Um paciente de 67 anos com histórico de diabetes tipo 2 e
hipertensão vem apresentando episódios recorrentes de tontura
e fraqueza. Após exames, o médico identifica uma possível
neuropatia autonômica como complicação da diabetes.
Para investigar mais a fundo e confirmar o diagnóstico de
neuropatia autonômica, o médico deve:
No paciente diabético, o emprego de medicamentos
hipoglicemiantes deve idealmente promover a redução do risco
de eventos cardiovasculares.
Os seguintes fármacos promovem esses benefícios:
No contexto da prevenção e controle do diabetes mellitus, é
importante compreender os fatores de risco que contribuem
para o seu desenvolvimento. Esses fatores podem ser
classificados como modificáveis ou não modificáveis.
Os fatores de risco modificáveis para o diabetes mellitus tipo 2
são:
Durante uma avaliação de rotina, foram encontradas moderada
hipocalemia e hipertensão arterial num homem de 47 anos,
obeso e portador de apneia do sono. Também se detectou
hipertrofia cardíaca no ECG.
Nesse caso, é necessário investigar a seguinte causa secundária
para hipertensão arterial:
Mulher de 29 anos com diabetes mellitus tipo 1 e hipotireoidismo
é encaminhada ao clínico geral devido à fraqueza progressiva e
emagrecimento. No momento encontra-se com as duas
enfermidades controladas com o uso de insulina lenta e
levotiroxina. Sua hemoglobina glicada se encontra em 6,4% e ela
relata alguns episódios de hipoglicemia.
No exame físico a pressão arterial é de 90/60mmHg e é
observada discreta hiperpigmentação da mucosa oral. O médico
suspeita de insuficiência adrenal.
Assinale a opção que indica o teste inicial de maior utilidade para
investigar esta hipótese.
As opções a seguir apresentam fatores que podem precipitar a
liberação de catecolaminas e do surgimento de paroxismos no
feocromocitoma, à exceção de uma. Assinale-a.