Conforme Perlin (2001), "as identidades surdas manifestam
uma diversidade de facetas devido às fragmentações que
enfrentam, em decorrência do poder ‘ouvintista’ que impõe suas
normas". A autora, dessa forma, reconhece diversas identidades
surdas potenciais, dentre elas, as identidades:
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Ao longo de algumas décadas, estudiosos têm conduzido
investigações acerca do processo de aprendizado de língua de
sinais por crianças com surdez. Uma das etapas desse processo
de aquisição é a:
Aquilo que chamamos de "palavras" em línguas orais-auditivas é referido como "sinal" nas línguas de sinais. O sinal
é formado pela combinação dos movimentos das mãos. A
articulação das mãos, que pode ser comparada aos fonemas, é
denominada:
Em relação ao “espaço de enunciação”, podemos afirmar
que:
O processo de desenvolvimento do indivíduo surdo segue
a mesma trajetória do ouvinte, sendo moldado pelas interações
sociais e pela aquisição de significados a partir de suas
experiências no mundo exterior. A única diferença reside na
necessidade de um canal linguístico compartilhado com o outro
indivíduo com quem está compartilhando essas experiências,
ou seja, ambos devem utilizar a língua de sinais. Para superar
a barreira da linguagem oral, a língua de sinais é o meio que
capacita o surdo a desenvolver suas habilidades:
Os Surdos gradualmente desenvolvem seu pensamento e
adquirem compreensão de mundo exclusivamente por meio de
suas percepções visuais. A identidade surda se forja no contexto
de uma cultura eminentemente visual. No entanto, essa distinção
não deve ser percebida como uma edificação isolada, mas sim
como um processo de construção:
De acordo com Almeida (2015), os surdos são atores e
protagonistas de sua comunicabilidade, não havendo motivo
para a sociedade ainda considerá-los sujeitos incapazes
ou dependentes linguisticamente. Segundo o autor, esse
entendimento a respeito do surdo ainda se mantém devido:
Conforme estudos desenvolvidos por pesquisadores no
Brasil, pode-se afirmar que o desenvolvimento linguístico-cognitivo do surdo:
Os atributos de um educador/tutor em uma instituição
escolar bilingue destinada a estudantes surdos, conforme
delineado por Davie, diz que o professor/ instrutor surdo deve:
O decreto 5626/2005, em seu Capítulo III, no Art. 13, diz
que o ensino da modalidade escrita da Língua Portuguesa, como
segunda língua para pessoas surdas, deve ser incluído como
disciplina curricular nos cursos de formação de professores para
a educação infantil e para os anos iniciais do ensino fundamental,
de nível médio e superior, bem como: