A presença de uma aluna recém-chegada, Júlia, de 15
anos, que tem diagnóstico de surdo-cegueira, retomou
em sua escola a reflexão de que o ambiente deve ser
planejado e organizado adequadamente para a inserção
da pessoa com surdo-cegueira, favorecendo a interação
com pessoas e objetos.
Tais posturas inclusivas, de acordo com Bosco (2010),