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Os americanos foram às urnas nesta terça-feira (06.11) para as eleições de meio de mandato (midterms, em inglês), nas quais definiram uma nova Câmara, um terço do Senado e mais de 75% de seus governadores. 
(Acesso em 06.11.18 - disponível em: https://glo.bo/2QltGGJ. Adaptado) 
A votação teve clima de referendo para Donald Trump, que completou dois anos na Casa Branca, pois:
Na produção de um videojornal os editores preparam uma espécie de planilha que contem entre outras, informações sobre o tema que abrirá a edição; quanto tempo de duração tem cada uma das matérias; de que forma os temas serão agrupados; como deverá ser a exibição das matérias; o momento de entrada dos Vts; a participação do repórter ao vivo. Essa lista de todos os assuntos aprovados para a exibição é chamada de 
Página infeliz
            O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe – com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim.
            Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”.
            Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços.
            O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos – o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões.
            Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos.
            O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país.
            Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos.
            “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino.
            “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?”
            Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo – a criação, no país, do preço fixo do livro – norma a ser implantada por medida provisória – nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha.
            Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes.
(Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)
Assinale a alternativa que completa, respectivamente e de acordo com a norma-padrão da regência, os segmentos: 
O cenário de derrocada parece … 
A Livraria Cultura … 
Os editores pretendem …
LIVROS
Tropeçavas nos astros desastrada 
Quase não tínhamos livros em casa 
E a cidade não tinha livraria 
Mas os livros que em nossa vida entraram 
São como a radiação de um corpo negro 
Apontando pra expansão do Universo 
Porque a frase, o conceito, o enredo, o verso 
(E, sem dúvida, sobretudo o verso) 
É o que pode lançar mundos no mundo. 
(https://www.letras.mus.br/caetano-veloso, acessado em 09.11.2018)
Assinale a alternativa correta quanto à conjugação e/ou à correlação entre os tempos verbais.
Serviço de informações relativas às autorizações concedidas para o armazenamento e o acesso dos artigos das revistas brasileiras em repositórios digitais de acesso aberto, que faz parte do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. As informações divulgadas nesse serviço são coletadas diretamente com os editores das revistas científicas. Trata-se de
Durante a produção de um layout de circuito impresso o projetista teve de usar um recurso de conexão elétrica entre duas camadas de cobre de uma placa multicamada (multilayer). Em um software de projeto de circuitos impressos assistido por computador esse recurso é denominado:
O anúncio foi feito nesta terça-feira (10.04.2018): na premiação, a Biblioteca Nacional da Letônia acabou recebendo o prêmio. Mas a Biblioteca de São Paulo (BSP) colocou o Brasil entre os quatro finalistas na categoria de melhor biblioteca do mundo no Prêmio Excelência Internacional 2018, organizado pela Feira do Livro de Londres. A biblioteca concorreu com outras três bibliotecas, todas europeias. 
(Acesso em 20.11.18 - disponível em: https://glo.bo/2OvDmNl. Adaptado) 
A BSP é uma biblioteca modelo, aberta em 2010, na área que abrangia
Todos os protocolos de comunicação são passíveis de serem mapeados no modelo de referência OSI (Open System Interconnection) da ISO. Por exemplo, o protocolo IP utilizado na Internet é mapeado na camada de:             
Knowledge and the library
        It was not until the development of monastic libraries in Europe around 1200 that humanity amassed in a single place what approached the collective wisdom and knowledge of the age. Libraries may be exchanges of information and market places for ideas but they are also the buildings which contain the bulk of human knowledge. Or, at least they were until the electronic digitally stored information revolution of the 1980s.
        Now knowledge is virtually everywhere; it has broken free of the constraint of buildings. Today if you were today to destroy all theworld’s libraries, it is unlikely that more than 20% of human knowledge would be lost. Certainly, a large amount of archival material would disappear forever, but a substantial volume of knowledge would survive. If a library is a repository of knowledge, this is now just one of its functions. The library’s prime function is now making that knowledge available and encouraging exchange and reflection upon it.
        Electronic knowledge is nowadays available to everybody – in the home, workplace, airport terminal, school, and so on. The Internet has liberated the library; nevertheless, it has not removed the justification for library facilities.
(www.sciencedirect.com/science/article/pii/B978185617619410017X. Adaptado)
According to the first and second paragraph, nowadays, the main function of a library is to 
Os recursos financeiros são as verbas destinadas à cobertura de todas ou parte das despesas da unidade de informação. Como a maioria das unidades de informação está instalada dentro de uma instituição sede, que cobre despesas operacionais, cabe à unidade buscar os recursos financeiros na instituição ou outras fontes para constituir e gerir as receitas necessárias para gastos específicos com acervo, treinamento, divulgação e outros. Essa atividade corresponde à gestão:
Nos últimos anos, diversos casos bárbaros de execução de jornalistas foram registrados. Entre as vítimas, além de Claude e Ghislaine, estão o repórter Mohamed al-Absi, envenenado no Iêmen, os mexicanos Miroslava Breach e Javier Valdez, mortos em 2017 a tiros no México, e Ján Kuciak e sua noiva, na Eslováquia. No ato, realizado em Paris, foi lembrado o assassinato do jornalista Jamal Khashoggi. 
(Acesso em 02.11.18 – disponível em: https://glo.bo/2PLz7Sn. Adaptado)
O chocante caso de desaparecimento e assassinato do jornalista Jamal Khashoggi acreditava-se inicialmente ter sido ordenado pelo príncipe herdeiro:             
Determinado bolsista submeteu seu projeto à agência de fomento, que, por sua vez, deferiu seu pedido. No entanto, irregularidades foram identificadas durante o processo de acompanhamento da execução e da prestação de contas. Nesse sentido, é correto afirmar que o bolsista 
O jornalista Renato Essenfelder, em entrevista ao Portal Imprensa, assegurou que “acabou a fase do “jornal de registro, que trazia tudo de relevante do dia anterior e passou para o tempo da “curadoria”, ou seja, necessidade de apontar para o leitor, com contexto e análise, os temas relevantes”. Por esse motivo, segundo o entrevistado, o editor também muda. Ele não é mais o clássico “gatekeeper”. Isto é, ele já não faz o papel de 
Página infeliz 
    O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. 
    Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. 
    Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. 
    O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. 
    Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. 
    O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. 
    Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. 
    “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. 
    “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?
    ” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. 
    Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. 
(Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)
Assinale a alternativa que completa, respectivamente e de acordo com a norma-padrão da regência, os segmentos: 
O cenário de derrocada parece... 
A Livraria Cultura... 
Os editores pretendem.
Em uma apresentação no Microsoft PowerPoint 2010, em sua configuração padrão, com 10 slides, o terceiro slide está oculto, contém animações em suas AutoFormas e possui uma transição de slides configurada. Ao selecionar esse slide nas miniaturas, e pressionar CTRL+M para duplicá-lo, assinale a alternativa que indica as características que o novo slide duplicado possui
O editor do telejornal da TV Unicamp vetou uma chamada alegando que ela continha um vício de linguagem. A chamada condenada pelo editor foi a seguinte: 
Portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (01.11) informa que o acesso não será mais gratuito no período da manhã. O governo federal vai cobrar o acesso da edição completa na internet, mas vai liberar a leitura integral gratuita entre 12h e 23h59. 
Após 155 anos, o documento passa a estar disponível somente na versão on-line. A decisão de encerrar a impressão está entre ações que, segundo o governo, visam a desburocratizar a Administração Pública e reduzir custos. 
(Acesso em 02.11.18 - disponível em: https://glo.bo/2yQICGj. Adaptado) 
A notícia e a Portaria referem-se
Os americanos foram às urnas nesta terça-feira (06.11) para as eleições de meio de mandato (midterms, em inglês), nas quais definiram uma nova Câmara, um terço do Senado e mais de 75% de seus governadores.
 (Acesso em 06.11.18 – disponível em: https://glo.bo/2QltGGJ. Adaptado) 
A votação teve clima de referendo para Donald Trump, que completou dois anos na Casa Branca, pois:
Assinale a alternativa que apresenta exclusivamente recursos de acesso aberto disponíveis no Portal de Periódicos da CAPES.
Conforme previsto no Estatuto dos Servidores da Universidade Estadual de Campinas, a conduta do servidor que afetar o decoro, o prestígio e o bom andamento dos trabalhos, ou causar embaraços aos fins que a Universidade se propõe, caracteriza-se em falta
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