agora. A dor começou na internação e vem piorando. Nunca teve dor nessa região antes, mas um médico já disse que “tenho joanete”. O exame físico revela apenas edema, calor e rubor da primeira articulação metatarso-falangeana esquerda; sem hálux valgo. Todo o restante está dentro da normalidade.
Sua conduta é:
Numa reunião de grupo sobre estilo de vida e prevenção de doenças cardiovasculares, uma mulher de 32 anos, estudante de Educação Física, pergunta “se comer frutas e vegetais previne mesmo doenças do coração e câncer”, e continua “se previne, por que tomar comprimidos com as vitaminas e sais minerais existentes nas frutas e vegetais também não previne.”
Apoiado nas evidências mais atuais, você afirma, para todo o grupo, que:
Mulher de 54 anos vem para uma consulta de checkup. Muito preocupada com doenças, ela pediu a um amigo médico que solicitasse exames gerais – “pedi exames de tudo”. Traz consigo uma pasta de exames solicitados pelo amigo: hemograma, bioquímica, eletrólitos, VHS, colesterol, exames de função tireoideana e hepática, microscopia de urina com exame do sedimento urinário. Todos sem alterações. O amigo médico solicitou ainda urocultura, com resultado de > 105 UFC/mL de Klebsiella oxytoca. Esse resultado a preocupou mais ainda, mesmo ela não tendo apresentado nenhum sintoma de infecção urinária no último ano.
Você, então:
Uma senhora de 78 anos, hipertensa em uso de hidroclorotiazida 25 mg/d, consulta-se no seu controle habitual. Está totalmente assintomática.

Buscando as lesões de órgãos-alvo que a HAS pode causar, devemos estar atentos, no exame físico:
Uma mulher de 43 anos, pesando 75 kg e com 1,58 m de altura, consulta-se com resultados de exames solicitados em outra unidade: hemograma, creatinina, colesterol total, triglicérides, HDL- colesterol, TSH e T4 livres, todos normais. Os exames foram feitos de rotina, pois ela não apresentava qualquer sintoma. Exame físico de abordagem não mostra qualquer particularidade. Ela se preocupou com um único resultado: HbA1C = 6,5%. Não havia glicemia de jejum nos resultados.
Devemos, então:
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