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A escolha da profissão é um processo evolutivo (Super, 1957, citado por Sparta, Bardagi & Teixiera, 2006) que, se realizada de forma consciente e planejada, interfere positivamente na qualidade de vida. A maioria das pessoas, entretanto, faz escolhas profissionais conhecendo muito pouco sobre a totalidade das atividades de trabalho, o que pode ser reflexo da ausência de uma preocupação sistemática da escola ou da família em ensinar a filhos ou alunos habilidades de tomada de decisão (Bardagi, Lassance & Paradiso, 2003). Segundo Lehman (2005), 44,5% da evasão escolar nos cursos superiores é causada pela escolha mal realizada (...) A orientação profissional no contexto escolar, além de poder ter uma perspectiva preventiva, pode ser uma intervenção para a promoção de saúde, visto que pretende trabalhar, a partir das relações sociais do indivíduo, a compreensão e transformação delas, além de capacitá-lo a agir de modo a transformar a realidade que o cerca e superar os obstáculos que dela advêm (Bock & Aguiar, 1995). O Ministério da Educação do Brasil coloca a orientação profissional como um dos objetivos da escola.

(Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/psipesq/v2n1/v2n1a08.pdf. Acesso em: julho de 2024. Adaptado.)



Existem várias concepções sobre a escolha dos profissionais. Utilizando a classificação de Bock (2002), pode-se organizá-las em: teorias tradicionais (abordagem liberal); teorias críticas; e, teorias para além da crítica. Entre as propostas que podem ser agrupadas na última classificação, tem-se a abordagem sócio-histórica. Sobre a abordagem sócio-histórica durante o processo da Orientação Profissional (OP), analise as afirmativas a seguir.



I. Implica na capacidade de orientação no sistema de produção social, de forma que permite ao indivíduo compreender as questões relativas à sua inserção no trabalho social, os problemas éticos e as formas de participação social.


II. Deve aconselhar o indivíduo e informar sobre as oportunidades oferecidas pela sociedade, visando à sua integração no que se convencionou chamar “mundo do trabalho”, promovendo seu ajustamento a ele, inclusive com posterior acompanhamento.


III. A escolha deve ser consciente, ou seja, com pleno conhecimento de suas aptidões, características físicas e de personalidade, seus interesses, valores e aspirações sociais, e com o conhecimento das oportunidades que a sociedade oferece em termos de cursos, profissões e mercado de trabalho.


IV. Questiona a profissão como um banal meio de realização individual, enfatizando a responsabilidade social e coletiva de construção da sociedade que necessitamos e queremos, pela via da participação social efetiva, através do trabalho, e, ainda, possibilita ao aluno condições para o desenvolvimento da consciência política.



Está correto o que se afirma apenas em

(...) a avaliação torna-se importante no momento da informação prática aos professores sobre a qualidade das aprendizagens que os alunos estão realizando. Ao mesmo tempo, oferece uma boa oportunidade para melhorar tanto o processo de aprendizagem quanto as ações futuras de ensino mediante a reflexão, a autocrítica e a autocorreção a partir da prática escolar. (Méndez, 2002, p. 74.)
Os problemas afetivos e emocionais também estão dispostos quando a nota da prova é baixa, e assim é demonstrado que esse trabalho com enfoque mais lúdico e carinhoso por parte do professor auxilia na resolução do que implica o aluno a aprender. Para detectar os problemas, o professor pode fazer uma avaliação diagnóstica, que tem como objetivo situá-lo sobre qual é o seu aluno. Portanto, refere-se à função, EXCETO:
Sobre as estratégias de aprendizagem cabe mencionar a importância da concepção de conhecimento e aprendizagem. De acordo com Nunes e Silveira (2015), “apesar desta conceituação geral da aprendizagem, este não é um conceito simples e unânime. Há diferentes concepções de conhecimento que têm abordado a aprendizagem de forma variada, centrando no aspecto externo, no aspecto interno ou na interação sujeito e meio”. No cenário da psicologia da educação, pode-se destacar várias concepções de conhecimento, que são amplamente discutidas, consideradas importantes para esse campo de atuação, sendo denominadas:
Nunes e Silveira (2015) mencionam em um de seus capítulos sobre a concepção de desenvolvimento do livro “Psicologia da aprendizagem”.O autor Henri Wallon (1879-1962) nasceu na França, realizou uma trajetória de estudo em vários campos como: filosofia, medicina, psicologia e educação. Neste último, atuou intensamente participando de debates, movimentos, dando contribuições para as áreas do ensino e da aprendizagem. Integrou, em 1944, uma comissão ligada ao Ministério da Educação francês, que culminou com a elaboração de um projeto de reforma do ensino chamado Plano Langevin-Wallon. Para Wallon (1989), autor mencionado anteriormente, o estudo da criança deve ser realizado analisando-se suas fases de desenvolvimento. Para essa investigação, o autor usou o seguinte método: