No Brasil colonial, a palavra 'sertão' designava os territórios interioranos e litorâneos (“sertões de dentro” e “sertões de fora"), onde a presença lusa era quase inexistente ou ainda não havia se consolidado. Diante da necessidade de buscar espaços que pudessem produzir novas formas de sustento material e obtenção de lucros, o processo de conquista e colonização dos sertões se deu através de atividades como: