O adenocarcinoma gástrico tem um prognóstico ruim, principalmente, devido à fase tardia do diagnóstico. A chave para a detecção precoce do adenocarcinoma e melhoria da sobrevida é identificar os pacientes com maior risco de desenvolver o câncer. Em relação aos fatores de risco do adenocarcinoma gástrico, assinale a alternativa que apresenta corretamente os principais fatores.

As informações a seguir contextualizam a questão.Leia-as atentamente.

A gastrite por Helicobacter pylori está etiologicamente relacionada à úlcera péptica e ao câncer gástrico; a infecção é geralmente adquirida na infância, especialmente por meio de transmissão dentro das famílias.
Considerando o Consenso de Houston, qual é a recomendação para rastreio de H. pylori que possui menor nível de evidência?

Mulher com 65 anos de idade em acompanhamento de doença pulmonar foi submetida a provas de função respiratória. Os seguintes parâmetros foram encontrados: volume expiratório forçado no primeiro segundo (VF1) diminuído; capacidade vital forçada (CVF) diminuída e capacidade pulmonar total aumentada.

O distúrbio que a paciente apresenta é:

Paciente com cirrose hepática de etiologia alcoólica, etilista ativo, com ascite volumosa, após episódio de melena. Sobre o caso exposto, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta.
Homem de 50 anos apresentou melena e hematêmese há 2 dias, sem dor epigástrica. É portador de hepatite autoimune, com classificação METAVIR F4 à biópsia hepática. Ao exame físico encontrava-se com pressão arterial de 60 x 45 mmHg, frequência cardíaca de 118 bpm, descorada, ictérica, com eritema palmar, flapping, ascite, circulação colateral, edema de membros inferiores e melena ao toque. Iniciada a infusão imediata de cristaloide. Hemograma: hemoglobina de 9.8 g/dl e plaquetas de 85.000/mm3 . Diante deste quadro clínico, assinale a alternativa correta.
Homem, 45 anos, usuário crônico de anti-inflamatórios por lombalgia é internado por melena. A endoscopia evidenciou uma úlcera gástrica em parede posterior do bulbo duodenal, medindo cerca de 10 mm de diâmetro, com coto vascular visível em sua base, sem sangramento no momento. De acordo com esse caso, assinale a alternativa correta.

Homem de 55 anos realizou endoscopia digestiva alta (EDA) devido a queixas dispépticas. Foi diagnosticado com adenocarcinoma precoce de esôfago. Em relação ao caso, assinale a alternativa correta.

A infecção pelo Helicobacter pylori é muito comum e associada a patologias importantes, como dispepsia, anemia ferropriva e linfoma MALT. As taxas de resistências a antibióticos para tratamento da Helicobacter pylori vem aumentando na maior parte do mundo e dificultando sua erradicação. Sobre o tratamento medicamentoso do Helicobacter pylori, assinale a alternativa correta.

O caso hipotético a seguir contextualiza a questão.Leia-o atentamente.


Homem, 32 anos, com diagnóstico de hepatite C, apresenta cirrose hepática diagnosticada há seis meses. Ao exame físico, evidencia nível de consciência adequado, ausência de flapping e ascite discreta. Nos exames laboratoriais, detectado bilirrubina total de 3 mg/dL; albumina de 3,5 g/dL; e, tempo de ativação de protrombina 1,7.
Considerando que o paciente evolua com presença de flapping e alteração comportamental, qual é a Classificação de West-Haven da atual encefalopatia hepática?

Um jovem com 23 anos de idade tem diagnóstico de nefrolitíase com cálculos de 0,2 e 0,4 cm em rim direito e um terceiro de 0,3 cm em ureter ipsilateral. Vem apresentando cólicas nefréticas com dor moderada nas últimas semanas. Em alguns episódios, foi necessário procurar um serviço de urgência.

O tratamento clínico mais indicado para o caso acima é:

Paciente encaminhado para o plantão de endoscopia devido a presença de episódios de melena há 2 dias, no momento estável hemodinamicamente. Sobre o caso exposto, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta.

Uma senhora de 65 anos, após anos de acompanhamento na clínica médica por diabetes e hipertensão, retornou com queixa de distensão abdominal e parada de eliminação de gases e fezes há uma semana. Há histórico de constipação crônica por volta dos 30 anos, incluindo atendimentos de emergência para clister glicerinado e extração manual das fezes. Só consegue evacuar com medicações laxativas como polietilenoglicol e laxativos salinos de uso regular. O exame físico e ultrassom à beira leito evidenciaram muita distensão abdominal e dor à palpação profunda. Ao toque retal, há hemorroidas, dor e espasmo da ampola retal – apesar de toque gentil – e sangramento discreto em luva devido ao uso de clister glicerinado nos últimos 3 dias. Optou-se por internação para manuseio do quadro de obstipação intestinal. Com a tomografia de abdômen, pode-se perceber grande impactação fecal em reto e extensão para sigmoide baixo, com fezes em todo o cólon.

Sem outras alterações clínicas, laboratoriais e radiológicas, a equipe médica optou corretamente por:

Um homem de 43 anos, após ganho de peso e alguns sintomas dispépticos, procurou o ambulatório de clínica médica. Não havia qualquer histórico de doença pregressa e uso regular de medicação. Seu consumo de álcool era ocasional (em torno de 30 gramas por semana). Não havia história familiar de doença hepática, tampouco sinais ou sintomas como icterícia, dor abdominal ou alteração de hábito intestinal. Ao exame, detectaram-se IMC de 29; circunferência abdominal de 102 cm (altura 1,89 m); pressão arterial de 140 x 90 mmHg; e hepatimetria de 16 cm em linha hemiclavicular direita com fígado palpável e borda romba. Exames laboratoriais revelaram: glicemia de jejum 110 mg/dl, HDL colesterol 40 mg/dl, LDL colesterol 130 mg/dl, triglicerídeos 160 mg/dl, aspartato aminotransferase (AST) de 70 U/L (normal: 15 a 41) e alanina aminotransferase (ALT) 67 U/L (normal: 10 a 35). O restante do hemograma, da bioquímica e do coagulograma foi normal. Na segunda consulta, trouxe a ultrassonografia de abdômen e outros exames solicitados.

Sobre a investigação de doença hepática gordurosa associada a disfunção metabólica, é correto afirmar que:

Uma paciente de 26 anos procurou atendimento médico pois tem apresentado febre baixa há aproximadamente uma semana. Além disso, observou a presença de nódulos dolorosos e avermelhados na região anterior das pernas que surgiram nesse período. Negou outros sintomas ou doenças prévias. Há aproximadamente um mês, iniciou um contraceptivo oral prescrito por sua ginecologista. Em exame clínico, verificaram-se apenas nódulos de aproximadamente 3 cm de diâmetro, eritematosos, dolorosos à palpação e localizados na região anterior das pernas bilateralmente. A médica que atendeu essa paciente suspeitou de que o quadro estivesse relacionado ao uso de contraceptivo oral.


Nesse sentido, a principal hipótese para o caso é:

Mulher de 45 anos, com cirrose por hepatite autoimune, foi encaminhada ao plantão de endoscopia devido a melena. Estável hemodinamicamente. EDA: presença de 4 cordões varicosos, de grosso calibre e gastropatia hipertensiva portal leve. Assinale a alternativa com a melhor conduta neste caso.

Um paciente em pós-operatório iniciou um quadro de pseudo-obstrução colônica com distensão abdominal, vômitos e dor intensa em todo o abdômen. Após avaliação dos exames complementares e evolução clínica, a equipe médica decidiu iniciar tratamento com neostigmina venosa.


Nesse contexto, está recomendada a seguinte conduta durante a infusão venosa da neostigmina:

Uma paciente de 31 anos foi internada pela terceira vez em hospital de grande porte. Nas duas internações anteriores, suas queixas relacionavam-se a sangramento. Na primeira, aos 20 anos, a internação foi motivada por menorragia e metrorragia. Na época, não foi necessário procedimento, e a investigação não resultou em nenhum diagnóstico. Não havia anemia, plaquetopenia, tampouco distúrbio da coagulação pelo coagulograma. Na segunda internação, aos 25 anos, o sangramento ocorreu após procedimento dentário, com recorrência durante o 2º dia até o 5º dia de extração dentária. Recentemente, retirou o anticoncepcional na tentativa de engravidar, após 11 anos de uso, mas também apresentou um trauma em membro inferior com equimoses pela coxa e perna direita, motivando o uso de anti-inflamatório não esteroidal. Internou-se dessa vez com síndrome anêmica e epigastralgia. A paciente estava pálida, hipocorada, com frequência cardíaca de 110 bpm e pressão arterial em 100 x 50 mmHg. Estava lúcida, orientada, eutrófica e não possuía qualquer sinal de gravidade ou infecção. Não usava qualquer medicação regular e não relatou doença prévia. Seus exames demonstraram piora gradual da anemia entre os 25 anos (hemoglobina 11 g/dl) e o momento atual (8 g/dl). Durante a internação, houve melena, e a investigação de anemia demonstrou morfologia microcítica e hipocrômica, com reticulócitos corrigidos de 1,5%, ferritina 15 ng/ml, índice de saturação de transferrina 12% e TIBC (capacidade total de ligação do ferro) de 400 mcg/dl. O médico responsável prosseguiu a investigação de anemia com endoscopia digestiva alta, que revelou pangastrite aguda grave e algumas angiodisplasias sem sinais de sangramento recente. Ele logo pensou em uma hipótese diagnóstica ao ver plaquetas em 140 mil e coagulograma normal.

A condução mais apropriada no momento é:

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