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Dia do Trabalho: por que se comemora o 1º de Maio?
Para conquistar um direito que hoje consideramos incontestável, a jornada trabalhista de oito horas por dia, foram precisos sangue, suor, lágrimas... e um punhado de mortos. Neste 1º de maio, é celebrado o Dia do Trabalho em quase todos os países do mundo. A data foi estabelecida durante o Congresso Operário Socialista, ocorrido em Paris, em 1889. A ideia era prestar homenagem aos Mártires de Chicago, um grupo de sindicalistas condenados nos Estados Unidos por sua participação em uma greve nacional que começou em 1º de maio de 1886. A Espanha foi o primeiro país da Europa a aprovar por decreto a jornada de oito horas, depois de uma greve. A França fez o mesmo dois meses depois.
Disponível em: https://brasil.elpais.com.
Acesso em: 11 set. 2019 (adaptado).
Na notícia, a criação do feriado foi resultado da seguinte estratégia dos trabalhadores:
No Brasil, o modal rodoviário é o predominante, sendo responsável por 75% do transporte de cargas e mercadorias. São vantagens desse modelo de transporte:
I. Facilidade para contratar e organizar o transporte.
II. Alcance a lugares inacessíveis por outros meios de transporte.
III. Flexibilidade em organizar a rota.
Está CORRETO o que se afirma:
Movimento operário
Bem antes da formação da Aliança Liberal, entretanto, importantes leis relativas a diferentes aspectos das relações de trabalho - como aposentadoria, férias, acidentes, trabalho “de menores”, etc - destinadas a categorias específicas ou ao conjunto dos trabalhadores, eram aprovadas pelo Congresso Nacional. No mesmo momento em que ocorriam as articulações de apoio à chapa eleitoral composta por Getúlio Vargas e João Pessoa, surgiram as primeiras greves pela aplicação incondicional da legislação estabelecida. Essa demanda, nova em um movimento paredista, se tornaria comum no pós-1930, quando a defasagem entre regulamentação estatal e realidade social viria a se acentuar.
(FORTES, A. Os direitos, a lei e a ordem. In: LARA, S. H.; MENDONÇA, J. M. Direitos e justiças no Brasil. Campinas: Unicamp, 2006. p. 355. Adaptado.)
Na década de 1920, alguns setores políticos alteraram sua posição diante das reivindicações operárias. Nessa época, o Estado brasileiro passou a