Com o objetivo de discutir o tema das fake news em sala de aula, o professor de História apresentou aos seus alunos o evento das “cartas falsas” que ocorreu durante a candidatura de Arthur Bernardes em 1921.
Assinale a afirmativa que descreve corretamente a motivação subjacente à publicação das cartas atribuídas a Bernardes.

O novo governo, encabeçado pelo General Castelo Branco, altera profundamente a política econômica do país, chamando para o ministério dois políticos identificados com uma linha mais ortodoxa, Roberto Campos e Bulhões de Carvalho. As medidas tomadas pela nova equipe objetivavam a retomada imediata do desenvolvimento econômico e a contenção da inflação.

(Maria Yedda Linhares (org.).

História Geral do Brasil, p. 293. Adaptado)


Uma das medidas adotadas, pela equipe mencionada no fragmento, foi constituída

Em 1835, na Bahia, teve lugar uma revolta de negros contra o regime escravocrata que é considerada o maior levante urbano de escravizados no Brasil. Cerca de 600 negros libertos e cativos enfrentaram as forças da Guarda do Palácio do Governo. Uma vez sufocada, cerca de 70 revoltosos foram mortos e muitos condenados a penas de prisão, açoites e deportação para a África. Sobre tal revolta pode-se dizer que foi

I. protagonizada por negros muçulmanos, vindos de regiões onde hoje ficam a Nigéria e o Benin.
II. chamada de Revolta dos Alfaiates, pela ocupação profissional de seus líderes que confeccionavam abadás.
III. sediada em Ilhéus, local que concentrava escravizados convertidos ao protestantismo.
IV. liderada por africanos chamados de nagôs no Brasil, por sua origem, e de malês, em iorubá, por sua religião.
V. desencadeada por negros escravizados que em grande parte trabalhava nas ruas como ambulantes.

Selecione a alternativa que reúne apenas as afirmações corretas.

Leia o texto abaixo.

A Guarda Real de Polícia

No início do século XIX, como consequência da campanha Napolêonica de conquista do continente europeu, a Família Real portuguesa, juntamente com sua corte, decidem se mudar para o Brasil. Aqui chegando, a Corte instalou-se na cidade do Rio de Janeiro iniciando a reorganização do Estado no dia 11 de março de 1808, com a nomeação de Ministros. (...)

(...) Em 13 de maio de 1809, (...) D. João VI criou a Divisão Militar da Guarda Real da Polícia da Corte (DMGRP), sendo esta formada por 218 guardas com armas e trajes idênticos aos da Guarda Real da Polícia de Lisboa.

(Adaptado de http: //www.policiamilitar.rj.gov.br/historia.asp)

Em 2009 comemora-se os 200 anos da Polícia Militar. Ela surgiu a partir da criação da Guarda Real de Polícia. Pode-se afirmar que a mesma surge no momento em que

Leia o trecho a seguir.

O Atlântico funda a modernidade ocidental, reorientando a expansão marítima europeia e as relações político-econômicas do Mediterrâneo, de um “sistema circulatório fechado”, para a imensidão do Mar Oceano.


Adaptado de: VILARDAGA, Jose Carlos; Rodrigo Bonciani. O Atlântico e as

modernidades alternativas. In: Araújo, André. et al (eds.) A Época Moderna.

Petrópolis: Editora Vozes, 2024, p. 179.



A respeito do primeiro contato dos portugueses com a América, assinale a afirmativa correta.

Os estudos históricos sobre a escravidão no Brasil passaram por diversas renovações, ampliando a compreensão sobre as diferentes formas de ser escravizado no período colonial. Entre essas formas, destacavam-se a condição de escravos de ganho.

Assinale a opção que descreve corretamente essa condição.

A dinâmica interna da população brasileira acelerou-se após a Segunda Guerra Mundial, no entanto, entre as décadas de 1970 e 1980 houve uma grande mobilidade populacional nesse sentido. Assim sendo, com base no período envolvido, assinale a opção correta em relação aos principais fluxos migratórios internos no país.
Leia os fragmentos de texto a seguir.

I. É ingênuo acreditar que numa fazenda de mil escravos predominava a doçura e a regalia. Não se pode correr o risco de promover uma redenção da escravidão sob as mãos cristãs, nem se pode ignorar a tipicidade da escravidão jesuítica. Segundo relatos e pesquisas, os escravos dos jesuítas ficavam, em determinadas situações, sob o regime mais abrandado. Porém, os mesmos argumentos de ilegitimidade da escravidão que moviam o combate à escravidão indígena não serviam ao escravo africano e não moveram as forças dos missionários.
ROCHA, Ilana. Escravos da Nação: O público e privado na escravidão brasileira, 1760-186, Tese de doutorado, Universidade de São Paulo, 2012, p. 30. (Adaptado)

II. É proverbial a benignidade, doçura e largueza, com que os jesuítas tratavam geralmente os seus escravos. Não se esqueciam de que eram homens. Toleravam-lhes faltas e concediam-lhes regalias, que mais ninguém lhes dava. Não os tendo como meio ganancioso de enriquecimento individual, senão por necessidade de assegurar a vida dos Colégios e da catequese, sucedia às vezes que, com os gastos desses trabalhadores, era mais a perda que o proveito.
LEITE, Serafim. História da Companhia de Jesus no Brasil. Lisboa, Rio de Janeiro: Portugália, Civilização Brasileira, 1938, Tomo II, p. 352. (Adaptado)

A respeito da escravidão africana praticada pelos jesuítas no período colonial do Brasil, assinale a afirmativa que interpreta corretamente os trechos acima.
Durante a Revolução Farroupilha (1835−1845), conflito que ocorreu principalmente no Rio Grande do Sul, a então Província de Santa Catarina desempenhou um papel estratégico devido à sua localização e às suas tropas provinciais. Considerando esse contexto histórico, qual alternativa descreve corretamente a atuação de Santa Catarina nesse período?
Embora o processo de industrialização brasileira tenha sido iniciado na segunda metade do século XIX, o país passou a diversificar o seu parque fabril a partir da década de 1930. Com relação ao desenvolvimento industrial brasileiro, assinale a opção correta.
Certa vez, um velho Tupinambá me perguntou: “Por que vocês, mairs [franceses] e perós [portugueses], vêm de tão longe para buscar lenha? Por acaso não existem árvores na sua terra?” Respondi que sim, que tínhamos muitas, mas não daquela qualidade, e que não as queimávamos, como ele supunha, mas dela extraíamos tinta para tingir. “E precisam de tanta assim?”, retrucou o velho Tupinambá. “Sim”, respondi, “pois no nosso país existem negociantes que possuem mais panos, facas, tesouras, espelhos e outras mercadorias do que se possa imaginar, e um só deles compra todo o pau-brasil que possamos carregar.” “Ah!”, tornou a retrucar o selvagem. “Você me conta maravilhas. Mas me diga: esse homem tão rico de quem você me fala, não morre?” “Sim”, disse eu, “morre como os outros”. Aqueles selva- gens são grandes debatedores e gostam de ir ao fim em qualquer assunto. Por isso, o velho indígena me inquiriu outra vez: “E quando morrem os ricos, para quem fica o que deixam?” “Para seus filhos, se os têm”, respondi. “Na falta destes, para os irmãos e parentes próximos.” “Bem vejo agora que vocês, mairs, são mesmo uns grandes tolos. Sofrem tanto para cruzar o mar, suportando todas as privações e incômodos dos quais sempre falam quando aqui chegam, e trabalham dessa maneira apenas para amontoar riquezas para seus filhos ou para aqueles que vão sucedê-los? A terra que os alimenta não será por acaso suficiente para alimentar a eles? Nós também temos filhos a quem ama- mos. Mas estamos certos de que, depois da nossa morte, a terra que nos nutriu nutrirá também a eles. Por isso, descansamos sem maiores preocupações.”

(BUENO, Eduardo. Pau Brasil. São Paulo: Axis Mundi, 2002)

O diálogo entre o pastor calvinista Jean de Léry (1534-1611) e o velho Tupinambá, travado em algum momento da estada de Léry no Rio de Janeiro, entre março de 1557 e janeiro de 1558, é revelador
Uma comissão de cinco pessoas foi encarregada de redigir um projeto de Constituição, submetido, depois, à profunda revisão por parte de Rui Barbosa. A seguir, encaminhou-se o projeto à apreciação da Assembleia Constituinte, que, após muitas discussões e algumas emendas, promulgou o texto a 24 de fevereiro de 1891.
(Boris Fausto, História do Brasil, p. 249)

Segundo Boris Fausto, a Constituição de 1891,

Leia o trecho abaixo e responda a questão a seguir.

"O governo do professor de Sociologia Fernando Henrique Cardoso principiou sob o impacto da euforia do plano econômico. O povo experimentou a presença de uma moeda forte, valendo mais que o dólar norte-americano, e a ausência da inflação. Seu governo foi sustentado por uma aliança entre o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) , de centro, e o partido da Frente Liberal (PFL) , de direita."

FROTA, Guilherme de Andrea. Quinhentos anos de História do Brasil.Rio de Janeiro: BiB1iEx, 2000, p.732.

O trecho apresentado refere-se ao Plano

Na tentativa de contribuir para a sustentabilidade ambiental, hoje está sendo difundida a chamada agricultura orgânica, cuja maior preocupação é não utilizar produtos químicos durante o cultivo. Assinale a opção que apresenta corretamente as características desse tipo de agricultura.
O processo de redemocratização do Brasil avançou em 1979, com a extinção do Ato Institucional número 5 (AI-5) e a anistia política. Ele foi, de certa forma, consolidado, em 1982, com:
A biografia do General Miguel Costa traz sua participação destacada em eventos de grande relevância para a História da Polícia Militar. Dos eventos a seguir, qual pode ser atribuído a Miguel Costa?

Sobre o Estado Novo, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.

( ) Garantiu a liberdade à imprensa e valorizou a expressão artística nacional.

( ) Fortaleceu os poderes legislativos e judiciários, essenciais para a criação da nova Constituição, chamada de “Polaca”.

( ) Criou a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), que regulava os direitos trabalhistas no Brasil.

Assinale a opção que apresenta a sequência correta, segundo a ordem apresentada.

A partir de 1930, o eixo econômico brasileiro começou a mudar de forma mais efetiva, ou seja, o país deixou gradativamente de ser uma economia agrária para se transformar em uma nação urbana e industrial. Com relação a essa evolução, assinale a opção INCORRETA.
“Um boato corre, há dias, pela cidade que tem enchido a uns de pavor, e a outros de indignação, em cujo último número me coloco”, desabafou o médico Joaquim Cândido Soares de Meirelles (1797-1868), diante do clima de pânico instaurado no Rio de Janeiro em 1831. Rumores crescentes garantiam estar em andamento, na capital do Império, uma trama conspiratória inspirada na Revolução do Haiti (1791-1825).

(Iuri Lapa, O Haiti é aqui?. Revista de História da Biblioteca Nacional, 03.03.2010)

O clima instaurado na ocasião tinha origem

Um assunto dominava a atenção de Getúlio: a política trabalhista. Foi nessa área que ele mostrou quem era e a que viera. Dividiu sua política em duas metades. Numa, criou as leis de proteção ao trabalhador.

(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia, p. 362)

Na outra metade, Getúlio

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