Acorreta conduta dietoterápica no controle da Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) em adultos é fundamental para a prevenção de agravos
da doença e manutenção da qualidade de vida do paciente. Considerando os princípios da fisiopatologia e diretrizes dietoterápicas para
adultos com DM2, é CORRETO afirmar que:
O manejo nutricional em oncologia deve ser
compreendido na confluência entre hipermetabolismo
tumoral, resistência anabólica, inflamação crônica e
impacto terapêutico das dietas. Autores como Fearon et
al. (2012) e Arends et al. (ESPEN, 2021) argumentam
que a intervenção dietética não pode ser interpretada
isoladamente de processos metabólicos adaptativos. À
luz dessas evidências, qual proposição expressa de
forma mais consistente a lógica da nutrição clínica em
pacientes oncológicos?
O manejo dietoterápico do DM2 demanda
abordagem multifatorial que contemple
heterogeneidade metabólica, adesão e prevenção de
complicações. Diretrizes da ADA (2023) e sínteses
críticas (Franz et al., 2020) reforçam a necessidade de
estratégias individualizadas. Diante desse quadro, qual
proposição está mais alinhada à prática baseada em
evidências?