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Leia trecho da canção de Caetano Veloso para responder à questão. 
LIVROS
Tropeçavas nos astros desastrada 
Quase não tínhamos livros em casa 
E a cidade não tinha livraria
Mas os livros que em nossa vida entraram 
São como a radiação de um corpo negro 
Apontando pra expansão do Universo
Porque a frase, o conceito, o enredo, o verso 
(E, sem dúvida, sobretudo o verso)
É o que pode lançar mundos no mundo. 
(https://www.letras.mus.br/caetano-veloso, acessado em 09.11.2018) 
Assinale a alternativa correta quanto ao sentido da canção. 
Leia o texto a seguir, publicado no dia 13 de novembro de 2018 no Portal G1: 
Poucas pessoas que observam a estrutura gigante erguida em uma área rural de Campinas, a 93 km de São Paulo, fazem ideia do que se trata. A construção circular e envidraçada lembra um shopping center ou as novas arenas de futebol brasileiras. Nem mesmo alguns funcionários do local sabem explicar o que é o Projeto Sirius, obra do governo federal estimada em R$ 1,8 bilhão. 
Pelas características desse lead, a matéria pertence ao gênero
No que diz respeito à catalogação cooperativa, é correto afirmar que:
Página infeliz
            O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe – com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim.
            Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”.
            Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços.
            O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos – o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões.
            Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos.
            O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país.
            Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos.
            “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino.
            “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?”
            Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo – a criação, no país, do preço fixo do livro – norma a ser implantada por medida provisória – nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha.
            Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes.
(Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)
O descompasso apontado pela empresa Nielsen e por Simone Paulino decorre:
No que diz respeito à Classificação Decimal de Dewey, é correto afirmar que o sistema:             
A arquitetura da informação prevê que os websites possuam organização clara e concisa, com usabilidade testada na construção da interface com o usuário. No que diz respeito à avaliação de usabilidade, é correto afirmar que:
A respeito do processo de prestação de contas após a concessão de bolsa ou auxílio de pesquisa por agência de fomento, assinale a alternativa correta.
No Google Chrome, na sua configuração padrão, para salvar em pdf uma página web que está sendo visitada, é necessário alterar a seguinte opção da janela Imprimir:
Assinale a alternativa que completa, respectivamente e de acordo com a norma-padrão da regência, os segmentos: 
O cenário de derrocada parece … 
A Livraria Cultura … 
Os editores pretendem …
O processo de descrição do hardware de um circuito lógico digital, combinatório e sequencial, para implementação em uma FPGA é feito por meio de linguagens HDL, como: 
O editor do telejornal da Unicamp vetou quatro textos de abertura de matérias de uma edição. Elas continham erros gramaticais e de técnica de redação para telejornais. A única chamada aprovada pelo editor foi a seguinte:
Em 2016, a Comissão Europeia apresentou uma proposta de lei com o objetivo de tornar obrigatório que todos os sites governamentais dos Estados Membros considerem a necessidade de criar ferramentas que facilitem a formação de uma sociedade digital inclusiva tendo em vista, entre outras causas, o envelhecimento da população e as limitações decorrentes desse envelhecimento. Em outras palavras, os membros da comissão querem que os sites governamentais tenham boa 
Uma indústria de refrigerantes publicou uma pequena brochura com a colaboração de jornalistas experientes sobre um produto jornalístico ainda muito em uso por empresas. Gualter Mathias Netto, então redator de “O Globo” afirmou que “a função primordial do_______ - e seu irmão mais gordo, o _______ - não é a de ser publicada como matéria acabada, mas de provocar a notícia.” (***) Esses produtos jornalísticos têm grande “diversidade de aproveitamento” por esse motivo “exige concepções diversas do material a ser distribuído. Há que se elaborar um texto pronto para publicação, quando dirigido a pequenos órgãos; o _______ curto (como diz o nome) para colunistas, pauteiros e chefes de reportagem; e o mais extenso,_______ , para informar os autores de matérias mais profundas.” 
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente as lacunas do texto. 
Página infeliz 
    O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. 
    Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. 
    Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. 
    O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. 
    Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. 
    O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. 
    Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. 
    “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. 
    “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?
    ” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. 
    Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. 
(Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)
Assinale a alternativa em que as duas primeiras barras da frase devem ser substituídas por vírgulas, e a terceira, por dois-pontos. 
Sistemas que comparam documentos procurando por trechos de textos que foram copiados, com métodos para conduzir buscas na literatura científica e permitir aos editores de revistas identificarem a ocorrência de práticas questionáveis de publicação. Trata-se da definição de:
Leia trecho da canção de Caetano Veloso para responder à questão. 
LIVROS
Tropeçavas nos astros desastrada 
Quase não tínhamos livros em casa 
E a cidade não tinha livraria
Mas os livros que em nossa vida entraram 
São como a radiação de um corpo negro 
Apontando pra expansão do Universo
Porque a frase, o conceito, o enredo, o verso 
(E, sem dúvida, sobretudo o verso)
É o que pode lançar mundos no mundo. 
(https://www.letras.mus.br/caetano-veloso, acessado em 09.11.2018) 
Assinale a alternativa correta quanto à conjugação e/ou à correlação entre os tempos verbais.
Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Santa Catarina constatou, junto a experientes profissionais e análise de matérias do gênero que, “a partir do lugar de ancoragem na revista foi possível agrupar as entrevistas” do tipo pingue-pongue em dois tipos. As entrevistas_______são publicadas, por exemplo, nas páginas amarelas da revista Veja. São entrevistas que “mantêm independência temática e ocupam os espaços mais privilegiados nas edições das revistas”. As entrevistas_______, “não raras vezes, cumprem a tarefa de “completar” e/ou reafirmar um “já dito” na edição da revista” e esse tipo de entrevista não disputa espaço com outros gêneros jornalísticos da revista. 
(https://periodicos.ufsc.br. Adaptado) 
Asinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
Segundo especialistas, o Brasil vale-se da metodologia Frascatti, recomendado pela OCDE (Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico), para balizar a legislação sobre pesquisa, ciência, tecnologia e inovação. Entre os conceitos usados para estruturar as normas sobre o assunto, é correto entender que
Knowledge and the library

        It was not until the development of monastic libraries in Europe around 1200 that humanity amassed in a single place what approached the collective wisdom and knowledge of the age. Libraries may be exchanges of information and market places for ideas but they are also the buildings which contain the bulk of human knowledge. Or, at least they were until the electronic digitally stored information revolution of the 1980s.
        Now knowledge is virtually everywhere; it has broken free of the constraint of buildings. Today if you were today to destroy all theworld’s libraries, it is unlikely that more than 20% of human knowledge would be lost. Certainly, a large amount of archival material would disappear forever, but a substantial volume of knowledge would survive. If a library is a repository of knowledge, this is now just one of its functions. The library’s prime function is now making that knowledge available and encouraging exchange and reflection upon it.
        Electronic knowledge is nowadays available to everybody – in the home, workplace, airport terminal, school, and so on. The Internet has liberated the library; nevertheless, it has not removed the justification for library facilities.
(www.sciencedirect.com/science/article/pii/B978185617619410017X. Adaptado)
De acordo com o primeiro e o segundo parágrafo, a partir da década de 1980,
A FAPESP, o CNPq e a CAPES possuem em comum a seguinte atribuiçã
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