Questões de Concursos

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José e Francisca possuem dois filhos, um adolescente do sexo masculino e uma criança do sexo feminino, e estão separados há cerca de dois anos. Na ocasião, Francisca saiu de casa e levou consigo os dois filhos. Em seguida, ela iniciou relacionamento com outra mulher, com a qual passou a coabitar. Ocorreu então que o adolescente quis residir com o pai e passou a repudiar a mãe. José pediu judicialmente a guarda do filho e Francisca pediu a guarda da filha, além da regulamentação de visita do jovem. O juiz encaminhou o caso ao psicólogo do Tribunal para uma avaliação.

O psicólogo incorrerá em infração ética, de acordo com o Código Profissional, caso ele:
Silvia é psicóloga do TJDFT e tem entre suas atribuições o atendimento a servidores do Tribunal. O técnico judiciário Gustavo relatou a ela que é portador do vírus HIV e faz acompanhamento multidisciplinar em um serviço público de saúde. Gustavo teme sofrer preconceito na serventia caso sua condição seja conhecida.
De acordo com o disposto no Código de Ética e de Conduta do TJDFT:
O Conselho Federal de Psicologia publicou a nota técnica CFP nº 1/2023, na qual, a partir da análise dos fundamentos teóricos da prática, questiona as bases teóricas e destaca incongruências éticas e de conduta profissional no uso da Constelação Familiar (CF) enquanto método ou técnica da psicologia.
Dentre as reflexões apresentadas, aquela que traz uma crítica à CF alinhada aos princípios do Código de Ética Profissional do Psicólogo é a seguinte:
O Brasil registrou, em seu passado recente, uma série de tragédias climáticas que impactaram diretamente milhares de pessoas.
O Código de Ética Profissional de Psicologia aponta como um dos deveres fundamentais dos psicólogos nessas situações:
Julia é psicóloga e foi demandada por um pai, detentor da guarda de uma criança, a realizar uma perícia. Para tanto, solicitou autorização formal do pai para fazer a avaliação psicológica, iniciando as entrevistas sem requisitar autorização da mãe. No decorrer das entrevistas, descobriu que a criança é vítima de crueldade e de abuso psicológico do pai, que rechaçou a devolutiva da psicóloga. A mãe não quis tomar atitude para não ser prejudicada na convivência do filho. Diante da situação de vulnerabilidade da criança, Julia decidiu quebrar o sigilo dos atendimentos e notificar o Conselho Tutelar, entregando um “atestado psicológico” no qual se apresenta como perita do caso e informa que a criança é vítima de abuso, porém, sem fundamentá-lo técnico-cientificamente.
De acordo com o Código de Ética do Psicólogo, Julia:
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