Gabarito: b)
Vamos analisar a situação: Aline, mãe da criança, faleceu e manifestou o desejo de que a enfermeira adotasse sua filha, que estava em abrigo. A lei de adoção no Brasil, especialmente o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), prevê que a adoção deve sempre visar o melhor interesse da criança, mas também exige um processo formal, que inclui avaliação da equipe técnica da Vara da Infância e da Juventude.
Ou seja, mesmo com a carta da mãe e o vínculo afetivo entre a criança e a enfermeira, não é automático que a adoção seja deferida. A Vara deve avaliar a situação, a aptidão da enfermeira para ser adotante, e só então dar andamento ao processo de habilitação para adoção.
Portanto, a alternativa correta é a que diz que o pedido poderá ser deferido, mas depende da avaliação da equipe técnica e do processo legal, que é a letra b). As outras alternativas ou ignoram o procedimento legal ou afirmam que deve ser indeferido automaticamente, o que não é o caso.
Vamos analisar a situação: Aline, mãe da criança, faleceu e manifestou o desejo de que a enfermeira adotasse sua filha, que estava em abrigo. A lei de adoção no Brasil, especialmente o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), prevê que a adoção deve sempre visar o melhor interesse da criança, mas também exige um processo formal, que inclui avaliação da equipe técnica da Vara da Infância e da Juventude.
Ou seja, mesmo com a carta da mãe e o vínculo afetivo entre a criança e a enfermeira, não é automático que a adoção seja deferida. A Vara deve avaliar a situação, a aptidão da enfermeira para ser adotante, e só então dar andamento ao processo de habilitação para adoção.
Portanto, a alternativa correta é a que diz que o pedido poderá ser deferido, mas depende da avaliação da equipe técnica e do processo legal, que é a letra b). As outras alternativas ou ignoram o procedimento legal ou afirmam que deve ser indeferido automaticamente, o que não é o caso.