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No abate bovino, qual etapa preserva maior potencial de contaminação fecal da carcaça e...
Responda: No abate bovino, qual etapa preserva maior potencial de contaminação fecal da carcaça e exige controles operacionais específicos?
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Por us Nov em 31/12/1969 21:00:00
Resposta correta é a letra B

Por Sumaia Santana em 31/12/1969 21:00:00
Gabarito: Alternativa B
No abate bovino, a etapa com maior potencial de contaminação fecal da carcaça é a Evisceração. Nessa fase ocorre a remoção das vísceras abdominais e torácicas, incluindo o trato gastrointestinal, que contém grande quantidade de microrganismos provenientes das fezes.
Durante a evisceração existe risco de perfuração ou ruptura de órgãos como o rúmen ou o intestino, o que pode liberar conteúdo intestinal e provocar contaminação da superfície da carcaça. Essa contaminação pode incluir bactérias patogênicas importantes para a saúde pública, como Escherichia coli e Salmonella.
Por esse motivo, essa etapa exige controles operacionais rigorosos, como:
✔ manipulação cuidadosa das vísceras para evitar rupturas;
✔ separação adequada do trato digestório;
✔ higienização frequente de facas e instrumentos;
✔ inspeção e monitoramento pela equipe de controle de qualidade;
✔ aplicação de programas de segurança dos alimentos, como o APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle).
Análise das demais alternativas
A) Insensibilização – etapa voltada ao bem-estar animal e não representa o maior risco de contaminação fecal.
C) Sangria – ocorre antes da abertura da cavidade abdominal e tem menor risco de contaminação fecal.
D) Lavagem final – é uma etapa de redução e controle da contaminação, não a principal fonte de risco.
No abate bovino, a etapa com maior potencial de contaminação fecal da carcaça é a Evisceração. Nessa fase ocorre a remoção das vísceras abdominais e torácicas, incluindo o trato gastrointestinal, que contém grande quantidade de microrganismos provenientes das fezes.
Durante a evisceração existe risco de perfuração ou ruptura de órgãos como o rúmen ou o intestino, o que pode liberar conteúdo intestinal e provocar contaminação da superfície da carcaça. Essa contaminação pode incluir bactérias patogênicas importantes para a saúde pública, como Escherichia coli e Salmonella.
Por esse motivo, essa etapa exige controles operacionais rigorosos, como:
✔ manipulação cuidadosa das vísceras para evitar rupturas;
✔ separação adequada do trato digestório;
✔ higienização frequente de facas e instrumentos;
✔ inspeção e monitoramento pela equipe de controle de qualidade;
✔ aplicação de programas de segurança dos alimentos, como o APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle).
Análise das demais alternativas
A) Insensibilização – etapa voltada ao bem-estar animal e não representa o maior risco de contaminação fecal.
C) Sangria – ocorre antes da abertura da cavidade abdominal e tem menor risco de contaminação fecal.
D) Lavagem final – é uma etapa de redução e controle da contaminação, não a principal fonte de risco.
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