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Nada por aqui
Atenção: As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto que segue.

Para o autor, ir ao cinema em vez de trabalhar exemplifica o que dispõe esta passagem do texto:
Crônica
Olá, tudo bem? Não!
[...] Uma das perguntas mais difíceis de responder hoje em dia é "tudo bem? Como você vai?".
As regras mínimas de convivência em sociedade cristalizaram como convenção dar uma resposta padrão, do tipo "sim, e com você?", seguida por algo na mesma linha
Em situações normais, esse papo não é levado muito a sério.
É só uma forma educada de começar uma conversa, com uma introdução para o assunto.
Agora, o contraste dessa pergunta e a dureza da vida fazem da resposta, que era uma convenção ingênua, em expressão de resignação e comiseração de todos nós.
A preocupação com a disseminação da doença, o medo de pais e avós se contaminarem, as dificuldades para trabalhar e pagar as contas, a angústia de não poder sair pra tomar uma bebida ou ouvir uma música transformaram a nossa vida em um martírio. [...]
Igor Felippe Santos - Brasil de Fato
Nova bateria deve manter carga do celular por cinco dias
A durabilidade seria tão ruim quanto a das baterias de hoje, mas, sim, elas podem ser revolucionárias.
Sair de casa sem um carregador para o celular vai deixar de ser problema. Pesquisadores da Universidade Monash, em Melbourne (Austrália), desenvolveram uma bateria com capacidade quatro vezes maior do que as utilizadas hoje.
Trata-se de uma bateria de Lítio-Enxofre (Li-S). Elas já existem – e por serem bem leves já foram usadas em aviões movidos a energia solar. Mas por que o seu celular não tem uma dessas, então?
Porque elas se desintegram. Depois algumas poucas cargas e recargas elas não aguentam o tranco, começam a se romper, e a bateria morre. Isso acontece porque as partículas de enxofre lá dentro praticamente dobram de tamanho quando a bateria está carregada – isso acontece nas baterias de lítio comum também, mas aí a dilatação é de apenas 10%.
A equipe, porém, encontrou uma solução esperta para esse problema: criaram uma estrutura interna bem intrincada, que oferece mais espaço para a expansão do enxofre. Dessa forma, ela consegue uma durabilidade equivalente à de uma bateria comum, com a vantagem de durar assombrosamente mais.
Isso não seria interessante só para quem sai de casa sem carregador. O maior impacto seria nos carros elétricos. Os melhores de hoje têm autonomia de mais ou menos 300 km. Baterias assim elevariam tal autonomia para 1.500 km – bem mais que a de qualquer veículo com motor a combustão interna.
Elas também ajudariam em outra frente: a das baterias que armazenam energia solar para uso doméstico, como a Powerwall, da Tesla. Ela armazena o equivalente a um dia e 17 de horas de energia. Com o lítio-enxofre de alta durabilidade, essa capacidade saltaria para uma semana.
Os pesquisadores estão otimistas. Dizem que, além de tudo, as baterias seriam mais baratas que as de hoje – pelo fato de o enxofre ser um elemento mais abundante que os metais das baterias de lítio comum. Mas o fato é que a tecnologia ainda está engatinhando – eles esperam testar protótipos por mais alguns anos até apresentar uma bateria capaz de chegar ao mercado.
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Julgue os seguintes itens, que se referem a aspectos lingüísticos
do texto.
O autor do texto, por meio de narrativa alegórica, uma parábola, expõe seu ponto de vista acerca do comportamento humano e da organização política e social.
Sarapalha
– Ô calorão, Primo!... E que dor de cabeça excomungada!
– É um instantinho e passa... É só ter paciência....
– É... passa... passa... passa... Passam umas mulheres vestidas de cor de água, sem olhos na cara, para não terem de olhar a gente... Só ela é que não passa, Primo Argemiro!... E eu já estou cansado de procurar, no meio das outras... Não vem!... Foi, rio abaixo, com o outro... Foram pros infernos!...
– Não foi, Primo Ribeiro. Não foram pelo rio... Foi trem-de-ferro que levou...
– Não foi no rio, eu sei... No rio ninguém não anda... Só a maleita é quem sobe e desce, olhando seus mosquitinhos e pondo neles a benção... Mas, na estória... Como é mesmo a estória, Primo? Como é?...
– O senhor bem que sabe, Primo... Tem paciência, que não é bom variar...
– Mas, a estória, Primo!... Como é?... Conta outra vez...
– O senhor já sabe as palavras todas de cabeça... “Foi o moço-bonito que apareceu, vestido com roupa de dia-de-domingo e com a viola enfeitada de fitas... E chamou a moça p’ra ir se fugir com ele”...
– Espera, Primo, elas estão passando... Vão umas atrás das outras... Cada qual mais bonita... Mas eu não quero, nenhuma!... Quero só ela... Luísa...
– Prima Luísa...
–Espera um pouco, deixa ver se eu vejo... Me ajuda, Primo! Me ajuda a ver...
– Não é nada, Primo Ribeiro... Deixa disso!
– Não é mesmo não... – Pois então?!
– Conta o resto da estória!...
– ...“Então, a moça, que não sabia que o moço-bonito era o capeta, ajuntou suas roupinhas melhores numa trouxa, e foi com ele na canoa, descendo o rio...” Guimarães Rosa, Sagarana.
O primeiro-ministro britânico Gordon Brown afirmou
que o Reino Unido apoia a candidatura brasileira a uma vaga
permanente no Conselho de Segurança da Organização das
Nações Unidas (ONU). "O Brasil tem o respaldo total do
governo britânico para ser membro permanente do Conselho de
Segurança da ONU", disse Brown, durante um seminário sobre
a próxima cúpula do G-20.
Brown ressaltou que, além da vaga no conselho, o
Brasil também deve participar mais da agenda global, sendo
mais efetivo na administração do Fundo Monetário
Internacional (FMI) e do Banco Mundial. Segundo ele, o Brasil
terá um papel importante na solução dos quatro grandes
desafios que o mundo tem para enfrentar: a estabilidade
financeira, as mudanças climáticas, o extremismo social e
religioso e o crescimento da pobreza.
Inglaterra quer Brasil na ONU. In: Diário do
Nordeste. Fortaleza, 27/3/2009 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue ositens
subsequentes.
Estados Unidos da América, Itália, Alemanha, China e Rússia são países-membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU.