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Os itens a seguir apresentam propostas de reescrita do trecho “Contudo — Florence era Florence —, mesmo acamada, continuou trabalhando intensamente. Colaborou com a comissão governamental sobre saúde dos militares, fundou uma escola para treinamento de enfermeiras, escreveu um livro sobre esse treinamento.” (R. 39 a 43) do texto CG2A1AAA. Julgue-os quanto à correção gramatical. Todavia, embora acamada, Florence, forte que era, continuou trabalhando com vigor: contribuiu com a comissão governamental acerca da saúde dos militares, fundou uma escola preparatória para enfermeiras e publicou um livro a esse respeito.

As opções trazem o diagnóstico e a indicação de correção do que estiver gramatical e lingüisticamente errado no trecho abaixo.

Podemos prever o traço fundamental do comércio
colonial: ele deriva imediatamente do próprio caráter
da colonização, organizada como ela está na base
da produção de gêneros tropicais e metais preciosos
para o fornecimento do mercado internacional. É a
exportação desses gêneros, pois, que constituirá
o elemento essencial das atividades comerciais da
colônia.
O comércio exterior brasileiro é todo ele, pode-se
dizer, marítimo. Nossas fronteiras atravessavam áreas
muito pouco povoadas, quando não inteiramente
indevassadas. A colonização portuguesa vinda do
Atlântico, e a espanhola, quase toda do Pacífi co, mal
tinham ainda engajado suas vanguardas, de sorte
que entre ambas ainda sobravam vastos territórios
ocupados.
Circunstância essa ditada por contingências
geográfi cas e econômicas, e que tem grande
signifi cação política e administrativa, pois facilitou,
pode-se dizer mesmo que tornou possível, o monopólio
do comércio da colônia que a metrópole pretendia para
si. Foi bastante reservar-se a navegação, providência
muito mais simples que uma fi scalização fronteiriça
difícil, se não impraticável, nos extensos limites do
país.


(Caio Prado Júnior, História econômica do Brasil, com
adaptações)

Jaron Lanier não poupa críticas ao modelo de negócios baseado em publicidade, que sustenta a maior parte do que conhecemos por
internet hoje. Serviços gratuitos como Facebook, Google e WhatsApp, no fundo, cobram caro. Na visão de Lanier, manipulam, mudam
comportamentos e, muitas vezes, nos tornam babacas.
Em seu quinto livro, “Dez Argumentos para Você Deletar Agora suas Redes Sociais”, recém-lançado no Brasil, o cientista da computação
e precursor da realidade virtual encoraja as pessoas cuja vida financeira não depende das redes sociais a abandoná-las – ao menos por seis
meses –, para retomarem a “consciência de si próprias”.
Lanier afirma que, se cometeram muitos erros na internet, um deles era a ideia de que a única forma de inovar e manter o serviço livre
era com um modelo baseado em publicidade, o que nos levou a um contexto de vigilância universal. Ele defende um sistema em que as
pessoas possam ser pagas pelo que fazem on line e paguem pelo que gostam de fazer on line, o que tornaria a relação mais direta e
honesta.
Lanier explica: “Quando você olhava para o anúncio da TV, ele não estava te olhando de volta. Na internet, é diferente: há mais
informação sendo tirada de você do que oferecida. Ferramentas em qualquer site captam como seu corpo se mexe, onde você está e tudo
sobre seus dispositivos. O que você vê é a menor parte do que acontece. Toda informação tirada de você é usada para mudar sua
experiência on line e criar uma sistemática que te prenda. Isso é chamado de engajamento. Chamo de vício. É quase como vício em jogo, há
busca por satisfação, e a punição é severa.”
Jaron Lanier recomenda ficar atento aos 10 argumentos para você deletar suas redes sociais:
1. Você está perdendo seu livre-arbítrio
2. Largar as redes sociais é a maneira mais certeira de resistir à insanidade dos nossos tempos
3. As redes sociais estão tornando você um babaca
4. As redes sociais minam a verdade
5. As redes sociais transformam o que você diz em algo sem sentido
6. As redes sociais destroem sua capacidade de empatia
7. As redes sociais deixam você infeliz
8. As redes sociais não querem que você tenha dignidade econômica
9. As redes sociais tornam a política impossível
10. As redes sociais odeiam sua alma
                                                                                                            (Folha de S. Paulo, 20.10.2019, Adaptado)
Elaborada a partir do texto, assinale a alternativa correta, de acordo com a regência.

Texto I

    Naquele tempo o mundo era ruim. Mas depois se consertara, para bem dizer as coisas ruins não tinham existido. No jirau da cozinha arrumavam-se mantas de carne-seca e pedaços de toicinho. A sede não atormentava as pessoas, e à tarde, aberta a porteira, o gado miúdo corria para o bebedouro. Ossos e seixos transformavam-se às vezes nos entes que povoavam as moitas, o morro, a serra distante e os bancos de macambira.

    Como não sabia falar direito, o menino balbuciava expressões complicadas, repetia as sílabas, imitava os berros dos animais, o barulho do vento, o som dos galhos que rangiam na catinga, roçando-se. Agora tinha tido a ideia de aprender uma palavra, com certeza importante porque figurava na conversa de sinha Terta. Ia decorá-la e transmiti-la ao irmão e à cachorra. Baleia permaneceria indiferente, mas o irmão se admiraria, invejoso.

    - Inferno, inferno.

    Não acreditava que um nome tão bonito servisse para designar coisa ruim. E resolvera discutir com sinha Vitória. Se ela houvesse dito que tinha ido ao inferno, bem. Sinha Vitória impunha-se, autoridade visível e poderosa. Se houvesse feito menção de qualquer autoridade invisível e mais poderosa, muito bem. Mas tentara convencê-lo dando-lhe um cocorote, e isto lhe parecia absurdo. Achava as pancadas naturais quando as pessoas grandes se zangavam, pensava até que a zanga delas era a causa única dos cascudos e puxavantes de orelhas. Esta convicção tornava-o desconfiado, fazia-o observar os pais antes de se dirigir a eles. Animara-se a interrogar sinha Vitória porque ela estava bem-disposta. Explicou isto à cachorrinha com abundância de gritos e gestos.


(RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. Rio de Janeiro/São Paulo: Record, 2009, p. 59-60) 



As expressões destacadas em “repetia as sílabas, imitava os berros dos animais, o barulho do vento, o som dos galhos” (2º§) cumprem um papel importante uma vez que:
Está redigida em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa a frase:

A questão se refere ao trecho da notícia abaixo: 

Tudo bem que o nome é clichê, mas o espaço oferece um ambiente singular, seja para grupos de amigos, ou famílias, o local situado às margens da SC-477, ___________ 70 quilômetros do centro de Blumenau, é uma alternativa para curtir dias de calor no Médio Vale do Itajaí. O acesso é por uma trilha bem conservada e sinalizada. São 20 minutos de uma caminhada que _____ um visual compensador, com direito até a um pequeno mirante. [...]

Disponível em: https://www.nsctotal.com.br/noticias/cachoeira-em-doutor-pedrinho-e-opcao-para-os-dias-quentes-de-verao-no-vale-do-itajai. Acesso em: 02 jan. 2019. [modificado]

Assinale a correta classificação do sujeito em “São 20 minutos de uma caminhada...”:
 Estátua Falsa
Só de oiro falso meus olhos se douram;
Sou esfinge sem mistério no poente.
A tristeza das coisas que não foram
Na minha alma desceu veladamente.
Na minha dor quebram-se espadas de ânsia,
Gomos de luz em treva se misturam.
As sombras que eu dimano não perduram,
Como ontem para mim, hoje é distância.
Já não estremeço em face de segredo;
Nada me aloira, nada me aterra
A vida corre sobre mim em guerra,
E nem sequer um arrepio de medo!
Sou estrela ébria que perdeu os céus,
Sereia louca que deixa o mar;
Sou templo prestes a ruir sem deus,
Estátua falsa ainda erguida no ar...
                                                                     Mário de Sá Carneiro.
Marque a alternativa que indica a classificação CORRETA da regência verbal dos verbos a seguir
retirados do texto.
Há erro de concordância nominal na seguinte alternativa:

O cosmopolita desenraizado

Quando Edward Said morreu, em setembro de 2003,
após batalhar por uma década contra a leucemia, era provavelmente
o intelectual mais conhecido do mundo. Orientalismo,
seu controvertido relato da apropriação do Oriente pela literatura
e pelo pensamento europeu moderno, gerou uma subdisciplina
acadêmica por conta própria: um quarto de século após sua
publicação, a obra continua a provocar irritação, veneração e
imitação. Mesmo que seu autor não tivesse feito mais nada,
restringindo-se a lecionar na Universidade Columbia, em Nova
York ? onde trabalhou de 1963 até sua morte ?, ele ainda teria
sido um dos acadêmicos mais influentes do final do século XX.
Mas ele não viveu confinado. Desde 1967, cada vez com
mais paixão e ímpeto, Edward Said tornou-se também um comentarista
eloquente e onipresente da crise do Oriente Médio e
defensor da causa dos palestinos. O engajamento moral e político
não chegou a constituir umdeslocamento da atenção intelectual
de Said ? sua crítica à incapacidade do Ocidente em entender
a humilhação palestina ecoa, afinal, em seus estudos sobre
o conhecimento e ficção do século XIX, presentes em Orientalismo
e em obras subsequentes. Mas isso transformou o
professor de literatura comparada da Universidade de Columbia
num intelectual notório, adorado ou execrado com igual
intensidade por milhões de leitores.
Foi um destino irônico para um homem que não se
encaixava em quase nenhum dos modelos que admiradores e
inimigos lhe atribuíam. Edward Said passou a vida inteira tangenciando
as várias causas com as quais foi associado. O
"porta-voz" involuntário da maioria dos árabes muçulmanos da
Palestina era cristão anglicano, nascido em 1935, filho de um
batista de Nazaré. O crítico intransigente da condescendência
imperial foi educado em algumas das últimas escolas coloniais
que treinavam a elite nativa nos impérios europeus; por muitos
anos faloucom mais facilidade inglês e francês do que árabe,
sendo um exemplo destacado da educação ocidental com a
qual jamais se identificaria totalmente.
Edward Said foi o herói idolatrado por uma geração de
relativistas culturais em universidades de Berkeley a Mumbai,
para quem o "orientalismo" estava por trás de tudo, desde a
construção de carreiras no obscurantismo "pós-colonial" até
denúncias de "cultura ocidental" no currículo acadêmico. Mas o
próprio Said não tinha tempo para essas bobagens. A noção de
que tudo não passava de efeito linguístico lhe parecia superficial
e "fácil". Os direitos humanos, como observou em mais de uma
ocasião, "não são entidades culturais ou gramaticais e, quando
violados, tornam-se tão reais quanto qualquer coisa que possamos
encontrar".

(Adaptado de Tony Judt. "O cosmopolita desenraizado". Piauí,
n. 41, fevereiro/2010, p. 40-43)

Observam-se corretamente as regras de concordância verbal e nominal em:

Do fragmento que segue foram extraídas cinco orações. Qual delas é uma oração subordinada substantiva objetiva direta? 
       Afastou-se quase sufocada. Compreendi então que estava num banco de jardim. E espantei-me de encontrar em redor tudo em ordem. A lua estava brincando com as nuvens, como se aquele extraordinário acontecimento não alterasse a harmonia do universo. Moviam-se lentamente os tinhorões. A fachada do armazém fronteiro não se tinha desmoronado. E a garça de bronze, à beira da água, levantava a perna inútil com displicência, mostravame o bico num conselho mudo, que não percebi. 
                                                                                                                                 RAMOS, Graciliano. Caetés. 28. ed. Rio de Janeiro: Record, 1998, p. 60
Assinale a alternativa em que as formas verbais estão grafadas corretamente: 
O verbo indicado entre parênteses deverá ser flexionado de modo a concordar com o elemento sublinhado na frase:
   A ciência moderna e a economia de mercado figuram entre as mais notáveis realizações humanas. A Revolução Científica do século XVII e a Revolução Industrial do século XVIII foram apenas o prelúdio do que viria em seguida - a revolução permanente dos últimos três séculos. Ciência e mercado são apostas na liberdade: liberdade balizada por padrões impessoais de argumentação e validação de teorias no primeiro caso; e por regras que fixam os marcos dentro dos quais a busca do ganho econômico por parte das pessoas é livre, no segundo. Por mais brilhantes, entretanto, que sejam suas inegáveis conquistas, é preciso ter uma visão clara do que podemos esperar que façam por nós: a ciência jamais aplacará a nossa fome de sentido, e o mercado nada nos diz sobre a ética - como usar a nossa liberdade e o que fazer de nossas vidas.
            O sistema de mercado - baseado na propriedade privada, nas trocas voluntárias e na formação de preços por meio de um processo competitivo reconhecidamente imperfeito - define um conjunto de regras de convivência na vida prática. A regra de ouro do mercado estabelece que a recompensa material dos seus participantes corresponderá ao valor monetário que os demais estiverem dispostos a atribuir ao resultado de suas atividades: a remuneração de cada um, portanto, não depende da intensidade dos seus desejos de consumo, do civismo de suas ações, do seu mérito moral ou estético. Dependerá tão somente da disposição dos consumidores em pagar, com parte do ganho do seu próprio trabalho, para ter acesso aos bens e serviços que o outro oferece. Mas o mercado não decide, em nome dos que nele atuam, os resultados finais da interação. Assim como a gramática não determina o teor das mensagens, mas apenas as regras das trocas verbais, também o mercado não estabelece de antemão o que será feito e escolhido pelos que dele participam.
(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, edição digital)
O verbo em destaque deve sua flexão à correlação com o segmento sublinhado em:
Texto I
                Obsolescência programada:
        inimiga ou parceira do consumidor?
Obsolescência programada é exercida quando
um produto tem vida útil menor do que a tecnologia
permitiria, motivando a compra de um novo modelo
— eletrônicos, eletrodomésticos e automóveis são
exemplos evidentes dessa prática. Uma câmera com
uma resolução melhor pode motivar a compra de um
novo celular, ainda que o modelo anterior funcione
perfeitamente bem. Essa estratégia da indústria pode
ser vista como inimiga do consumidor, uma vez que
o incentiva a adquirir mais produtos sem realmente
necessitar deles. No entanto, traz benefícios, como o
acesso às novidades.
Planejar inovação é extremamente importante
para melhoria e aumento da capacidade técnica de
um produto num mercado altamente competitivo. Já
imaginou se um carro de hoje fosse igual a um carro
dos anos 1970? O desafio é buscar um equilíbrio
entre a inovação e a durabilidade. Do ponto de vista
técnico, quando as empresas planejam um produto,
já tem equipes trabalhando na sucessão dele, pois
se trata de uma necessidade de sobrevivência no
mercado.
Sintomas de obsolescência são facilmente per-
cebidos quando um novo produto oferece caracterís-
ticas que os anteriores não tinham, como o uso de
reconhecimento facial; ou a queda de desempenho
do produto com relação ao atual padrão de merca-
do, como um smartphone que não roda bem os apli-
cativos atualizados. Outro sinal é detectado quando
não é possível repor acessórios, como carregadores
compatíveis, ou mesmo novos padrões, como tipo de
bateria, conector de carregamento ou tipos de cartão
de um celular, por exemplo.
Isso não significa que o consumidor está refém de
trocas constantes de equipamento: é possível adiar a
substituição de um produto, por meio de upgrades de
hardware, como inclusão de mais memória, baterias
e acessórios de expansão, pelo menos até o momen-
to em que essa troca não compense financeiramente.
Quanto à legalidade, o que se deve garantir é que os
produtos mais modernos mantenham a compatibili-
dade com os anteriores, a fim de que o antigo usu-
ário não seja forçado constantemente à compra de
um produto mais novo se não quiser. É importante
diferenciá-la da obsolescência perceptiva, que ocor-
re quando atualizações cosméticas, como um novo
design, fazem o produto parecer sem condições de
uso, quando não está.
É preciso lembrar também que a obsolescência
programada se dá de forma diferente em cada tipo de
equipamento. Um controle eletrônico de portão tem
uma única função e pode ser usado por anos e anos
sem alterações ou troca. Já um celular tem maior
taxa de obsolescência e pode ter de ser substituído
em um ano ou dois, dependendo das necessidades
do usuário, que pode desejar fotos de maior resolu-
ção ou tela mais brilhante.
Essa estratégia traz desafios, como geração do
lixo eletrônico. Ao mesmo tempo, a obsolescência
deve ser combatida na restrição que possa causar ao
usuário, como, por exemplo, uma empresa não mais
disponibilizar determinada função que era disponível
pelo simples upgrade do sistema operacional, forçan-
do a compra de um aparelho novo. O saldo geral é
que as atualizações trazidas pela obsolescência pro-
gramada trazem benefícios à sociedade, como itens
de segurança mais eficientes em carros e conectabi-
lidade imediata e de alta qualidade entre pessoas. É
por conta disso que membros de uma mesma família
que moram em países diferentes podem conversar
diariamente, com um custo relativamente baixo, por
voz ou vídeo. Além disso, funcionários podem traba-
lhar remotamente, com mais qualidade de vida, com
ajuda de dispositivos móveis.
RAMALHO, N. Obsolescência programada: inimiga ou
parceira do consumidor? Disponível em: <.https://www.
gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/obsolescencia-programada-
-inimiga-ou-parceira-do-consumidor-5z4zm6km1pndkokxsb-
t4v6o96/>. Acesso em: 23 jul. 2019. Adaptado.
No Texto I, em “Isso não significa que o consumidor está refém de trocas constantes de equipamento: é possível adiar a substituição de um produto” (?. 34-36), a oração depois dos dois pontos acrescenta, ao trecho anterior, uma ideia de

Dados os períodos seguintes, quanto à predicação verbal,

I. As doenças cardiovasculares estão entre as causas mais frequentes de morte no Brasil.

II. Adquirir o hábito da leitura é construir para si mesmo um refúgio de quase todas as misérias da vida.

III. Jovem de 17 anos vira correspondente de guerra no Twitter durante combates no Complexo do Alemão.

IV. A literatura infantil continua alvo de preconceitos por muitos críticos.

quais possuem verbos ou locução verbal com a mesma transitividade?

No fragmento textual abaixo transcrito, como se classifica a oração subordinada em destaque?
“Chamo de hipertecnologias a inteligência artificial, a robótica e a biotecnologia. Estima-se que, em um futuro próximo, essas três modalidades de tecnologia convergirão e, com isso, haverá um grande salto tecnológico, algo jamais visto na história. [...]” Fonte: (Revista Filosofia - Ano III, no 150 - (www.portalespaçodosaber.com.br).
Em relação à concordância verbal, de acordo com a norma-padrão escrita da língua portuguesa, o verbo só pode vir no plural em:

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No próximo ano, completam-se 20 anos da queda do Muro de Berlim... (L.1-2)

Assinale a alternativa em que, alterando-se o trecho acima, não se manteve a adequação à norma culta.

A frase em que a concordância está totalmente conforme as prescrições da norma padrão da Língua Portuguesa é:

Assinale a opção que não está de acordo com as estruturas do texto.

A relação conflituosa entre fazendeiros e colonos,
aliada à crescente dificuldade de importação de escravos
negros da África a partir da década de 60, exige que se use
a mão-de-obra nativa, forçando-a ao trabalho na lavoura.
Os fazendeiros também reclamavam uma legislação que
permitisse garantias dos investimentos na mão-de-obra,
do cumprimento dos contratos, da repressão às greves
e, ainda, que lhes propiciasse adequada produtividade.
A promulgação da Lei do Ventre Livre, em 1871,
sinalizando a abolição da escravidão, criou as condições
para uma legislação que, ao mesmo tempo em que fazia
a regulação minuciosa da contratação do trabalho livre,
previa a obrigação de o homem livre contratar, como
mecanismo de combate à vadiagem.

(Sidnei Machado - http://calvados.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/direito/ article/viewPDFInterstitial/1766/1463)

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