“Todas as crianças surdas podem adquirir a língua de
sinais, desde que participem das interações cotidianas com
a comunidade surda(...)” (Skliar, 2012, p.27).
Refletindo acerca da afirmativa, o conceito de língua
natural utilizado está presente de forma correta na
alternativa:
“Entre estas pessoas que começaram a educar os surdos,
algumas acreditaram que a primeira etapa da educação
deles devia ser um ensino da língua falada, adotando uma
metodologia que ficou conhecida como "método oralista
puro". Outras utilizaram a língua de sinais, já conhecida
pelos alunos, como meio para o ensino da fala, foi o
chamado "método combinado. (Felipe, 2007 p.298)
Entre os adeptos dessa segunda proposta, o mais
importante, no ponto de vista do desenvolvimento da
Língua Brasileira de Sinais, foi:
“Como a visualidade para o aluno surdo é um meio para
que a linguagem seja adquirida, se faz necessário que no
âmbito escolar sejam valorizados os recursos visuais. Essa
não apenas nos instrumentos de apoio para o aprendizado,
mas sim como práticas pedagógicas que possibilitem aos
alunos surdos a construção de significados e de
conhecimento” (LEBEDEFF, 2010).
Para possibilitar aos alunos surdos a construção do
conhecimento, está a Pedagogia visual. São exemplos de
ações com base pedagógica, EXCETO:
De acordo com Perlin (1998), dentro de uma comunidade
social não existe apenas uma única identidade. Como
somos plurais, esse processo constitui-se como sendo
dinâmico, pois à medida que o sujeito vai se estruturando
dentro do seu grupo, também vai assumindo ou rejeitando
algumas características impostas pelo sistema a que
pertence. (Santos, 2009, p. 17)
Baseado nos estudos de Perlin (1998),as identidades
surdas híbridas:
Os estudos de Strobel (2009), definem o seguinte: “povo
surdo é grupo de sujeitos surdos que tem costumes,
história, tradições em comuns e pertencentes às mesmas
peculiaridades, ou seja, constrói sua concepção de mundo
através da visão.” (Strobel, 2009, p.6).
Ainda com base nos estudos da autora, as principais
comunidades surdas são, EXCETO:
A Lei nº 12.319/2010, que regulamenta a profissão de
Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais –
Libras, dispõe em seu Artigo 4° sobre a formação
profissional do tradutor e intérprete de Libras - Língua
Portuguesa, em nível médio.
Observe os itens abaixo sobre as exigências para a
formação desse profissional, em consonância com o
dispositivo legal:
I- cursos de formação continuada promovidos por instituições de ensino superior e instituições credenciadas por Secretarias de Educação; II- graduação na área de licenciatura; III- graduação em Letras Libras; IV- pós graduação em tradução e interpretação; V- cursos de educação profissional reconhecidos pelo Sistema que os credenciou.
Dos itens acima mencionados, estão corretos, apenas:
I- cursos de formação continuada promovidos por instituições de ensino superior e instituições credenciadas por Secretarias de Educação; II- graduação na área de licenciatura; III- graduação em Letras Libras; IV- pós graduação em tradução e interpretação; V- cursos de educação profissional reconhecidos pelo Sistema que os credenciou.
Dos itens acima mencionados, estão corretos, apenas:
“O objetivo de uma escola infantil para todos os surdos
deve ser o primeiro a ser demandado, pois está em jogo a
própria humanidade da pessoa que ele virá a ser.”
(Stumpf, 2008, p, 440).
A autora apresenta em sua pesquisa que os objetivos das
primeiras aprendizagens devem abarcar 5 domínios, sendo
eles: