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A Língua Brasileira de Sinais foi criada a partir da vinda do surdo Ernest Huet ao Brasil, a convite de Dom Pedro II.
A língua de sinais trazida ao Brasil por Huet e que foi a base para a criação da Libras foi a:
A mudança de classe gramatical em língua portuguesa, em que nomes derivam de um verbo, acontece pela adição de um sufixo. Por exemplo: programarprogramador – ou pela mudança de acento – fábrica – fabrica. De acordo com Quadros e Karnopp 2004, em Língua Brasileira de Sinais essa derivação pode ocorrer com a mudança de:

Nos estudos da Libras, a transcrição é algumas vezes chamada de simplificada ou sistema de notação por palavras (FELIPE, 1998; FINAU, 2004). Sobre o Sistema de Transcrição de Sinais utilizado no Brasil atualmente, é correto afirmar:

Existia um consenso de que a Libras é o português feito com as mãos e os sinais suprem cada palavra falada, acompanhando sempre a mesma estrutura da fala em português. Porém, sabe-se que a Libras possui uma estrutura gramatical própria, muitas vezes diferente da Língua Portuguesa. Sobre os aspectos linguísticos da língua de sinais, pode-se considerar:

Para formar um sinal são necessárias unidades mínimas: configuração de mãos, locação, movimento da mão, orientação, expressão facial/corporal. Segundo Quadros e Karnopp (2004), a identificação destas unidades mínimas é responsabilidade da:
Por meio da modalidade gestual-visual-espacial em que a LIBRAS é produzida e compreendida pelos surdos, frequentemente, as pessoas podem erroneamente pensar que todos os sinais são uma representação "visual" do referente que representam no ar. O nome dado a essas formas linguísticas que tentam imitar as características visuais do referente real é:

Na Língua Brasileira de Sinais, o léxico, que é o sinal, é formado por unidades mínimas icônicas. Estas unidades mínimas são:

As línguas de sinais têm como principal diferença em relação às línguas orais, a modalidade produtiva. Isto é, as línguas de sinais são gestuais-visuais e as línguas orais são orais-auditivas. A Língua Brasileira de Sinais é uma língua gestual-visual e a ordem mais básica dos sinais em uma frase é:
A autora Audrei Gesser (2009), em sua obra ‘Libras? Que língua é essa?” defende que as línguas de sinais não são línguas ágrafas, ou seja, elas possuem escrita.
A proposta de escrita usada no Brasil é o:
Durante um longo período de tempo foi reforçada a ideia de que a Libras é uma língua semelhante ao português, mas com a particularidade de ser feita com as mãos. Nesse sentido, pensava-se que os sinais supriam cada palavra, mantendo a mesma estrutura da fala em português. Contudo, hoje, se sabe que a Libras possui uma estrutura gramatical própria. Sobre os aspectos linguísticos da língua de sinais, pode-se considerar que:
Quando se trata de configurações de mãos, os sinais podem ser realizados de forma monomanual (com uma mão), bimanual simétrico (com duas mãos iguais) ou bimanual assimétrico (com duas mãos diferentes).
Este é um sinal monomanual:

Na Libras, o conjunto de pronomes pessoais se distingue em três pessoas (primeira, segunda e terceira) e em três números (singular, dual e múltiplo/mais de dois). Na questão pronominal da língua de sinais, é correto afirmar que:

Na Língua Brasileira de Sinais, existe um conjunto de signos que representam as letras do alfabeto, denominado como “Alfabeto Manual”. Este recurso é utilizado para soletração de nomes próprios ou termos que não apresentem um sinal correspondente na Libras, ou quando se desconhece um referido sinal. Ao soletrar as palavras através do alfabeto manual, dá-se o nome a esse recurso de:

Na Língua de Sinais, o classificador é um recurso empregado através das configurações de mãos que podem ser afixados a um morfema lexical (sinal) para mencionar a classe a que pertence o referente desse sinal, para descrevê-lo quanto à forma e tamanho, ou para descrever a maneira como esse referente se comporta na ação verbal. Dentre os tipos de classificadores, pode-se considerar que os “classificadores especificadores” têm como função:

Sobre os aspectos morfológicos da língua de sinais, a respeito do processo de formação e composição linguística, é correto afirmar que:

Aquilo que chamamos de "palavras" em línguas orais-auditivas é referido como "sinal" nas línguas de sinais. O sinal é formado pela combinação dos movimentos das mãos. A articulação das mãos, que pode ser comparada aos fonemas, é denominada:
Em relação ao “espaço de enunciação”, podemos afirmar que:
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