Pode participar do CNLGBTQIA+, em caráter permanente, com direito a voz e sem direito a voto, um representante da seguinte instituição:
Considerando o desenvolvimento desigual e combinado do Estado brasileiro, por meios repressivos e pela construção de ideologias racistas, negros e negras foram sendo relegados aos trabalhos mais degradados e mal pagos, enquanto os serviços mais qualificados, o trabalho intelectual e os trabalhos bem pagos foram sendo selecionados para os segmentos racializados como brancos.
Isso gerou, desde o início do capitalismo no Brasil, um processo de hierarquização que promove
Definido como um grupo populacional heterogêneo, que possui em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular, utilizando-se dos logradouros públicos e das áreas degradadas como espaço de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento para pernoite temporário ou como moradia provisória, esse grupo tem aumentado significativamente no país, conforme apontam as estatísticas oficiais. O texto acima se refere
Marque a alternativa que está em acordo com a dimensão pedagógica do trabalho do Assistente Social. Ao solicitar ao usuário que informe sua raça/cor/etnia, o/a Assistente Social busca
Assinale a opção que apresenta um objetivo que orienta as ações desenvolvidas no Serviço Especializado para pessoas em Situação de Rua e Abordagem Social, de acordo com a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais (2009).
Tomar a epistemologia feminista como caminho significa enfatizar as mulheres como sujeitos históricos, negando uma ciência neutra, objetiva e baseada em um único tipo de racionalidade. Com isso, é possível explicitar que todo discurso científico tem um sujeito operante, e nas sociedades modernas capitalistas são os homens brancos, cis heterossexuais, ocidentais e das elites que se constituíram o lugar hegemônico da razão técnico-científica. A epistemologia feminista realiza a crítica de que o conhecimento científico não é universal, mas androcêntrico.

Outro aspecto central da epistemologia feminista é seu caráter político e, portanto, é um conhecimento fundado na implicação política
A constituição das populações quilombolas como práticas de resistência à escravidão e pós-Abolição ocorreu em diversos lugares da América onde houve escravidão. Assim, as comunidades quilombolas construíram, em toda a América, e em especial no Brasil, uma territorialidade negra coletiva com formas específicas de reprodução material e social, com um modo de vida específico nos territórios composto
O Escravismo Tardio, que compreende o período entre 1850 a 1888, caracterizou-se pela fase de transição para o capitalismo dependente e de passagem do trabalho escravo para o trabalho livre, fase esta caracterizada como “modernização conservadora”, que se traduziu por uma série de mudanças econômicas, nos processos de exploração da força de trabalho, no que se refere à incorporação de padrões científicos europeus, mas que, ao mesmo tempo,
O racismo é uma forma sistemática de discriminação que tem a raça como fundamento. Ele se manifesta por meio de práticas conscientes ou inconscientes que culminam em desvantagens ou privilégios para indivíduos, a depender do grupo racial ao qual pertençam. Alguns grupos étnicos não acessam direitos, estando destituídos de poder, de recursos e de prestígio social.

As raízes desse cenário se encontram no modo como se organiza a produção e a reprodução da vida no projeto de modernidade, que foi operado pela ideia de desenvolvimento
Para bem compreendermos o racismo na contemporaneidade é preciso entender as concepções e definições em disputa, os modos de operar e as dinâmicas que vem assumindo o estatuto ontológico da noção de raça, bem como os desafios postos para a luta antirracista na atualidade.
Ao contrário do que apregoam as leituras liberais, racismo não é apenas um problema ético, uma categoria jurídica ou um dado psicológico, racismo é uma relação social, que se estrutura política e economicamente, destacando-se, sob o ponto de vista das análises sociais sobre o tema, as seguintes três concepções:
Ao analisar a violência de gênero, Saffioti (2001) elucida que, nesse fenômeno, o patriarca conta com numerosos asseclas para a implementação e a defesa diuturna da ordem de gênero garantidora de seus privilégios.
Para tanto, a autora adota o conceito de
Gramsci afirma que a sociedade civil não mais compreende o conjunto das relações materiais de produção mas todo o conjunto da vida espiritual e intelectual. Além de ser o primeiro teórico a perceber o lugar, por excelência, da organização da cultura, Gramsci vê a sociedade civil como uma das esferas do Estado em seu sentido ampliado, onde o que importa não é a ruptura, mas a complementaridade na qual se desenvolvem conflitos e lutas políticas de várias ordens entre as forças que lutam pela conquista de poder.
Em suma, para Gramsci, a sociedade civil é
A atuação profissional dos assistentes sociais com relação às demandas das populações LGBT tem sido reconhecida como uma prática que rompe com os preconceitos, direcionando-se ao reconhecimento da condição de sujeitos detentores de direitos civis, sociais e políticos.

Nessa direção, estudiosos recomendam que o assistente social que atua no processo relacionado ao preconceito e discriminação contra LGBT deve, em primeiro lugar, atender as demandas urgentes e, em segundo lugar,
Os paradigmas histórico-críticos e culturais propostos pelo feminismo, convida-nos a adotar uma perspectiva de gênero em nossas mediações teóricas, partindo de uma concepção crítica da visão androcêntrica da humanidade, que acabou por excluir metade do gênero humano dos espaços socioeconômicos e políticos.
A perspectiva de gênero propõe lançar um novo olhar sobre a realidade a partir das mulheres e com as mulheres centrada no reconhecimento da diversidade de gênero que implica
Ao se analisar as opressões às quais são submetidas as mulheres é imprescindível incorporar a perspectiva de gênero, que tem como pressuposto a ressignificação da história, da sociedade, da cultura e da política a partir das mulheres e com as mulheres.

Essa perspectiva está baseada na teoria de gênero que permite analisar as mulheres e os homens