Monique, advogada regularmente inscrita nos quadros da OAB, é
investigada em inquérito policial por supostos crimes praticados
por motivo ligado ao exercício da advocacia, tendo sido presa em
flagrante, por crime da mesma espécie, em seu escritório,
enquanto atendia a uma de suas clientes.
Considerando as disposições do Estatuto da Advocacia, é correto
afirmar que
✂️ a) Monique tem direito à presença de representante da OAB para
lavratura do auto de prisão em flagrante, visto que se trata de
suposto crime por motivo ligado ao exercício da advocacia, sob
pena de nulidade. ✂️ b) não há qualquer direito ou prerrogativa conferida pela
legislação no caso em tela, devendo Monique receber
tratamento idêntico ao dado a outros indivíduos não
advogados, em razão do princípio da igualdade. ✂️ c) a presença de representante da OAB no momento da lavratura
do auto de prisão em flagrante será devida ainda que não se
trate de motivo ligado ao exercício da advocacia, visto que se
cuida de direito conferido ao advogado em todo e qualquer
crime por ele cometido. ✂️ d) o representante da OAB para acompanhar a lavratura do auto
de prisão em flagrante, pode ser substituído por representante
da Defensoria Pública, visto que ambos podem figurar como
defensores.