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“Não há para mim, na diferença e na ‘distância’ entre a ingenuidade e a criticidade, entre o saber de pura experiência feito e o que resulta dos procedimentos metodicamente rigorosos, uma ruptura, mas uma superação. A superação e não a ruptura se dá na medida em que a curiosidade ingênua, sem deixar de ser curiosidade, pelo contrário, continuando a ser curiosidade, se criticiza. Ao criticizar-se, torna-se curiosidade epistemológica.”
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 2011.

De acordo com o que afirma o autor, sobre o papel do professor crítico assinale a afirmativa correta.
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