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Em uma comunidade rural, a equipe de saúde identifica aumento no número de casos de leptospirose após um período prolongado de enchentes. Uma jovem de 25 anos apresenta febre alta, cefaleia, dores musculares generalizadas e icterícia leve. Durante a avaliação, ela relata contato frequente com água contaminada. O enfermeiro inicia o protocolo de manejo clínico e organiza ações para conter o surto. Qual estratégia de intervenção coletiva é mais indicada para controle do surto de leptospirose nesta comunidade?
Em uma unidade de saúde da família, um homem de 55 anos relata dificuldade para urinar, aumento na frequência urinária durante a noite e sensação de esvaziamento incompleto da bexiga. O enfermeiro realiza uma avaliação inicial e orienta o paciente a buscar acompanhamento médico especializado. Após exames, é confirmado o diagnóstico de hiperplasia prostática benigna (HPB). Durante o atendimento inicial, qual deve ser o principal enfoque da orientação do enfermeiro ao paciente com HPB?
Em uma unidade de pronto atendimento, um homem de 45 anos é admitido com dor torácica intensa, irradiada para o braço esquerdo, acompanhada de sudorese e náuseas. Durante o exame físico, sua pressão arterial é de 180/100 mmHg, e o eletrocardiograma sugere infarto agudo do miocárdio (IAM). O enfermeiro, atuando em conformidade com os protocolos de urgência, inicia medidas de suportee prepara o paciente para intervenção médica. Com base no manejo de enfermagem para casos de IAM, qual intervenção deve ser implementada imediatamente?
Uma mulher de 40 anos apresenta quadro de dor abdominal intensa no quadrante inferior direito, febre e náuseas. No exame físico, há dor à palpação no ponto de McBurney e leucocitose nos exames laboratoriais. O diagnóstico inicial é apendicite aguda, e o médico solicita intervenção cirúrgica de urgência. O enfermeiro inicia os preparativos para o procedimento e orienta a paciente. Qual é o papel da enfermagem no preparo pré-operatório de uma paciente com apendicite aguda?
Um paciente de 58 anos, diabético e hipertenso, apresenta ferida ulcerada infectada no pé direito. Durante a avaliação no pronto-socorro, a equipe de enfermagem observa sinais de infecção local (hiperemia, edema e exsudato purulento), além de febre de 38,5°C. O paciente relata que há três semanas foi orientado a procurar atendimento, mas negligenciou a gravidade do quadro. Feridas em pacientes diabéticos são preocupantes devido ao risco de evolução para infecção generalizada ou necessidade de amputação. A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) recomenda uma abordagem interdisciplinar com foco em controle glicêmico, antibióticos e cuidados locais rigorosos. Com base na Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), qual é a intervenção prioritária nesse caso?
Uma gestante de 34 semanas é atendida no pronto-socorro com queixas de cefaleia intensa, edema de membros inferiores e visão turva. Durante o exame físico, a pressão arterial é de 160/110 mmHg e a análise laboratorial revela proteinúria significativa. O médico diagnostica pré-eclâmpsia grave e solicita intervenção imediata da equipe de enfermagem para estabilização da paciente e prevenção de complicações maternas e fetais. No contexto da assistência de enfermagem à gestante com pré-eclâmpsia grave, qual intervenção inicial é prioritária?
Uma paciente de 42 anos procura a Unidade Básica de Saúde (UBS) para receber a vacina contra hepatite B, relatando que não possui registro vacinal. Ela menciona que trabalha como cuidadora de idosos e recentemente sofreu um pequeno corte ao cuidar de um paciente com histórico de doenças infecciosas. Durante a consulta, a enfermeira orienta sobre a importância da vacinação e os riscos de infecção por hepatite B. Segundo o Ministério da Saúde, a hepatite B é uma doença viral que pode evoluir para quadros crônicos, com consequências como cirrose e carcinoma hepatocelular. A imunização é a principal forma de prevenção, sendo oferecida de forma gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS). Com base nas diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI), qual seria a conduta mais indicada para essa paciente?
Em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), um jovem de 25 anos chega relatando dificuldade respiratóriaaguda, febre alta e dor torácica. O enfermeiro identifica sinais de cianose periférica e uso de musculatura acessória durante a respiração. Durante a anamnese, o paciente menciona que apresentou tosse produtiva por uma semana e relata que fuma cerca de um maço de cigarros por dia desde os 16 anos. Exames laboratoriais indicam leucocitose com desvio à esquerda, e a radiografia de tórax evidencia consolidação no lobo inferior direito, indicando pneumonia bacteriana. No manejo inicial, além da estabilização clínica, a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) é essencial para organizar os cuidados e priorizar intervenções. Qual deve ser a conduta de enfermagem prioritária nesse caso?
Em um hospital de referência, uma enfermeira é designada para acompanhar um paciente de 56 anos diagnosticado com diabetes mellitus tipo 2, admitido com úlcera no pé direito infectada. Durante a avaliação, observa-se lesão ulcerada com bordas irregulares, exsudato purulento e sinais de celulite circundante. O paciente relata dificuldade para seguir o plano alimentar e omitiu doses de insulina nos últimos dias devido a esquecimento. A glicemia capilar no momento do atendimento é de 315 mg/dL. O médico prescreve antibioticoterapia, cuidados locais da ferida e controle rigoroso da glicemia. A enfermeira inicia a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) com foco no plano terapêutico, considerando a necessidade de promover adesão ao tratamento. Qual deve ser a intervenção prioritária do enfermeiro para garantir a eficácia do plano de cuidados neste caso?
Em uma unidade de saúde, a equipe de enfermagem realiza uma campanha de vacinação contra a poliomielite. Durante o processo, um responsável questiona sobre os possíveis efeitos adversos da vacina oral e a necessidade de reforço em crianças já vacinadas. A enfermeira explica as diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e orienta sobre a importância da cobertura vacinal para erradicar a doença no Brasil. No contexto da vacinação contra poliomielite, qual é a resposta mais adequada da enfermeira ao abordar os questionamentos do responsável?
Uma adolescente de 16 anos é atendida em um posto de saúde com queixas de febre, dor muscular e cefaleia intensa há três dias. Durante a triagem, o enfermeiro observa erupção cutânea em tronco e extremidades, além de sinais de desidratação leve. A paciente relata que não tomou todas as doses da vacina contra febre amarela durante a infância. Considerando o contexto epidemiológico, a equipe de saúde suspeita de febre amarela e decide realizar exames confirmatórios. O enfermeiro inicia medidas de suporte enquanto orienta a família sobre a importância de vacinação e prevenção de arboviroses. Qual deve ser a conduta do enfermeiro ao manejar este caso, considerando os protocolos de vigilância em saúde?
Durante a visita domiciliar, uma enfermeira do Programa Saúde da Família encontra uma idosa de 72 anos que mora sozinha e apresenta sintomas de fraqueza, cansaço frequente e perda de peso significativa nos últimos três meses. Ao realizar o exame físico, observa-se mucosa oral pálida e extremidades frias. A paciente relata dificuldade em se alimentar devido a problemas dentários e relata não ter realizado consultas médicas há anos. O enfermeiro solicita exames laboratoriais, que indicam anemia ferropriva. Considerando o diagnóstico, qual seria a estratégia prioritária para o plano de cuidados?
Em uma unidade de pronto-atendimento, uma criança de 5 anos é trazida pelos pais com febre persistente, dificuldade respiratória e tosse produtiva com secreção amarelada há três dias. O exame físico revela taquipneia, retração intercostal e saturação de oxigênio em 88%. A radiografia de tórax confirma pneumonia lobar. O enfermeiro, integrado à equipe multidisciplinar, realiza intervenções iniciais para estabilizar a condição da criança. Qual deve ser a abordagem inicial do enfermeiro neste caso de pneumonia grave?
Durante uma visita domiciliar, a enfermeira de uma equipe da Estratégia Saúde da Família atende um idoso de 78 anos com histórico de hipertensão arterial e insuficiência cardíaca congestiva (ICC). O paciente relata edema em membros inferiores, dificuldade para respirar ao deitar-se e ganho de peso de 3 kg na última semana. A enfermeira verifica pressão arterial de 160/100 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm e sinais de ortopneia. A avaliação também revela aumento do volume abdominal e ausculta pulmonar com presença de crepitações bilaterais.Qual deve ser a prioridade no plano de cuidados de enfermagem para este paciente?
Em uma unidade de terapia intensiva, um paciente de 65 anos internado por infarto agudo do miocárdio (IAM) apresenta piora clínica. Os enfermeiros percebem edema periférico acentuado, dispneia ao repouso e aumento súbito de peso. Exames complementares indicam fração de ejeção reduzida, confirmando insuficiência cardíaca congestiva. Durante a avaliação, a equipe multidisciplinar discute a priorização das intervenções de enfermagem. No manejo da insuficiência cardíaca congestiva no contexto hospitalar, qual é a prioridade da assistência de enfermagem?
Uma equipe de saúde realiza visita domiciliar a uma idosa de 70 anos, acamada devido a sequelas de um acidente vascular cerebral (AVC). Durante a avaliação, o enfermeiro identifica sinais de úlceras por pressão no sacro e no calcâneo, além de queixas de dor por parte da paciente. A cuidadora relata dificuldade em realizar mudanças frequentes de decúbito e dúvidas sobre os cuidados necessários. Qual é a intervenção prioritária do enfermeiro para prevenir e tratar úlceras por pressão neste caso?
Uma equipe de enfermagem em uma unidade básica de saúde realiza treinamento com agentes comunitários sobre a importância da vacinação em massa para controle de doenças imunopreveníveis. Durante a discussão, um agente relata casos de resistência de moradores em áreas rurais, que acreditam que vacinas causam efeitos colaterais graves. O enfermeiro instrui a equipe sobre estratégias de sensibilização e aborda a relevância do calendário vacinal atualizado. Qual é a abordagem mais eficaz que o enfermeiro pode adotar para promover a adesão à vacinação na comunidade?
Durante uma campanha de vacinação contra a gripe, um profissional de enfermagem é questionado por um paciente idoso sobre a eficácia da vacina, considerando que ele foi vacinado no ano anterior e ainda assim contraiu um resfriado. O enfermeiro aproveita para explicar os objetivos da vacinação e a diferença entre gripe e resfriado. Qual seria a explicação mais adequada do enfermeiro para abordar o questionamento do paciente?
Um bebê de 2 meses é levado à UBS para receber as vacinas do calendário vacinal infantil. Durante a consulta, a mãe expressa preocupação sobre a aplicação simultânea de várias vacinas, temendo que isso sobrecarregue o sistema imunológico do bebê. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estudos demonstram que o sistema imunológico de bebês é capaz de responder a múltiplos antígenos simultaneamente, sem prejuízo à saúde. No Brasil, o PNI prevê a administração conjunta de várias vacinas, como a pentavalente, a vacina contra poliomielite e a vacina oral contra o rotavírus, para otimizar a proteção. Qual é a explicação mais adequada para tranquilizar a mãe quanto à segurança da vacinação simultânea?
Uma mulher de 34 anos é atendida em um prontosocorro após apresentar desmaio súbito. Ela relata episódios de palpitações, tontura e fraqueza nas últimas semanas. Durante a triagem, o enfermeiro observa palidez cutânea, frequência cardíaca de 120 bpm e pressão arterial de 90/60 mmHg. O hemograma realizado indica anemia grave, com hemoglobina de 6,2 g/dL. A equipe médica indica a necessidade de transfusão de hemácias. No entanto, durante a coleta da história clínica, a paciente menciona alergia prévia a transfusões, apresentando prurido e febre após procedimento anterior. Com base nos protocolos de segurança transfusional, qual é a intervenção inicial do enfermeiro para este caso?
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