Almeida, Santos e Lacerda (2015) problematizam que, apesar de assegurado o direito a uma educação que atenda às demandas linguísticas, nem todos os alunos surdos têm acesso à educação bilíngue; com isso, muitas vezes ao final da escolarização básica, esses alunos não são capazes de ler e de escrever satisfatoriamente ou de ter um domínio adequado dos conteúdos acadêmicos. Tal cenário, na perspectiva das autoras, é reflexo de um processo de educação que não atende