A justiça como equidade, teoria resultante da obra de
John Rawls, segue um conjunto de princípios. Sobre tais
princípios, analisar os itens abaixo:
I. Princípio da igual liberdade.
II. Princípio da maximização da utilidade.
III. Princípio da diferença.
IV. Princípio da igualdade de oportunidades.
Estão CORRETOS:
Naquele que foi considerado por muitos o mais
importante texto filosófico do século XX, Quine questionou
dois dogmas do empirismo lógico. Esses dois dogmas eram:
Em uma famosa cena dirigida por Woody Allen, um
filósofo aparece interpretando a si mesmo na fila do cinema
para esclarecer um erro sobre suas teorias. No campo
filosófico, sua obra antecipou em décadas o surgimento da
internet. Além disso, ele é reconhecido por expressões como
“o meio é a mensagem” e “aldeia global”. Trata-se de:
As culturas e as religiões das sociedades humanas não
são estáticas: modificam-se e adaptam-se ao longo da
história. Sobre a diversidade cultural e religiosa, analisar os
itens abaixo:
I. O fato de o Estado ser laico significa que as crenças
religiosas não têm influência política.
II. Entre os movimentos sociais, os movimentos religiosos
exercem, certamente, grandes influências na sociedade,
gerando, inexoravelmente, consequências políticas.
III. Existem tanto leis regulatórias de atividades quanto leis
relacionadas a costumes e fatos sociais. As religiões
também regulam e tratam dos costumes e das ações dos
indivíduos.
Estão CORRETOS:
Denomina-se “ideologia” o conjunto de ideias que definem certa visão de mundo.
Embora a utilização marxiana do termo tenha ganhado notoriedade a partir do século XIX, com a obra
“A ideologia alemã”, o termo já era utilizado por pensadores de expressão francesa. A primeira
aparição do termo foi na obra:
Um dos esforços filosóficos e teológicos mais célebres da história da filosofia é aquele
empreendido por Tomás de Aquino no sentido de provar a existência de Deus. Para isso, utilizou-se
de cinco vias. Sobre elas, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
(
) Movimento: parte da consideração de que tudo o que se move é movido por outro e que, portanto,
para não terminar em um regresso ao infinito que nada explicaria, é preciso admitir algo que
move e que não é movido por nada: e este é Deus. ( ) Causa: constata que nenhuma coisa pode ser causa de si mesma e, assim, deduz o fato de que
deve existir uma causa primeira e não causada, que produz e não é produzida, que se identifica
com o ser que se chama Deus. ( ) Contingência: parte do princípio de que o que pode não ser não existia a um certo tempo; assim,
nem tudo é contingente, mas é preciso que haja algo necessário, e é aquilo que costumeiramente
se chama Deus. ( ) Graus de perfeição: deduz, da constatação empírica de uma gradação de perfeições, a existência
de uma suma perfeição, que é justamente chamada Deus. ( ) Finalismo: parte da constatação de que os corpos físicos operam para um fim e deduz que eles
agem de tal modo porque são dirigidos por um ser inteligente, como a flecha do arqueiro. O
ordenador supremo é aquele que chamamos Deus.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
A passagem do mito ao logos ocorreu no contexto
pré-socrático. Um filósofo representante desse período de
transição, tido por muitos como o responsável por esse
fenômeno, é:
“Submetendo-se cada um a todos, não se submete a ninguém em particular, e como
não há um associado sobre o qual não se adquira o mesmo direito que se cede sobre si próprio,
ganha-se equivalência de tudo o que se perde e maior força para conservar o que se possui”.
O trecho acima apresenta uma concepção de poder político que se fundamenta na noção de contrato.
Essa concepção específica de contrato é apresentada em qual obra?
“Uma vez que não se está mais incluído nas arenas oficiais, socialmente sancionadas
de aquisição de respeito, a alternativa é conquistar diante de suas portas o reconhecimento social
com meios não normalizados. Destituídos de toda justificabilidade social, despidas de toda
simbolização compartilhada, do ponto de vista dos observadores tais formas de luta por
reconhecimento frequentemente assumem as formas mais bizarras”.
O trecho acima foi extraído de um artigo do pensador alemão Axel Honneth (2014). Nesse artigo, o
autor trata do recrudescimento dos conflitos sociais contemporâneos, o que ele diagnostica sob o
nome de:
O pós-estruturalismo é uma tendência filosófica que se caracteriza por uma crítica a
concepções do próprio estruturalismo, o que realiza com base em autores como Karl Marx, Friedrich
Nietzsche e Sigmund Freud. Embora esses autores fundamentais sejam de expressão alemã, os
principais representantes do pós-estruturalismo são pensadores de expressão francesa. São autores
pós-estruturalistas, EXCETO:
David Hume foi um célebre filósofo escocês do período
moderno. A ação humana, como concebida em seu
pensamento, é motivada por dois “mestres”, quais sejam:
A ideia de beleza é central ao longo da história da estética filosófica. Entre as teorias
a tratar desse conceito, há aquelas denominadas “teorias funcionais da beleza”. Estão entre essas
teorias as ideias abaixo, EXCETO:
As origens do que hoje se compreende por filosofia analítica remontam ao século XIX
e ao trabalho do matemático e filósofo alemão Friedrich Ludwig Gottlob Frege. Na primeira metade do
século XX, os desenvolvimentos do campo analítico foram impulsionados por instituições e pensadores
de diferentes regiões e países. Alguns grupos contribuíram para a promoção da filosofia analítica.
Estão entre eles:
I. Escola de Frankfurt.
II. Analistas de Cambridge.
III. Escola dos Annales.
IV. Círculo de Berlim.
V. Escola de Leópolis-Varsóvia.
Por séculos, a epistemologia considerou,
inquestionavelmente, o conhecimento como a crença
verdadeira justificada. Somente em meados do século XX foi
demonstrado um grave problema com essa concepção,
denominado:
“A constituição das ciências humanas como ciências específicas consolidou-se a partir
das contribuições de três correntes de pensamento, que, de meados do século XIX a meados do século
XX, provocaram uma ruptura epistemológica e uma revolução científica no campo das humanidades”.
No texto acima, Marilena Chauí (2014) destaca a importância da fenomenologia, do estruturalismo e
do marxismo para o desenvolvimento das ciências humanas. Diante do exposto, relacione a Coluna 1
à Coluna 2, associando as correntes de pensamento às suas respectivas contribuições.
Coluna 1
1. Fenomenologia.
2. Estruturalismo.
3. Marxismo.
Coluna 2
(
) Por meio dessa corrente, as ciências humanas puderam compreender que as mudanças históricas
não resultam de ações súbitas e espetaculares de alguns indivíduos ou grupos de indivíduos, mas
de lentos processos sociais, econômicos e políticos. ( ) Essa corrente entende que o modo como cada sistema ou estrutura parcial se organiza e se
relaciona com os outros define a estrutura geral e específica de uma sociedade “primitiva”, que
pode, assim, ser compreendida e explicada cientificamente. ( ) Por meio dessa corrente, foi permitido às ciências humanas que criassem métodos específicos
para o estudo de seus objetos, livrando-as das explicações mecânicas de causa e efeito sem que
por isso tivessem de abandonar a ideia de lei científica. ( ) Essa corrente permitiu que fosse feita a diferença rigorosa entre a esfera ou região da essência
“natureza” e a esfera ou região da essência “homem”. A seguir, permitiu que a esfera ou região
“homem” fosse internamente diferenciada em essências diversas: o psíquico, o social, o histórico,
o cultural.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
A questão do trágico como problema filosófico vai além das considerações estéticas
em torno das propriedades e da forma do drama. Em relação ao problema do trágico, assinale a
alternativa correta.
Segundo Pinzani (2009), Jürgen Habermas considera que a linguagem tem um papel
central na formação das relações sociais e dos indivíduos tomados separadamente. Desse modo, a
perspectiva habermasiana é a de que: